sexta-feira, 29 de abril de 2016

"O islão é a pior praga que a humanidade já produziu"


Depois da blogosfera dita nacionalista anticristã ter-se deliciado com o que disseram recentemente mais dois de inúmeros membros da Igreja Católica que traem a instituição de origem divina que supostamente deveriam servir - o arcebispo de Colónia, Rainer Woelki, que está preocupado que os alemães votem nos nacionalistas da AfD, e o bispo austríaco Agidius Zsifkovics, que se insurgiu contra a construção de uma barreira para não deixar entrar «refugiados» no país -, cumpre a este blogue ripostar colocando aqui (mais) um exemplo daquilo que é verdadeiramente um membro da Igreja de Cristo: o padre, teólogo e professor de filosofia Manuel Carreira, que é também um astrofísico famoso com inúmeros trabalhos realizados para a NASA - mas então a Igreja não é contra a ciência?! -, disse a verdade sobre a seita islâmica numa entrevista ao jornal El Español. "O islão é a pior peste que ocorreu à humanidade", afirmou sem pestanejar o sacerdote espanhol, ressaltando que as raízes da Europa são cristãs e que o islão nunca se adaptará ao modelo cultural europeu. Pe. Manuel Carreira defende mesmo que o islão nunca contribuiu positivamente com nada para a sociedade moderna e que não tem uma teologia própria, mas sim um modo de pensar elementar, eliminando tudo o que não entende sobre a Trindade e a encarnação de Cristo.

Suécia: alógeno muçulmano diz que violou uma rapariga porque esta lhe implorou

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A Europa será uma relíquia em 10 anos, diz controverso filósofo esloveno

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"Os não nascidos não são pessoas"


E por falar no crime horrendo que é o aborto, a alcaide de Madrid, Manuela Carmena, uma esquerdista dos sete costados que foi membro do Partido Comunista Espanhol e acérrima opositora do regime de Francisco Franco, mostrou numa entrevista ao programa El Gato al Agua, do canal Intereconomía, qual é a sua verdadeira ideologia, fazendo uma defesa radical do aborto que contradiz totalmente as numerosas evidências científicas. Esta antiga advogada, uma agnóstica de 72 anos que hoje é do partido extremoesquerdista Podemos, o irmão espanhol do Bloco de Esterco, foi capaz de chegar ao cúmulo de dizer que "ninguém mata bebés" quando aborta porque os não nascidos "não são pessoas"!!
Enfim, o que é que se espera duma esquerdista?? 

Satânicos abortistas contra-manifestaram-se em Detroit

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No dia 23, um grupo de pessoas da Pro Life Society protestava pacificamente em frente a uma clínica abortista da transnacional Planned Parenthood que trafica órgãos de bebés abortados, em Michigan, Detroit, nos EUA, quando surgiu um pequeno grupo de membros da seita pagã Templo Satânico com máscaras de bebés a fazer uma estranha representação. Entre eles estavam dois jovens vestidos de padres que pareciam imitar o que fazem os sacerdotes na liturgia. Segundo os que assistiram à triste cena, tratou-se de uma acção dos satânicos que "procurava expor a idolatria fetal" dos activistas pró-vida e como estes últimos costumam fazer "propaganda" negativa sobre os abortistas. A Pro-Life Society afirmou que "a Planned Parenthood deveria estar muito envergonhada com o facto destes tipo de pessoas defenderem a sua organização". "É bastante óbvio que os satânicos estão a favor do assassinato dos não nascidos", acrescentou.
Os abortistas são a favor da morte, mas também não se matam...

Estados Unidos, Obama, Hillary e...


No dia 20 de Janeiro de 2009, os Estados Unidos da América ficaram em êxtase por terem o primeiro Presidente Afro-Americano da sua História. Actualmente, Hillary Clinton está em Campanha Eleitoral para ser a primeira Presidente do sexo feminino. 
Sinceramente, não acho nada disso relevante e nem acho nada disso extraordinário. Se os Estados Unidos da América, conhecidos pela sua ousadia, querem ir bem mais além, sugiro que seja um Nativo-Americano a ocupar a Presidência. Sim, estou a falar de um Índio, o genuíno Norte-Americano. 
Na foto, está o Monte Rushmore conhecido por ter os bustos dos Presidentes George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln. Em destaque, os Chefes Tribais mortos na Conquista Americana pelos Europeus.

