quarta-feira, 31 de março de 2010

Ricky Martin é gay

O cantor porto-riquenho Ricky Martin, pai de dois gémeos de cinco anos de idade, assumiu que gosta é de gajos, para tristeza das suas fãs. Diz ele que manteve a discrição sobre a sua sexualidade por ter recebido conselhos de que a revelação prejudicaria a sua carreira. Ricky Martin é gay.

terça-feira, 30 de março de 2010

Julinho (1919-2910)

Na passada quinta-feira dia 25 faleceu a ex-glória benfiquista Júlio Correia da Silva, conhecido por Julinho. Nasceu no dia 1 de Dezembro de 1919 no Porto. Pelo que me apercebi, pouca relevância foi dada aqui em Portugal pelo desaparecimento de mais um ilustre senhor do futebol, sobretudo entre as hostes benfiquistas. No último jogo, em casa frente ao Sporting de Braga, prestou-se um minuto de silêncio em homenagem a esse senhor que representou o Benfica durante 11 épocas e que continua a ser o sétimo melhor marcador da história do Benfica: 272 golos em 269 jogos oficiais. Uma bonita homenagem, embora eu ache que tenha pecado por escassa.
Em 1950, numa final da extinta Taça Latina que opôs o Benfica ao Bordéus, Julinho fez o golo decisivo, após dois prolongamentos, aos 146'. A Taça Latina, aqui na foto na posse doutro ilustre jogador, Rogério Pipi, é a taça que antecedeu a Taça dos Campeões Europeus (que o Benfica conquistou duas vezes), hoje Liga dos Campeões. Para muitos detractores do Benfica, ela não é um troféu a ter em conta. Por esta lógica, então tanto a extinta Taça das Cidades com Feira (que originiou a Taça UEFA e agora a Liga Europa) como a extinta Taça dos Vencedores das Taças deixaram de ser troféus a ter em conta...
Até sempre, Julinho!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ataque ao Papa

Estamos a começar a Semana Santa, a "Semana Maior", em que celebramos o Mistério Pascal: a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus.
Nos últimos tempos temos assistido a um ataque ao Papa. Partindo de uma realidade que é a existência de alguns casos tristes de abusos sexuais dentro da Igreja, procura-se desacreditar todos os sacerdotes e, como se isso não bastasse, o próprio Papa. Por trás das notícias que vêm a público há uma tentativa de instrumentalizar, sem fundamento algum, horríveis episódios e casos dolorosos ocorridos há dezenas de anos, para acusar o Papa. Mais do que ninguém o nosso Papa tem sido um combatente corajoso em relação a estes tristes casos que infelizmente sucedem.
Recentemente na Carta que escreveu aos católicos irlandeses deixou isso bem claro e de uma forma muito corajosa: "Amados Irmãos e Irmãs da Igreja na Irlanda, é com grande preocupação que vos escrevo como Pastor da Igreja universal. Como vós, fiquei profundamente perturbado com as notícias dadas sobre o abuso de crianças e jovens vulneráveis da parte de membros da Igreja na Irlanda, sobretudo de sacerdotes e religiosos. Não posso deixar de partilhar o pavor e a sensação de traição que muitos de vós experimentastes ao tomar conhecimento destes actos pecaminosos e criminosos e do modo como as autoridades da Igreja na Irlanda os enfrentaram".
Este Papa é uma testemunha da verdade, num mundo de mentira a verdade é incómoda. O que estamos a assistir é uma campanha orquestrada internacionalmente, dotada de meios muito poderosos contra o Santo Padre.
Um dia a Jacinta teve uma visão do Santo Padre, contava assim: "Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos, diante de uma mesa, com as mãos na cara, a chorar. Fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhes pedras, outros rogavam-lhes pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre! Temos que pedir muito por Ele".
Com Jacinta peçamos pelo nosso Papa, que ele sinta a força do nosso apoio e da nossa oração, que é mais forte do que o mal.

