domingo, 26 de abril de 2015

Bicentenário do D. Bosco


Decorre este fim-de-semana na praça de Tap Siac, aqui em Macau, a comemoração do bicentenário do São João Bosco, o famoso padre italiano que fundou a ordem dos salesianos e que é o padroeiro dos jovens e dos aprendizes. Apesar de ter nascido em Agosto de 1815, o seu bicentenário está já a ser festejado, com um programa que inclui actividades por parte das diferentes escolas salesianas de Macau que servem para realçar o sacerdote que desenvolveu a educação infanto-juvenil e colaborou na criação do sistema preventivo em educação.


Várias são as escolas salesianas (chinesas) em Macau, sendo o colégio onde eu fiz o segundo ciclo  (5.º ano ao 9.º ano) precisamente o Colégio D. Bosco, que hoje é um colégio chinês e ao qual foi acrescentado o nome Yuet Wah. Todos aqueles, sejam do meu tempo, antes ou depois, que andaram no Colégio D. Bosco português antes da entrega de Macau à China em 1999 são conhecidos por dombosqueiros.


Uma vez salesiano, sempre salesiano. Viva o São João Bosco!

O PIB de Macau vai cair mais


A política anti-corrupção decretada pelo presidente chinês Xi Jinping está a causar um grande impacto negativo no PIB de Macau, com as receitas dos casinos a diminuírem consideravelmente (mais de 50%), ainda que mantendo-se com lucros. Segundo previsões académicas, caso as receitas trimestrais dos casinos se mantenham à volta das 60 mil milhões de patacas (6 mil milhões de euros), o PIB do território deverá cair 14,7% este ano. Num cenário pessimista a queda é de até 20,4%; já num cenário optimista ela deverá ser de 9,4%, sendo que a abertura de novos casinos e hotéis no final do ano poderá fazer atenuar a tendência. A taxa de inflação deverá rondar os 5,3% e a de consumo privado deverá ser de 4,9%. O desemprego vai crescer, passando dos 1,7% para os 1,9%. Esta última parte não deixa de ser curiosa, pois diz um estudo publicado por dois académicos chineses, Bingqin Li e Zhonglu Zeng, que há falta de mão-de-obra em Macau, especialmente qualificada.
E lá vamos nós de novo: Macau sã assi, sã nunca?

Outra vez a conversa da xenofobia em Macau?