Fonte: O Ouriço

O rabino britânico Jonathan Sacks responde ao ateísmo

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Níguez põe Atlético de Madrid em vantagem

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Um golo de Saúl Níguez aos 11' derrotou, pelo menos para já, o Bayern de Munique, que se viu aflito para nos eliminar da Liga dos Campeões, no Estádio Vicente Calderón. Os colchoneros, que na fase de grupos da competição perderam em casa connosco mas vingaram-se no Estádio da Luz, foram em largos momentos do jogo controlados pelos alemães, mas foram uns verdadeiros guerreiros e podiam até ter alargado a vantagem na eliminatória se Fernando Torres, num contra-ataque aos 75', não tivesse rematado ao poste da baliza de Manuel Neuer. "Foi um jogo emocionante, fizemos um grande esforço", disse, orgulhoso, o treinador colchonero, Diego Simeone. Do lado dos bávaros, Pep Guardiola disse que a sua equipa ainda tem 90 minutos ou mais para dar a volta a eliminatória, "na expectativa de que não se repita o que aconteceu, há dois anos, com o Real Madrid". O jogo em Munique é no dia 3 de Maio.
A propósito do Real Madrid, os merengues empataram em Manchester frente ao City a zero bolas num jogo sem Cristiano Ronaldo e em que a haver um vencedor teria que ser a equipa espanhola. Jesé cabeceou à barra aos 70', Gareth Bale fez a bola passar a centímetros da baliza de Joe Hart quatro minutos depois e Pepe falhou escandalosamente quando esteve frente a frente com o guarda-redes citizen, o herói da partida, que defendeu a bola com a barriga. No dia 4, possivelmente já com Ronaldo - que pode vir a recorrer a células estaminais para regenerar o tecido danificado na sua perna direita -, é a vez do Real receber o Manchester City.

Sara Sampaio na praia para a Vogue

A manequim portuense Sara Sampaio, de 24 anos e da Victoria's Secret, partilhou novas fotografias ousadas suas nas redes sociais, mostrando-se orgulhosa da sua participação na edição espanhola da revista Vogue. As fotografias são da autoria de David Bellemere. "Meu Deus, que sonho! Sinto-me honrada por estar na capa da Vogue ao lado destes maravilhosos anjos", escreveu Sara, que parece andar a namorar com o milionário britânico Oliver Ripley que é 10 anos mais velha que ela, na legenda da capa da revista.



Para que lado a Europa está a virar?


Uma interessante notícia da agência Sputnik: segundo dados estatísticos sobre as preferências eleitorais dos europeus entre 2014 e 2016, há um aumento significativo da popularidade dos partidos nacionalistas na Áustria, Hungria, Países Baixos, Suécia e Itália, um pequeno aumento na Alemanha, uma estagnação em França e queda no Reino Unido e na Noruega. 


O artigo nada diz em relação aos países como a Espanha e Portugal, onde o nacionalismo é praticamente inexistente muito possivelmente devido às suas recentes ditaduras de Direita, nem da Polónia, Ucrânia, Eslováquia, República Checa ou Eslovénia, países saídos da esfera soviética.

Curdo culturalmente enriquecido no Cais do Sodré

Uns quantos «jovens» queriam ser servidos num restaurante Kebab de um curdo de nome Mustafa Kartal durante a manhã de segunda-feira (25 de Abril) no Cais do Sodré, em Lisboa, depois da night e, como o curdo disse que ainda não havia nada para lhes servir àquela hora, estes decidiram fazer das suas e o dono do estabelecimento de comida halal teve que se defender com uma faca.