Pe. José Maria, pároco de Alverca do Ribatejo

domingo, 28 de março de 2010

Benfica vence o jogo do título

O Benfica venceu o segundo classificado do campeonato, o Sporting de Braga, por 1-0, naquele que foi considerado o jogo do título. Para começar, para mim foi apenas mais um jogo com um resultado final perfeitamente natural. Não creio que tenha sido o jogo do título, pois ainda faltam seis jogos para o campeonato acabar, o que equivale a dizer que ainda existem 18 pontos para conquistar até ao fim, mas que realmente é bom ver o Benfica com seis pontos de vantagem sobre o Sporting de Braga, lá isso seguramente é. Até porque o Benfica ainda vai ter jogos complicados pela frente a começar já pelo confronto de quinta-feira na Luz ante o Liverpool para a Euroliga, pelo que é sempre bom ter o conforto duma considerável vantagem pontual no campeonato.
Sinceramente não fiquei muito satisfeito com o resultado. Para mim o 1-0 peca por escasso. O Benfica apresentou futebol suficiente para conseguir ganhar com mais tranquilidade. O Luisão marcou o golo da vitória, vingando-se assim do golo que lhe foi mal anulado no jogo da primeira volta em Braga. Apesar de tudo, o Sporting de Braga foi um digno vencido e o choramingas do Domingos Paciência, bem como todos os adeptos verdadeiros do Sporting de Braga, têm de se mentalizar duma vez por todas que o Sporting de Braga só poderá realmente ser campeão nacional jogando na PlayStation.

sábado, 27 de março de 2010

A Hora do Planeta

Em 2007, dois milhões ficaram às escuras contra as alterações climáticas.
No ano passado, a Hora do Planeta cativou 1,2 mil milhões de pessoas pelo Mundo.
Será 2010 o ano dos recordes?
Tudo começou em 2007. Em apenas uma hora poupou-se cerca de 10% de energia. Mas isso não chega. Há ainda muitos números que assustam, que deixam o Mundo em perigo.
2ºC é quanto as temperaturas médias globais não devem subir para evitar uma mudança climática catastrófica.
0,74ºC foi quanto o planeta aqueceu nos últimos 100 anos.
Os 10 anos mais quentes foram registados desde 1990.
2/3 dos ursos polares devem desaparecer até 2050, estima a WWF.
2,2 milhões de casas apagaram as luzes na primeira edição da Hora do Planeta, em 2007, na Austrália.
Alimentos que matam árvores

As florestas estão menos verdes. Agora são campos de gado, e em troca de quê? Saiba o que não deve comer para salvar o ambiente.
Alguma vez lhe passou pela cabeça que as migalhas de um bolo na mesa, ou no seu colo, podem estar relacionadas com a extinção de florestas tropicais do Mundo? Conheça os cinco principais alimentos que estão realmente a derrubar árvores em todas as florestas:
Carne: muitas florestas são "limpas" para que se criem espaços de pastagem para gado. Este é um grande problema e pode levar à degradação do solo e à poluição dos rios próximos. E apenas em troca de um suculento hambúrguer de carne. Será que vale realmente a pena?
O óleo de palma: muitas árvores de florestas, sobretudo na Ásia (Malásia, Indonésia ou Tailândia), estão a ser substituídas por plantações de óleo de palma, fruto da palmeira. Esta é uma semente que produz pretóleo e já se tornou no número um mundial de culturas alimentares. O óleo de palma é um substituto comum para óleos parcialmente hidrogenados e pode ser encontrado em bolachas ou cereais e pão.
Arroz: as florestas da Ásia estão a ser destruídas para darem lugar a plantações de arroz. Além de contribuírem para a perda de terra preciosa e de habitat de muitas espécies locais, os campos de arroz emitem uma grande quantidade de gás metano, entre 50 a 100 milhões de toneladas todos os anos.
Milho: com os subsídios norte-americanos associados ao cultivo de milho para a produção de etanol, a produção aumentou, especialmente na Amazónia.
Soja: cada vez mais as pessoas optam por consumir menos carne, o que leva a um aumento do consum0 de soja, o principal ingrediente utilizado para produzir tofu (essencial na dieta vegetariana). O cultivo de soja ocupa cerca de 11 milhões de hectares de floresta em toda a América do Sul.