O jornal Hoje Macau voltou a soltar a lebre da xenofobia por haver deputados na Assembleia Legislativa que querem vedar o acesso universitário aos filhos dos TNR (Trabalhadores Não Residentes, isto é, pessoas sem o BIR: Bilhete de Identidade de Residente) que vivem aqui em Macau há mais de 10 anos. Um dos deputados, Si Ka Lon, disse mesmo que os TNR não devem receber dinheiros públicos para estudar. O jornal macaense, do súcia José Rocha Dinis, mandou uma indirecta a esse deputado (o artigo em questão é da autoria de Andreia Sofia Silva e Flora Fong), dizendo que ele não explicou "como se pode ser irresponsável por pessoas que estão há mais de 15 anos em Macau, contribuindo para o desenvolvimento da região" e que "quase dá vergonha" o facto de haver deputados que não querem que os não-residentes tenham o apoio do governo para estudar.
Esta questão da xenofobia tem sido muito levantada curiosamente pelos portugueses aqui radicados. Qualquer coisa que eles vêem que é contra os TNR é logo xenofobia. Se há uma deputada Wong Kit Cheng que diz que não se deve contratar mais enfermeiros portugueses porque eles não sabem chinês, e todos nós sabemos que a esmagadora maioria da população de Macau não fala português, é porque a Wong Kit Cheng é uma xenófoba (ela não disse que não se devia contratar portugueses simplesmente por serem portugueses, mas sim por não falarem chinês; se falassem chinês já não haveria problema nenhum e nisso eu concordo plenamente). Se aparece uma deputada Ella Lei que atribui os problemas de violência que envolvem motoristas de autocarros à presença massiva nos veículos de turistas e TNR é porque a Ella Lei é uma xenófoba. Ou então aquela outra deputada do partido do Chan Meng Kam, salvo erro a Song Pek Kei, que disse que os TNR deviam apenas poder apanhar autocarros próprios só para eles, não se misturando com os residentes, e que também por causa disso é xenófoba, pois isso de dar prioridade aos portadores do BIR em Macau - que, recordo, não são todos naturais de Macau - sobre os TNR é um acto de xenofobia porque todos devem ser tratados da mesma maneira.
Xenofobia é uma palavra que vem do grego e que significa medo (fobia - φοβία) do que é estrangeiro (xeno - ξενός). Grosso modo pode-se dizer que xenofobia é a aversão a pessoas ou culturas diferentes. Tendo portanto isso em mente, gostaria de saber então como é que pode haver xenofobia sabendo de antemão que o que não falta em Macau são residentes que não são de etnia han, a etnia maioritária chinesa. Muitos são os portugueses, os filipinos, os vietnamitas e até mesmo brasileiros que possuem o BIR, logo gente que também recebe os tais cheques pecuniários anuais e outros benefícios do governo - serão também eles na prática vítimas dessa tal xenofobia que falam ou são eles uma excepção, havendo portanto uma xenofobia selectiva (um filipino com BIR não é vítima de excepção, mas um compatriota seu que é TNR já é)? E que dizer da maioria dos turistas e dos TNR de Macau que é proveniente precisamente da China, ou seja, gente de etnia han como a esmagadora maioria da população de Macau? Quer isso dizer que eles são vítimas de xenofobia por parte de gente da sua própria etnia aqui em Macau?
Enfim, só me resta dizer que há coisas que me escapam da compreensão porque roça bastante a ignorância e estupidez. Isso só pode ser mais um produto da politicagem correcta que confunde as mentes. A xenofobia é estúpida, concordo, mas é mais estúpido dizer que há xenofobia por tudo e por nada. E já constatei há imenso tempo que muitos portugueses aqui em Macau estão mesmo bastante sensíveis, se calhar porque agora os portugueses já cá não mandam mais. Ora, se estão cá mal então que bazem.

Kitty, a gatinha viajante


Um casal francês que viaja pelo mundo, Laetitia e Guillaume, adoptou a gatinha Kitty quando percorria uma estrada na Louisiana, nos EUA, e desde então a felina tem sido a sua companheira de aventura. Na altura Kitty mal enxergava porque tinha apenas um mês de vida.




O casal pretende caminhar desde Miami, nos EUA, até Ushuaia, na Argentina, encontrando-se agora na Colômbia rumo ao sul. E a Kitty já tem quatro meses e meio de idade. Assim que a viagem terminar, o casal regressa a França e leva a Kitty.





Penso que o mais certo é dizer que houve uma adopção mútua: o casal adoptou a Kitty e a Kitty adoptou o casal.

Londonistão, a partir das 5 a.m. e 5 vezes por dia

É isto que as pessoas que vivem em certas áreas de Londres têm de gramar logo a partir das 5:00 da manhã e cinco vezes por dia.

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Para além de se tratar de áreas que já parece ter pouco ou nada de british e onde parece que ninguém tem uma actividade profissional, há muçulmanos, como Abu Izzadeen, que dizem publicamente na rua às eleições democráticas para irem para o Inferno porque "Alá é a única legislação".

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Se o Reino Unido não começar imediatamente a apostar no nacionalismo, não faltará muito para o país se tornar num Estado islâmico. Ou seja, num esgoto a céu aberto.