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Os caros leitores já imaginaram que monótona seria Lisboa se não acontecessem coisas destas como não aconteciam por exemplo nos tempos da maldita ditadura salazarenta? É para isto que serve também o multiculturalismo, né? A questão agora é saber se o curdo foi racista ou se os «jovens» foram islamofóbicos, partindo do princípio que o curdo é muçulmano... Se fossem brancos a atacar um estabelecimento de um negro, aqui d'El Rey que seria racismo, xenofobia, extremodireitismo, nacionalismo, e o SOS Racismo, a Amnistia Internacional e o Bloco de Esterco não se calariam... Agora como foi um crime que começou com uns «jovens» que estiveram a divertir-se numa discoteca contra um outro espécime das minorias oprimidas e protegidas, como é que é?

Noruega paga aos refugiados para bazarem


Vede só até que ponto chegaram as coisas na Europa acolhedora de refugiados: a Noruega está a oferecer um prémio de 10 mil coroas (cerca de 1000 euros) aos primeiros 500 requerentes de asilo que se disponham a deixar voluntariamente o país. Esta é a medida menos dispendiosa encontrada pelos Serviços de Imigração da Noruega.
Está bem, abelha, esperai sentados...

9 coisas que os alemães fazem para apaziguar os muçulmanos

A Alemanha é um país com uma grande comunidade islâmica na União Europeia e é, a par da Suécia, o país que mais tem acolhido «refugiados» muçulmanos, sendo que muitos deles não fogem de guerra nenhuma. Aber ja, sehr gut, pois afinal de contas o que é que pode correr mal??

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Paquistão: cristão morto por ter pedido uma muçulmana em casamento


O jovem cristão paquistanês Qaisar Masih, de apenas 18 anos, foi brutalmente assassinado no passado dia 21 por se ter apaixonado por uma muçulmana de nome Mehwish e por lhe ter pedido em casamento. O pai da muçulmana, Muhammad Billa Pehalwan, matou, juntamente com os seus filhos e outros familiares, Qaisar mesmo à frente da sua casa pendurando-o numa árvore. 
Ficou assim dada a lição nesse país que já foi de maioria hindu mas que, graças à invasão islâmica, já é quase completamente muçulmana: os cristãos não podem declarar-se às muçulmanas.

Aniversário de António de Oliveira Salazar


António de Oliveira Salazar nasceu hoje há 127 anos atrás.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Memorabilia

Stratovarius - A Drop In The Ocean (Elements - Part 1, 2003)

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Calçada à portuguesa no coração da China?


Vai nascer um complexo residencial em Xi'an (西安), a capital da província chinesa de Shaanxi (陕西), onde está prevista a instalação de calçada à portuguesa. O projecto da urbanização Silver Sky foi concebido pelo atelier de arquitectura Carrier Johson, liderado pelo português Élio Zorro, que venceu um concurso internacional de arquitectura promovido pela empresa responsável pela empreitada. A empresa está sediada em Xangai (上海) e arrebatou esta semana o "projecto de arquitectura sustentável" capaz de "resolver o problema da habitação" e fazer da natureza um elemento preponderante. "A China, neste momento, atravessa uma fase em que procura projectos ecossustentáveis. E esse era um pré-requisito do programa", disse Élio Zorro, de 36 anos. Mas ainda não é certo que vá mesmo haver calçada à portuguesa, pois "não existem calceteiros aqui na China".
Com cerca de 1370 milhões de habitantes, a República Popular da China (中華人民共和國 em chinês tradicional e 中华人民共和国 em chinês simplificado) conheceu nas últimas décadas um ritmo de urbanização ímpar na história da humanidade. A percentagem da população urbana subiu de 10,6% em 1949, ano da implantação da república comunista, para mais de 51% no ano passado. Pelas previsões oficiais, mais 250 milhões de cidadãos do continente deverão radicar-se nas cidades até ao final da próxima década. "Sou um privilegiado por ter presenciado este fenómeno: o que estamos a viver nesta parte do mundo é incrivelmente único", comentou Élio Zorro, que acrescentou ainda que "a velocidade do desenvolvimento na China não permite o tipo de planeamento semelhante ao que é feito nas cidades europeias" e que muitos "projectos que vemos nas urbes chinesas estão descontextualizados".
Xi’an, a antiga capital da China e o extremo oriental da histórica Rota da Seda (絲綢之路) que durante séculos ligou a China e a Europa através da Ásia Central, possui uma das mais famosas atracções turísticas da China, o chamado "Exército de Terracota" (兵馬俑), uma imensa colecção de esculturas que representa os soldados do primeiro imperador da China Qin Shi Huang (秦始皇), nome que significa literalmente o primeiro imperador da dinastia Qin.