Romina McGuinness, MWN

À espera do futuro

Gavin Schmidt é climatologista da NASA, nos Estados Unidos. É especialista em alterações climáticas e o impacto destas.
Quais são os perigos das alterações climáticas?
O grande problema é o que vai acontecer no futuro. Com a subida das temperaturas, sobe também o nível do mar, que é muito perigoso em áreas como a Gronelândia. Pessoas e infra-estruturas serão afectadas. Já estamos até a ver uma mudança nos padrões de precipitação. Com a temperatura a subir, em áreas onde chove, chove mais, enquanto outras zonas, como a mediterrânica, estão a tornar-se cada vez mais secas.
Até que ponto será grave?
Queremos evitar os problemas que se prevêem, mas não é possível voltar atrás e mudar o que já se fez. A questão não é se a situação vai piorar, mas como é que vai piorar.
O que podem fazer os governos?
Os governos são constituídos por pessoas. Logo, precisamos de mais esforços individuais, para utilizar menos energia. A nível regional, precisamos que haja decisões sobre a utilização dos parques eólicos. No Mundo, é preciso mais negociação para garantir que os países são penalizados caso não reduzam as emissões. Há muito espaço para as reduzir, mas muito mais precisa de ser feito.
O que pensa acerca da Hora do Planeta?
Para mim, não é uma questão de desligar as luzes, mas de sermos mais inteligentes na forma como usamos e produzimos energia.

Josefina Salomon, MWN

Fonte: Metro

Simulação de missão a Marte deixa astronautas isolados 520 dias


Quatro europeus foram seleccionados como candidatos a passar 520 dias isolados numa cápsula para simular uma missão a Marte, anunciou a Agência Espacial Europeia



Quatro europeus - dois franceses, um belga e um ítalo-colombiano - foram seleccionados como candidatos a passar 520 dias isolados numa cápsula para simular uma missão a Marte, anunciou hoje a Agência Espacial Europeia. A equipa final da experiência de simulação integrará dois destes cidadãos, três russos e um participante chinês. No Verão o grupo vai viver em Moscovo uma missão simulada ao planeta vermelho, em instalações que incluem uma nave interplanetária, um módulo marciano e até a paisagem de Marte, Trata-se da experiência Mars500, a primeira do género, que pretende ser "o derradeiro teste de resistência humana" e simular uma missão completa de ida e volta a Marte. A "missão" inclui 250 dias de viagem, um mês na superfície e 240 dias para a deslocação de regresso. Os voluntários europeus são o belga Jerome Clevers, os franceses Arc'hanmael Gaillard e Romain Charles e o ítalo-colombiano Diego Urbina, que já se encontram em treinos desde 24 de fevereiro, na Rússia.


Teste será última fase da experiência Mars500

A directora dos voos tripulados da ESA, Simonetta Di Pippo, afirmou que "Marte é o objetivo final do programa de exploração humana". "O estudo de isolamento proporcionado pela Mars500 é um marco importante neste processo. A cooperação entre a ESA e a Rússia nessa experiência também é uma mais valia", afirmou. Este teste é a última e a fase central da experiência Mars500, que começou em 2007. A primeira fase, em Novembro daquele ano, incluiu uma simulação de 14 dias e testou sobretudo as instalações e os procedimentos operacionais. A segunda fase ocorreu no ano passado, quando uma tripulação de quatro russos e dois europeus ficou fechada nas instalações durante 105 dias, a 31 de março. A Mars500 está a ser liderada pelo Instituto Russo para os Problemas Biomédicos, com participação da ESA, no âmbito do Programa Europeu para a Vida e Ciências Físicas de forma a preparar futuras missões tripuladas à Lua e a Marte.


Fonte: Expresso

sexta-feira, 26 de março de 2010

Ne me quitte pas (não me deixes)

Hoje deu-me para me lembrar duma canção dum excelente cantor belga de quem ouvi falar quando estudava francês no liceu há já uns valentes anos atrás.
A mensagem da canção é forte e faz-me lembrar na dor da possibilidade da perda de alguém que verdadeiramente nos é importante, aquela dor que nós já sentimos e que nos prepara para a real dor da perda ainda mesmo antes dela se dar. Aquela sensação de impotência que nós podemos sentir, como eu realmente já cheguei a sentir num passado não muito distante, perante a iminência duma perda que nos muda de forma definitiva a vida.
Jacques Brel - Ne me quitte pas

video

quarta-feira, 24 de março de 2010

Agressões à Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica

Aqui publico o seguinte texto que extraí do blogue dum amigo meu aqui da blogosfera, A Saúde da Alma, numa altura em que se fala muito do escândalo da pedofilia que está a arrasar a Igreja Católica. É bom que tenhamos sempre em mente que nos dias de hoje cada vez mais são os que não suportam a sã doutrina da salvação.