Forte sismo provoca pelo menos 1000 mortos

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Pelo menos 1000 pessoas morreram ontem, sábado, no Nepal, Índia, Bangladesh e Tibete na sequência de um sismo de magnitude 7.9 na escala de Richter. Só no Vale de Katmandu, a 81 Km da capital nepalesa, morreu mais de metade das vítimas, deixando o país em estado de emergência e a pedir ajuda à comunidade internacional. Além de vítimas mortais, o sismo destruiu também monumentos com centenas de anos, como a torre Dhara, do século XIX. Foi o pior sismo nos último 81 anos na região.

«Onde é que estavas quando Portugal foi à bancarrota?»


No seu último discurso do 25 de Abril enquanto presidente, e numa sessão em que uma vez mais não contou com a presença do porco palerma do Mário Soares e dos capitães senis de Abril, Aníbal Cavaco Silva pediu "atitude firme de combate à corrupção", pois a corrupção é "um dos maiores inimigos das sociedades democráticas" e tem "efeitos extremamente graves no relacionamento entre os cidadãos e o Estado", pondo em causa um "elemento essencial da vida colectiva: a coesão do tecido social". O discurso do Aníbal foi apenas aplaudido, como era de esperar, pelo PSD e CDS, os partidos do poder.

Em relação aos outros intervenientes, Heloísa Apolónia, dos Verdes, perguntou o que é que se passa em Portugal 41 anos depois da revolução de Abril, acrescentando que as políticas hoje praticadas estão a destruir "muito do que se conquistou" e criticando a "subserviência à União Europeia" e o Tratado Orçamental, que "é um massacre para Portugal".

O Bloco do Esquerdume, na pessoa do Pedro Filipe Soares, criticou o Aníbal por pretender "uma democracia tutelada", "condicionada" e alinhada na "chantagem para uma maioria absoluta qualquer que seja o veredicto popular".

O partido súcia, o maior partido da oposição, defendeu o "primado da política" contra "extremismos populistas" que ameaçam a Europa e a "economia especulativa".

Já os comunas não pouparam também os súcias pela "troika interna" que prossegue a "política de exploração".

O PSD apelou a novos consensos "de que o país tão urgentemente necessita" de médio e longo prazo e apontou que o bem-comum exige a refundação da "subordinação do poder económico ao poder político" consagrada na Constituição.

Já o representante do CDS, Michael Seufert, na foto de baixo, afirmou que "há muita gente" na sua geração que "dispensa um certo paternalismo em relação ao 25 de Abril". Mas "esse paternalismo, que se resume rapidamente numa frase batida parecida com 'não foi para isto que fizemos o 25 de Abril', assume uma coisa que uma revolução, para ser verdadeiramente revolução, não pode ter: uma verdadeira revolução não tem donos". Face aos que nos últimos anos reclamaram "a pureza de Abril" e os "valores de Abril" e até disseram que havia quem estivesse a "trair Abril", então aí a pergunta que é "legítimo" fazer não é "onde estavas no 25 de Abril?", como no famoso sketche de Herman José imitando Batista Bastos, mas sim "onde é que tu estavas quando Portugal foi conduzido à bancarrota?" "Não há dúvida que os quatro anos que passaram foram difíceis. Voltámos a passar por um período vexatório para uma nação tão antiga como Portugal", com o país "sob tutela estrangeira" nas contas públicas, acrescentou o deputado de 32 anos, que concluiu assim: "Hoje, de cabeça levantada e pela primeira vez desde 2011, celebramos o 25 de Abril com a nossa soberania restabelecida. Muitos duvidaram e acenaram com mil e um obstáculos ou dilações para que tal acontecesse." Por isso, aqueles que deixaram à actual maioria a "herança" de uma "dívida pública galopante", então "apetece responder: Não foi para isto que se fez o 25 de Abril". 


Já o mais que provável futuro primeiro-ministro português - futuro provável primeiro-ministro português porque o povo eleitor que já está farto da coligação PSD/CDS vai votar nele - recusou os apelos do presidente Aníbal e crescentou que o voto é a arma do povo e que a escolha faz-se entre alternativas. "Que ninguém peça ao PS compromissos, consensos ou conciliação" com estas políticas, disparou.