Cão mata recém-nascido


Uma péssima notícia para os amantes dos animais: em San Diego, nos EUA, um cão da raça Staffordshire Terrier matou o bebé recém-nascido dos seus donos e acabou entregue ao departamento de animais da polícia local. A tragédia aconteceu quando a mãe do bebé de apenas três dias, que estava deitada na cama com ele, o marido e o cão, de dois anos, tossiu. O animal reagiu ao estímulo atirando-se inexplicavelmente à criança, o que a deixou com traumas fatais, vindo a morrer no hospital...

Famosa família de «refugiados perseguidos iraquianos» regressou voluntariamente ao Iraque depois de meio ano a viver na Alemanha


É isso mesmo, conforme se pode ler aqui. Laith Majid, a sua esposa Nada Abel e os seus filhos Moustafa, Ahmed, Taha e Nour chegaram à ilha grega de Kos em 2015, tornaram-se famosos graças aos mé®dia - que os elevaram à categoria de símbolo desta crise dos refugiados e da necessidade de acolher os refugiados que fogem da guerra e das perseguições -, foram para Berlim onde poderiam finalmente "viver em paz e trabalhar" mas acabaram por regressar ao Iraque sãos e salvos e estão agora a viver na cidade de Erbil. Parece que eles não gostaram da vida de refugiado na Alemanha e decidiram voltar para o buraco de onde vieram.

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Ah, cagandas refugiados!!

"Aproveitem-se das vantagens do sistema ocidental"


A vereadora muçulmana da plataforma esquerdista Guanyem Badalona En Comú (em coligação com vários partidos entre eles o Podemos), Fatima Taleb Moussaqui, disse que os muçulmanos deveriam aproveitar-se das vantagens do sistema ocidental, como as prestações e ajudas à habitação, mas mantendo-se à margem socialmente. Isto porque, acrescentou a mulher de origem marroquina, a primeira vereadora muçulmana na Catalunha, não é justo os muçulmanos renunciarem a sua cultura. Forte apoiante da independência catalã, Fatima acredita que se Catalunha se tornar independente de Espanha os muçulmanos poderão aproveitar-se disso - a Catalunha independente poderia ser um novo país europeu islâmico, quiçá? - e não é por acaso que é a favor de que os imigrantes possam exercer o direito ao voto.
Antigamente os muçulmanos tentavam islamizar através da guerra. Hoje em dia islamizam graças às abébias que os ocidentais lhes dão...

O povo sueco é racista por não querer «refugiados» junto a uma escola primária!

Soube da seguinte notícia no blogue Totalitarismo Universalista: houve uma recente reunião entre representantes do município de Estocolmo e populares por causa do alojamento de «refugiados» muçulmanos junto a uma escola primária. No vídeo que se segue podemos ver populares a fazer perguntas à mesa, que é presidida por um tipo com aspecto pouco sueco, e os «pulhíticos» a recusarem-se a responder, limitando-se, como muito bem diz o blogueiro Afonso de Portugal, a balbuciar lugares-comuns e outras evasivas.

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No vídeo de baixo vemos um jornalista que diz que já esteve noutras reuniões do género mas que nunca tinha visto gente tão zangada como desta vez. Segundo ele, os mé®dia têm sido parciais e têm escondido várias notícias que não abonam nada a favor dos «refugiados», como os casos de violação de mulheres e crianças nativas perpetrados por esses alógenos muçulmanos. E o pior é que os mé®dia já fazem isso há décadas!