A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais, que rebentou recentemente na Alemanha, tem como alvo o Papa. E, dadas as enormidades temerárias da imprensa, cometeria um grave erro quem pensasse que o golpe não acertou no alvo – e um erro ainda mais grave quem pensasse que a questão morreria depressa, como morreram tantas questões parecidas. Não é isso que se passa. Está em curso uma guerra.
Não propriamente contra a pessoa do Papa porque, neste terreno, tal guerra é impossível: Bento XVI tornou-se inexpugnável pela sua imagem, pela sua serenidade, pela sua limpidez, firmeza e doutrina; só aquele sorriso manso basta para desbaratar um exército de adversários. Não, a guerra é entre o laicismo e o Cristianismo.
Os laicistas sabem perfeitamente que, se aquela batina branca fosse tocada, sequer, por uma pontinha de lama, toda a Igreja ficaria suja, e se a Igreja ficasse suja, suja ficaria igualmente a religião cristã. Foi por isso que os laicistas acompanharam esta campanha com palavras de ordem do tipo: «Quem voltará a mandar os filhos à igreja?», ou «Quem voltará a meter os filhos numa escola católica?», ou ainda: «Quem internará os filhos num hospital ou numa clínica católica?» Há uns dias, uma laicista deixou escapar uma observação reveladora: «A relevância das revelações dos abusos sexuais de crianças por parte de sacerdotes mina a própria legitimação da Igreja Católica como garante da educação dos mais novos.»
Pouco importa que semelhante sentença seja desprovida de qualquer base de prova, porque a mesma aparece cuidadosamente latente: «A relevância das revelações»; quantos são os sacerdotes pedófilos? 1%? 10%? Todos? Pouco importa também que a sentença seja completamente ilógica; bastaria substituir «sacerdotes» por «professores», ou por «políticos», ou por «jornalistas» para se «minar a legitimação» da escola pública, do parlamento, ou da imprensa. Aquilo que importa é a insinuação, mesmo que feita à custa de um argumento grosseiro: os sacerdotes são pedófilos, portanto a Igreja não tem autoridade moral, portanto a educação católica é perigosa, portanto o Cristianismo é um engano e um perigo. Esta guerra do laicismo contra o Cristianismo é uma guerra campal; é preciso recuar ao nazismo e ao comunismo para se encontrar outra igual. Mudam os meios, mas o fim é o mesmo: hoje, como ontem, aquilo que se pretende é a destruição da religião. Ora, a Europa pagou esta fúria destrutiva ao preço da própria liberdade.
É incrível que sobretudo a Alemanha, que bate continuamente no peito pela memória desse preço que infligiu a toda a Europa, se esqueça dele, hoje que é democrática, recusando-se a compreender que, destruído o Cristianismo, é a própria democracia que se perde. No passado, a destruição da religião comportou a destruição da razão; hoje, não conduz ao triunfo da razão laica, mas a uma segunda barbárie.
No plano ético, é a barbárie de quem mata um feto por ser prejudicial à «saúde psíquica» da mãe. De quem diz que um embrião é uma «bola de células», boa para fazer experiências. De quem mata um velho porque este já não tem família que cuide dele. De quem apressa o fim de um filho, porque este deixou de estar consciente e tem uma doença incurável. De quem pensa que progenitor «A» e progenitor «B» é o mesmo que «pai» e «mãe». De quem julga que a fé é como o cóccix, um órgão que deixou de participar na evolução, porque o homem deixou de precisar de cauda. E por aí fora. Ou então, e considerando agora o lado político da guerra do laicismo contra o Cristianismo, a barbárie será a destruição da Europa. Porque, eliminado o Cristianismo, restará o multiculturalismo, de acordo com o qual todos os grupos têm direito à sua cultura. O relativismo, que pensa que todas as culturas são igualmente boas. O pacifismo, que nega a existência do mal.
Mas esta guerra contra o Cristianismo seria menos perigosa se os cristãos a compreendessem; pelo contrário, muitos deles não percebem o que se está a passar. São os teólogos que se sentem frustrados com a supremacia intelectual de Bento XVI. Os bispos indecisos, que consideram que o compromisso com a modernidade é a melhor maneira de actualizar a mensagem cristã.
Os cardeais em crise de fé, que começam a insinuar que o celibato dos sacerdotes não é um dogma, e que talvez fosse melhor repensar essa questão. Os intelectuais católicos que acham que a Igreja tem um problema com o feminismo e que o Cristianismo tem um diferendo por resolver com a sexualidade. As conferências episcopais que se enganam na ordem do dia e, enquanto auguram uma política de fronteiras abertas a todos, não têm a coragem de denunciar as agressões de que os cristãos são alvo, bem como a humilhação que são obrigados a suportar por serem colocados, todos sem descriminação, no banco dos réus. Ou ainda os chanceleres vindos do Leste, que exibem um ministro dos negócios estrangeiros homossexual, ao mesmo tempo que atacam o Papa com argumentos éticos; e os nascidos no Ocidente, que acham que este deve ser laico, que o mesmo é dizer anti-cristão. A guerra dos laicistas vai continuar, quanto mais não seja porque um Papa como Bento XVI sorri, mas não recua um milímetro.
Mas aqueles que compreendem esta intransigência papal têm de agarrar na situação com as duas mãos, não ficando de braços cruzados à espera do próximo golpe. Quem se limita a solidarizar-se com ele, ou entrou no horto das oliveiras de noite e às escondidas, ou então não percebeu o que está ali a fazer.