Enquanto descia a Avenida da Liberdade, o pulha do capitão de Abril Vasco Lourenço afirmou que o PSD e o CDS devem continuar juntos a fazer asneiras se estiverem "satisfeitos com a porcaria que têm feito". "É um problema da sociedade portuguesa, é um problema português, mas infelizmente é o que temos. Não percebo como é que, depois de tantas asneiras que fizeram ao longo destes quatro anos no governo, ainda digam que têm hipótese de ter uma votação maioritária. Mas deixem-nos sonhar, o sonho é livre", acrescentou o anormal.

Em condições normais, e atendendo ao facto de Portugal ser infelizmente um país de idiotas, o PS vai voltar para o poder nas próximas eleições legislativas. Sim, o mesmo partido que trouxe a troika para Portugal três vezes após três bancarrotas, deixando sempre a merda para os mesmos limparem (e serem criticados e castigados por isso). É legítimo perguntar porque é que o esquerdume, na sua vertente súcia, teima em conduzir o país à miséria. E também é legítimo perguntar porque é que há eleitores que teimam em votar no esquerdume. Foi para destruir Portugal que fizeram o 25 de Abril, esta é que é esta!

sábado, 25 de abril de 2015

Democracia: nós temos um problema!

E como hoje é o dia da "democracia" e da "liberdade", deixo-vos aqui mais um vídeo do já famoso comentador do Youtube Pat Condell, esse ateu que por vezes até costuma dizer umas coisas interessantes, desta vez sobre a democracia... ou a falta dela. "A única certeza acerca das próximas eleições é que, como sempre, vamos acabar com o governo errado. É o governo que merecemos, porque votamos sempre em pessoas que sabem que podem quebrar todas as suas promessas e, ainda assim, serem eleitas", disse Pat Condell.

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Umas diferençazinhas entre o antes e o depois do 25 de Abril – estudo de caso e reflexões de um empresário português

ANTES: – Não havia liberdade para dizer mal do governo. 
DEPOIS: – Foi dada essa liberdade. Mas a quem serve? 

ANTES: – Não havia direito à greve. Mas havia uma defesa rigorosa dos direitos do trabalhador, com uma fiscalização activa, que incidia sobre as condições de trabalho, classificação, remuneração, horário e idade.
DEPOIS: – Foi dado esse direito. Mas quem é que tem tirado partido da greve? 

ANTES: – Qualquer trabalhador podia construir casa através de empréstimo da caixa de previdência, bastando para isso, que tivesse terreno. O montante do empréstimo era amortizado em suaves prestações, diluídas no tempo. 
DEPOIS: – Acabou esta facilidade. 

ANTES: – Havia um país unido, solidário e pacífico. 
DEPOIS: – Tivemos um país desunido (com desavenças entre amigos e familiares, incluindo pais e filhos), sem solidariedade e aterrorizado, onde o poder constituído prendia pessoas de bem e tomava à força empresas e propriedades, em nome do socialismo. 

ANTES: – Havia um país com ordem, com respeito e sem criminalidade. 
DEPOIS: – É o que se sabe: Sem ordem, sem respeito e onde o crime se vulgarizou e o criminoso é protegido e bem tratado. Isto, segundo se diz, em defesa dos direitos humanos. Até parece que os direitos humanos são só para os criminosos e não para o povo. 

ANTES: – Só iam para o governo as pessoas mais competentes. Eram governantes responsáveis pelos bens e dinheiro públicos. O país era bem governado e a despesa pública era mínima. Não havia excesso de funcionários públicos e os ordenados eram baixos, não superiores aos dos privados. Não havia viagens frequentes dos políticos, não havia dinheiro público mal gasto. Assim, havia confiança, os impostos eram pequenos e o máximo de capital era encaminhado para o investimento. 
DEPOIS: – É o que se sabe... A despesa pública é um “monstro” insustentável e não há impostos que cheguem. Coitado do povo! 