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Os politiqueiros correctos, os esquerdistas e os refugees' lovers devem estar a perguntar: mas que mal é que tem haver «refugiados» muçulmanos que vêem a pedofilia como uma coisa normal segundo o islão ao pé de alunos do ensino primário? Que mal é que pode acontecer? Cambada de racistas filhos da mãe é o que eles são, esses populares extremistas apoiantes do partido nacionalista Sverigedemokraterna (Democratas Suecos)!

O que faz o islão na Holanda?

Nos Países Baixos, uns quantos jovens estavam a cantar num comboio. Um passageiro muçulmano disse-lhes para se calarem e os tipos, com aspecto de hippies e que são mais que o alógeno... calaram-se mesmo.

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Entretanto, os Serviços Secretos Holandeses afirmam que a possibilidade de haver um ataque terrorista islâmico no país é mais alta que nunca.

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Recordemos que ainda recentemente foram travados possíveis atentados terroristas islâmicos no aeroporto de Schiphol e na principal estação de comboios de Amesterdão...

Bristol é demasiado multicultural para haver celebrações do dia de São Jorge!

A cidade inglesa de Bristol não vai celebrar o dia de São Jorge, o santo padroeiro de Inglatera, por ser uma "cidade demasiado multicultural"! São faladas na cidade 91 línguas diferentes mas o maior medo dos multiculturalistas é haver na cidade uma presença significativa de muçulmanos e as suas sensibilidades poderão ficar feridas com uma celebração patriótica do género, pois inclui uma cruz de Cristo. Aliás, segundo uma tal Kalphna Woolf, a fundadora da organização 91 Ways to Build a Global City (91 Maneiras de Construir uma Cidade Global) que parece uma hindustânica, "as pessoas podem ficar assustadas com o branco e vermelho da cruz da bandeira de São Jorge"!!
E depois ainda dizem que o multiculturalismo é bom! Fez com que a Inglaterra já não fosse mais cristã! Que faz ainda a cruz na bandeira inglesa?

"Para a minha geração, mais dívida é menos liberdade"

Ainda a propósito do 25 de Abril, segue o discurso do portuense Michael Seufert sobre o 25 de Abril em 2015, na altura deputado do CDS-PP:

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Actualidade: os que os outros dizem

O que Abril nos deixou... três bancarrotas, terrorismo, atraso económico, pobreza e comunistas. Na antiga Europa de leste nem querem ouvir falar de comunistas ou partidos comunistas: nos ficámos com os dejectos da ideologia. Depois de 42 anos deparamos ainda com as trombas destas relíquias estalinistas (um deles amnistiado de terrorismo por um dos que enriqueceu com o regime) (Lura do Grilo, Lura do Grilo).

O 25 de Abril foi transformado numa espécie de Deus para ser venerado apesar de milhões de pessoas terem sido prejudicadas gravemente. Dividiram a História de Portugal em dois períodos. O antes e o após do 25 de Abril. O 25 de Abril é uma espécie de Cristo. AC e DC. A25 Abril e D25 Abril. Com o 25 de Abril veio uma coisa boa: uma evolução positiva do Direito. Mas o resto foi um desastre. Milhões de mortos, feridos, estropiados, órfãos, viúvas espalhados pelos cinco continentes. O 25 de Abril recebeu uma economia a crescer 8%, uma dívida mínima e basicamente nacional, quase mil toneladas de ouro nos cofres, uma frota de marinha mercante e de pesca, empresas industrias e comerciais de capital nacional (a quadragésima maior empresa do mundo era portuguesa) e hoje 25 de Abril de 2016 temos uma economia quase em colapso, uma dívida que em notas de 500 euros umas em cima das outras tem 12 000 km (vai daqui à China) e 300 toneladas de ouro que ninguém sabe onde está (já ouvi dizer que está em Frankfurt) as maiores empresas todas de capitais estrangeiros, o centro de Lisboa propriedade de fundos imobiliários estrangeiros e até o Banco de Portugal pertence ao BCE. Mesmo em termos de liberdade se a liberdade se medir pelo número de pessoas presas hoje temos 14 000 presos, dos quais 2300 nem sequer foram julgados quando em 1972 tínhamos 3405 dos quais 509 preventivamente. Ao progresso que houve D25A obviamente que se mantivéssemos o crescimentos que tínhamos tido nos 14 anos anteriores ao 25/4 o nosso PIB per capita hoje estaria à frente de Singapura, um país pequeno, sem recursos, estrategicamente bem colocado e com um regime muito parecido com o regime A25A. Reparem nestes números da Pordata Portugal entre 1960 e 1974 passou de 3400 euros per capita para 8100 e de 1974 até hoje passou de 8100 para 16 200. O crescimento nesses 14 anos acumulado foi de 130% e nos últimos 42 anos foi 100%. Crescemos percentualmente mais em 14 anos do que em 42 (FM, O Tradicionalista).