Marcello Pera,
Filósofo, agnóstico e senador
Publicado no Corriere della Sera 17.03.10

terça-feira, 23 de março de 2010

Benfica (re)conquista a Taça da Liga

Aí está o primeiro troféu oficial do Benfica desta época só mesmo para calar a boca a todos aqueles que diziam que o Benfica ainda nada tinha ganho. O Benfica reconquistou a Taça da Liga, tornando-se assim no clube com mais títulos nessa competição (à frente do outro único clube que também detém o troféu, o Vitória de Setúbal). Considerada por muitos como uma taça sem interesse, a grande verdade é que não deixa de ser um troféu oficial, ainda para mais quando ontem estava do outro lado da barricada a agremiação corrupta portuense do estádio do cavalo marinho.

Nem parecia que o Benfica tinha jogado na quinta-feira em Marselha. Esta equipa do Benfica respira saúde e é muito forte psicologicamente, uma equipa muito equilibrada e, sobretudo, bastante unida. E foi assim com enorme humildade que vencemos aquele clubezeco de bandidos que têm na arrogância e no enorme ódio pelo Benfica as suas razões de viver. Que o diga os seus adeptos que no lugar de assistirem ao show de bola que a equipa estava a levar preferiram atirar cadeiras da bancada para o relvado. Uma clara demonstração da estupidez própria dos adeptos do clube que tem como símbolo o Demónio, ou seja, o dragão.

O primeiro golo surgiu dum frango cometido pelo guarda-redes portista Nuno Espírito Santo. Um frango tão grande que me fez lembrar as palavras ditas por esse mesmo senhor aquando a patética conferência de imprensa dada por ocasião dos castigos aplicados pelo CJ da FPF aos jogadores Hulk e Sapunaru: "Nós somos Porto e vamos continuar a ser Porto". Sem dúvida nenhuma a materialização perfeita desse estado, o de ser Porto.

O árbitro portista assumido Jorge Sousa bem que tentou ajudar o clube do seu coração a sair do Algarve na posse da taça, mas não teve arte nem engenho para travar tamanha superioridade benfiquista demonstrada dentro das quatro linhas. Uma equipa que alinhou de início sem Cardozo, Javi García, Saviola ou Ramires. Uma equipa que está confiante por estar na liderança do campeonato e por ter sido apurada para os quartos-de-final da Euroliga. Uma equipa que claramente massacrou o "tretacampeão" nacional sem apelo nem agravo. Jorge Sousa foi tão fiel amigo do seu clube que deixou Bruno Alves em campo a assistir ao massacre até ao apito final. Um resultado perfeitamente normal e que não deixou margem para possível contestação.

As atenções voltam-se todas agora para o campeonato. No horizonte avista-se já o grande jogo com o Sporting de Braga. Será com toda a certeza mais um jogo entre o Benfica e o Anti-Benfica, pois juntamente com o Sporting de Braga estarão os adeptos portistas e sportinguistas. Mas isso não importa. Ganhámos a Taça da Liga outra vez. É a segunda em três edições.

domingo, 21 de março de 2010

Blogue do FireHead


Este é o meu novo blogue. Uma nova Primavera, tal como a que hoje mesmo começa.