ANTES: – Não havia incêndios florestais. 
DEPOIS: – É o que se sabe..., uma calamidade. 

ANTES: – Tínhamos uma economia forte e saudável, com um crescimento sustentado dos maiores do mundo, senão o maior. Os trabalhadores aumentavam o seu poder de compra mais de 20% ao ano. E não havia desempregados. 
DEPOIS: – Foi desbaratada a economia, aniquilado o crescimento e o desemprego aumenta progressivamente. O país caminha, assim, para a penúria. 

ANTES: – As pessoas poupavam e amealhavam. 
DEPOIS: – As pessoas gastam tudo e endividam-se. 

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Comparando PASSADO com PRESENTE 

O SALÁRIO DOS TRABALHADORES PRIVADOS ANTES E PÓS-25 DE ABRIL 

PEQUENA EMPRESA


Inflação: 

Até 1974 – Diminuta.

De 1974 a 1995 – Aumento superior a 25 vezes. Há um disparo desordenado da inflação.

De 1974 a 2005 – Aumento superior a 30 vezes (Exemplo: – Apartamento e automóvel aumentaram mais de 50 vezes; gás e electricidade – cerca de 40 vezes; pão, carne, peixe, bacalhau e massa – cerca de 30 vezes; arroz e açúcar – cerca de 25 vezes; iogurte – cerca de 35 vezes; sandes, pastéis e café – cerca de 100 vezes). 

Conclusão: 

Antes do 25 de Abril, por cada período de 5 anos, os trabalhadores duplicavam o seu salário e aproximadamente o seu poder de compra. Este aumento verificou-se no período de 1970 a 1974, apenas 4 anos, querendo dizer que estávamos, então, no período mais alto de crescimento. 

De 1960 a 1974 – 14 anos – os trabalhadores aumentaram aproximadamente 7 vezes o seu salário, a que corresponde um aumento pelo menos de 5 vezes o seu poder de compra. É impressionante! Mas é verdade, facilmente comprovável. 

Quer queiramos, quer não, era o crescimento que tínhamos em Portugal, talvez o maior do mundo, que permitia uma aproximação rápida aos maiores níveis da Europa, então no auge das convulsões sociais, logo que chegou o desafogo do pós-guerra. 

E não havia desemprego, nem mesmo para os deficientes. Uma parte da mão de obra era absorvida pela agricultura, pescas e turismo, sectores, infelizmente, estrangulados após o 25 de Abril. A outra parte não chegava para o comércio e indústria. O pessoal que se ia deslocando das zonas serranas e terras mais interiorizadas era insuficiente para as necessidades. Pelo menos, assim acontecia na zona centro, a que pertence a empresa referenciada. 

Foi esta situação que o 25 de Abril veio inverter, como adiante se verá. Mas se quisermos parar um momento para pensar..., o que é que se podia esperar de pessoas há tanto tempo exiladas ou na cadeia, que não podiam viver livres no país, dentro do regime existente? Eram pessoas capazes de pisar a bandeira nacional, cheias de ódio ao país e a tudo o que era produto do regime que não os tolerava. Eram, por isso mesmo, pessoas com uma profunda sede de vingança. 

Pensando bem, até acabamos por não estranhar o mal que fizeram a este país. Um país até então crescente, pacífico, social e solidário. Um país governado por gente competente e de bem, que não explorava o povo e que tinha responsabilidade pela coisa pública. Um país onde dava prazer e alegria viver. 

Após o 25 de Abril de 1974, os trabalhadores privados perderam o ritmo de crescimento, não conservaram sequer o que ganhavam, em termos reais, e perderam poder de compra. Para que conservassem o mesmo poder de compra, era preciso que o salário de 1974 tivesse aumentado pelo menos 25 vezes em 1995 e pelo menos 30 vezes em 2005, o que não aconteceu. Exemplo no quadro a seguir: 


Em 1974 um trabalhador precisava de 11 meses de salário para comprar um automóvel. 