Se considerarmos que o 25 de Abril é a festa da democracia, um tempo em que "a direita" passou a ser "tolerada" com indisfarçada dificuldade pelos que estão acidentalmente no poder não é exactamente o tempo que mais condiz com o 25 de Abril. Mas, se virmos bem, este tempo não é inteiramente "novo". O 25 de Abril é desde há muitos anos precisamente o dia em que as extrema-esquerdas se entregam a rituais de exclusão simbólica de quem não pertence à seita, em nome do sentido "verdadeiro" da democracia e do 25 de Abril. Novo, novo nisto tudo é a chegada das seitas ao poder, a reboque da debilidade de um partido socialista que, tendo perdido as eleições, a elas teve de recorrer para formar a base de apoio parlamentar que o eleitorado lhe recusou. Não espanta que o sectarismo e a intolerância se tenham tornado na regra do calendário. Mas que isto começa ser um bocado insuportável, começa (Jorge Costa, O Insurgente).

Já que ainda é 25 de Abril, deixem-me que o diga: sou de direita e não reconheço à esquerda qualquer tipo de superioridade. Seja moral, ética, intelectual, cultural, política, menos ainda económica. Nem sequer ambiental. Nada. Até porque se assim não fosse não seria de direita. É nestes termos que faço as minhas análises políticas, seja nos jornais, na TV ou no blogue O Insurgente. Aliás, é isto que é respeitar o adversário. Não é dizer que tem razão ao mesmo tempo que se pensa e sente outra coisa. É porque respeito quem é de esquerda que lhes digo que estão errados (José Abrantes de Amaral, O Insurgente).

Há quem garanta, todos os anos, que falta cumprir Abril. Quem, sem nunca se esquecer, lamente a perda dos valores de Abril. E, este ano, quem sugira que graças à geringonça os tais valores e o tal Abril vão ser cumpridos. Pois. Deve ser, deve. Seja lá o que for que essa cantilena de velhinhos queira dizer. A mim o 25 de Abril lembra-me a reforma agrária. Se calhar se vivesse noutro local lembrar-me-ia ocupação de fábricas. Ou manifestações que acabavam em pancadaria. Ou malucos a colar cartazes e a pintar paredes. Mas não. É mais gente mal apessoada a querer pendurar pessoas nos candeeiros do Rossio entre um e outro assalto a propriedades privadas (Kruzes KanhotoKruzes Kanhoto).

Ficámos todos contentinhos porque nos deram a liberdade. Podemos dizer mal de quem nos apetecer. Óptimo! Mas, na verdade, após 42 anos, estão a reduzir-nos ao papel de idiotas úteis, palradores inconsequentes, livres sim, mas utilizados para caucionar uma democracia que, se não for mesmo falsa, é, essencialmente, hipócrita (Pedro TadeuDiário de Notícias).

A revolução de 25 de Abril de 1974 não produziu a melhor mudança para a sociedade portuguesa e foi uma das maiores catástrofes, civil, que Portugal experimentou depois da sua fundação. Desgraça total!  Eles, alguns, que por aí ainda seguem vivos pretendem imiscuir às novas gerações (que a maior parte segue por aí desempregada) que historicamente a Revolução dos Cravos foi um bem para Portugal e que livrou os portugueses da pata e da vergastada, ditatorial, de António Oliveira Salazar. Eles os "pacotilhas" que depois do 25 de Abril de 1974 tomaram conta de Portugal, passado meia dúzia de anos, já tinham estafado o "cabedal", nos cofres do Estado, que tinham herdado do Prof. Salazar. Acudiram aos "pacotilhas", em 1980, os emigrantes portugueses (sou um dos que contribuíram), para que Portugal não caísse, financeiramente, na bancarrota (José Martins, Aqui Tailândia).

O dia de ontem mostrou existir um grande incómodo entre a esquerda: pela primeira vez desde o 25 de Abril de 1974, o partido que venceu as eleições não governa o país, por força, precisamente, da esquerda. Esta verdade feriu de morte a autoridade moral de que a esquerda se tem feito valer desde a revolução. É por isso mesmo que a sua reacção tem duas frentes: por um lado quer isolar Passos Coelho, descredibilizando-o como alguém que não sabe aceitar a derrota que não teve; por outro, encosta-se a Marcelo, um presidente popular. A pior coisa que pode acontecer à esquerda, além de governar contra a vontade da maioria do eleitorado, é ter Marcelo como adversário (André Abrantes AmaralO Insurgente).

O Partido Socialista, que antes proclamava a necessidade de "virar a página da austeridade", agora decidiu ser uma espécie de macho da austeridade, propondo-se reduzir o défice a grande velocidade. Para isso, vai baixar o número de funcionários públicos (recuperando a antiga regra neoliberal do saem dois, entra só um) e congelar os seus salários. Mas o pior é que nada disto vai bastar para cumprir os défices propostos e acordados com a CE. Há-de vir por aí mais austeridade. Não vale a pena é contar com os campeões do povo para a combater (Luciano Amaral, Correio da Manhã).

Não é difícil perceber a indignação de Jerónimo de Sousa com a proposta do CDS para levar o PEC a votos na AR. Os comunistas não podem apoiar apoiar politicamente uma programa que mantém, em traços gerais, a austeridade. Mesmo garantindo a aprovação com os votos do PS, BE, PAN e da filial ecologista do PCP isso iria expor demasiado as contradições da geringonça. Por isso limitam-se a articular argumentos muito poucos convincentes, incluindo a misteriosa acusação de "chicana política”. Veremos o que sucede quando for necessário introduzir novas medidas de austeridade. Provavelmente será novamente culpa do CDS (Miguel Noronha, O Insurgente).

Há algo de fascinante nesta atitude do Bloco de Esquerda em não querer votar o PEC no parlamento. É um dos programas mais importantes do governo que apoiam, que foi aprovado por Bruxelas e marcará a governação dos próximos meses. No entanto, o BE considera que não merece sequer ir a votação no parlamento. Catarina Martins diz que não quer levar o projecto mais importante do actual governo a votação para não criar uma crise. Ou seja, aceitar apoiar o PEC, mas só às escondidas e sem registo de voto. Para daqui a uns tempos poder dizer que nunca o aprovou. A fantochada continua (Carlos Guimarães Pinto, O Insurgente).

Não é o PCP que tem lampejos de lucidez: é o Bloco de Esquerda que vive em estado de alucinação perpétua. O episódio do "cartão de cidadania", que os comunistas dissimulados queriam impor e os comunistas assumidos vetaram, é apenas um exemplo. E nem sequer um exemplo original: por todo o Ocidente e arredores há "comissões", "observatórios" e centros de ócio similares empenhados na erradicação da discriminação de género através do massacre da gramática. Os primitivos, que pronunciavam "chuva" e aguardavam o aguaceiro, acreditavam que a linguagem determinava a realidade. O BE, sem hesitações ou subtilezas, também acredita, e é preciso um partido que acredita na democracia norte-coreana para moderar-lhes a toleima (Alberto Gonçalves, Diário de Notícias).

O arcebispo de Colónia, à semelhança do chefe, glorifica o inimigo. Para este traidor o islamismo é compatível com a constituição alemã. E, já agora, com a cultura europeia, não? Pois é, neste momento, desde o Concílio, a esmagadora maioria da Igreja é constituída por traidores à mesma. Só sobreviverá se aqueles forem corridos. Nem que os verdadeiros fiéis se reduzam a uns centos, é neles que permanecerá a verdadeira Igreja (Sr. Hamsun, O Século das Nuvens).