Em 2005 este trabalhador precisava de 22 meses de salário para comprar um automóvel equivalente. 

Depois de 1974, saciada que foi a sede de vingança, com a destruição generalizada da estrutura industrial e comercial, dos fundos públicos, dos bons costumes e propósitos, e de outros valores nacionais, cria-se uma despesa pública escandalosa, imoral e incomportável, que está a asfixiar o país e a arrastá-lo para uma situação desesperada, cujas consequências não serão certamente boas.


Revolução dos cravos: 41 anos depois

Antes do 25 de Abril de 1974:



Durante o 25 de Abril de 1974:







Depois do 25 de Abril de 1974:






De há uns anos para cá:








Enfim... 25 de Abril, sempre! Fascismo nunca mais!

Uganda: filha de pastor brutalmente violada


No Uganda, onde cerca de 40% da população é católica e 35% é da seita clássica protestante anglicana, a filha adolescente de um pastor da seita protetante New Hope Church ("Igreja" da Nova Esperança) foi brutalmente violada em grupo por cinco selvagens muçulmanos porque o pastor não quer fechar a sua igreja, em Kiryolo, mesmo depois de ter recebido ameaças. "Eu tentei gritar, mas eles ameaçaram matar-me. Um deles disse-me: 'o teu pai deveria parar com os encontros de oração para tentar fazer com que os muçulmanos se tornem cristãos e fechar a igreja - nó avisámo-lo várias vezes'", disse a vítima ao Morning Star News.
Os muçulmanos são cerca de 11% da população do Uganda, sendo que no distrito de Budaka, onde fica localizado Kiryolo, os muçulmanos representam 65% da população. Está, portanto, tudo explicado.

O Francisco vai deixar de ser padre porque apaixonou-se!


O agora ex-pároco de Oliveira do Bairro, Francisco Martins, deixou de ser padre porque apaixonou-se e quer constituir família. Depois de ter passado por um período de reflexão para reconsiderar a sua decisão a pedido do bispo de Aveiro, D. António Monteiro, Francisco, de 43 anos, acabou mesmo por não renovar os votos sacerdotais juntamente com os outros padres da diocese e espera agora obter a dispensa papal do ministério para pode casar... pela Igreja. Os fiéis da paróquia compreenderam a decisão do Francisco, que foi ordenado padre aos 25 anos e foi apenas mais um dos mais de 400 homens que foram dispensados do ministério nos últimos anos em Portugal.
Isso mesmo, se se apaixonou e quer constituir família então só tinha mesmo era que deixar de ser padre.

Suspeitos de preparar atentado contra o Vaticano detidos


Ontem de manhã, nove pessoas alegadamente pertencentes a uma célula terrorista em Sardenha e com ligações à Al-Qaeda foram detidas por prepararem um atentado contra o Vaticano. Todos os suspeitos têm nacionalidade paquistanesa ou afegã e dois deles são ex-seguranças do Bin Laden. A célula terrorista desmantelada é suspeita de ser responsável por vários atentados no Paquistão, inclusivamente aquele que, em 2009, matou mais de 100 pessoas num mercado em Peshawar. O grupo conseguiu introduzir em Itália pessoas que se faziam passar por imigrantes clandestinos que faziam pedidos de asilo político e o seu líder é um imã que vivia em Bérgamo e que recolhia fundos para financiar a rede terrorista. O inquérito iniciou-se em 2005 e já em 2010 havia uma "forte suspeita" de que poderia haver ataques contra o Vaticano, tendo o Papa Bento XVI como alvo. Escutas telefónicas captadas indicavam que se planeava "uma grande jihad em Itália".
Isso mesmo, continuem a deixar entrar imigrantes ilegais... O Estado Islâmico bem que já tinha avisado mas parece que não querem abrir a pestana! Eles querem conseguir fazer finalmente aquilo que os invasores islâmicos nunca conseguiram fazer desde que o pseudo-profeta pedófilo e assassino do Maomé criou a seita do ídolo do quarto crescente!

Aluvião


À Europa chegam diariamente milhares de "imigrantes" vindo do Norte de África. À Europa e aos grandes comovidos por estas tragédias, que lavam as mãos como Pilatos das tragédias dos cristãos (e não só) às mãos dos que aqui chegam, apenas lhes falta abrir uma ponte aérea para invadir o continente. 

Pessoas indocumentadas, em estado de saúde desconhecido, cadastro igualmente desconhecido entram livremente fazendo de qualquer controlo de fronteiras e soberania territorial uma brincadeira do passado. Combatentes do Estado Islâmico infiltram-se na Europa e noutros países onde, mesmo com um grau académico, é difícil obter uma autorização de residência. 

Esta mole vem de países islâmicos mas a solidariedade islâmica parece não funcionar: não só não os recolhem, como não lhes dão alojamento nem contribuem para os sustentar. O dinheiro islâmico serve apenas para financiar mais mesquitas na Europa, mais pressão sobre as instituições europeias e para financiar grupos radicais e extremistas. 

Os barcos europeus apenas vasculham as costas, recolhem todos os que podem em centros de apoio e, uns dias mais tarde, os mesmos estão na sociedade a delinquir: matar, violar e roubar. Mais de 80% não trabalham. 

Urge mais vigilância mas junto aos pontos de onde partem: obrigá-los a regressar ao ponto de partida e não permitir viagens de suicídio. Os que alcançam a Europa devem ser tratados, identificados e repatriados ou devolvidos ao local de partida com os recursos suficientes para regressarem aos países de origem. Qualquer outra solução só eterniza o problema e fará um número crescente de vítimas.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Centenário do genocídio arménio


Faz hoje 100 anos que aconteceu o genocídio arménio. 1,5 milhões de arménios foram dizimados pelas forças muçulmanas do império otomano que queria eliminar o povo arménio na Anatólia.


O próprio Adolf Hitler reconheceu o genocídio arménio, usando-o para justificar a matança de seis milhões de judeus. Em 1939, o Führer perguntou: "Quem, afinal de contas, fala hoje da aniquilação dos arménios?"


Tal como o Hitler sonhava com um mundo goyim (isto é, sem judeus), também o império otomano visava o califado islâmico. A Arménia, uma civilização antiquíssima e a primeira a adoptar oficialmente o Cristianismo, levado para lá pelos apóstolos Judas Tadeu e Bartolomeu, no século IV, colidia com a islamização.






Enquanto crucificavam as vítimas cristãs, os turcos gozavam com elas dizendo-lhes: "Agora deixai que o Vosso Cristo venha e vos salve!"


O Papa Francisco afirmou no passado dia 12 que o massacre dos arménios, que decorreu entre 1915 e 1923, foi o "primeiro genocídio do século XX", o que enfureceu a Turquia, que ainda hoje em dia insiste em negar que houve um genocídio. Por causa disso, a Turquia mandou voltar para o país o embaixador que tinha no Vaticano. O Papa lembrou também que a actual perseguição aos cristãos, o grupo mais perseguido em todo o mundo, está igualmente a ser alvo de uma "indiferença global". "Hoje estamos também a vivenciar uma espécie de genocídio criado pela indiferença geral e colectiva", acrescentou o Sumo Pontífice.


Também mulheres e crianças foram executadas, colocadas em campos de concentração ou abandonadas até morrerem à fome.




A Turquia lá vai alegando que os arménios morreram no embate militar entre os otomanos e os russos durante a Primeira Grande Guerra. Para além disso, o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoğlu, declarou que a iniciativa promovida pelo Parlamento Europeu para apelar a que a Turquia aproveite o centenário do genocídio arménio para reconhecer que houve de facto um genocídio não passa de um sinal de... "racismo" crescente na Europa!


Genocídio arménio: nunca esquecer, para sempre recordar.