O conservador tem respeito pela religião (ou é mesmo religioso) porque considera que a perfeição não pertence a este mundo; e por isso acredita que a perfeição (a utopia) só pode ser transcendente ao mundo. O esquerdista (porque é ateu) acredita que a perfeição é imanente ao mundo e pode ser realizada em um qualquer futuro. E como o mundo é considerado "mau", o utopista destrói as heranças intelectuais, sociais, políticas e tradicionais, oferecendo em troca apenas mais homilias acerca da beleza do sonho utópico (Orlando Braga, perspectivas).

terça-feira, 26 de abril de 2016

Benfica - Há Um Nome

Mais um vídeo motivacional do grande benfiquista Guilherme Cabral:

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Todas as religiões têm que estar submetidas à liderança comunista na China


Tirem o cavalinho da chuva todos aqueles que achavam que o Xi Jinping ia facilitar a vida aos verdadeiros católicos na República Popular da China: o presidente chinês esteve no fim-de-semana passado reunido com altos quadros do Partido Comunista Chinês e reforçou a ideia de que todos os comunas devem ser "inflexivelmente ateus marxistas" e que todas as religiões, entre elas a verdadeira religião, a Igreja Católica, devem obediência ao partido. "Os grupos religiosos (...) devem aderir à liderança do Partido Comunista Chinês", afirmou Xi Jinping que pediu aos membros dos principais órgãos de poder para permanecerem atentos e "resolutamente manterem a guarda contra infiltrações vindas do exterior através de meios religiosos". "Devemos guiar e educar o círculo religioso e os seus seguidores com os valores socialistas", afirmou ainda, apelando ao desenvolvimento de esforços para "combinar as doutrinas religiosas com a cultura chinesa", ou melhor, com a cultura comuna, pois "as políticas e teorias religiosas do Partido Comunista Chinês demonstraram estar correctas no passado" (correctas??).
Desde que Xi Jinping assumiu o poder em 2012, as autoridades tornaram-se mais repressivas em relação aos católicos (o que é péssimo) e também às seitas como o islão (o que é excelente): em Zhejiang têm sido demolidas igrejas e retiradas cruzes colocadas no exterior de edifícios e na região autónoma de Xinjiang o islão está a ter sérios contratempos para poder ser posto em prática, como por exemplo com a proibição do Ramadão e do uso de barbas longas e véus.
A República Popular da China desistiu de tentar destruir a religião e as seitas na década de 70 do século passado, optando antes por controlá-las de modo a fazer prevalecer a retórica comunista como forma de garantir que os valores e as posições do partido não sejam comprometidos. Foi assim que surgiu a patética seita da Associação Patriota Católica Chinesa em 1957, separada da Igreja Católica após o rompimento de relações com o Vaticano. Esta felizmente vai continuando a subsistir heroicamente às escondidas.

Áustria: nacionalismo ganha na primeira volta das eleições presidenciais

Esta é uma excelente notícia derivado à crise dos refugiados e também à gradual perda de confiança da população nos principais partidos políticos que dominam na Áustria desde a II Guerra Mundial. 



É assim a democracia. Força, FPÖ (Freiheitliche Partei Österreichs - Partido da Liberdade da Áustria)!

"Nós acreditamos na nossa juventude (e não na imigração/invasão muçulmana)"

Gangue de cadastrados espanca agente da PSP

Isso aconteceu num bar na Amora, na margem sul. 15 homens com cadastro por tráfico de droga espancaram um agente da PSP do Seixal de 47 anos e com 26 anos de carreira que estava de folga no passado sábado e este defendeu-se com a sua arma pessoal, atingindo um dos agressores numa virilha. O agente acabou por ser salvo com a chegada de reforços e não sabe por quanto tempo vai agora ficar de baixa.

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Viva a liberdade! 25 de Abril, sempre! Fascismo nunca mais! Bendita descolonização exemplar!

Bancária desviou 20 milhões de € a 20 clientes VIP e desapareceu


Sim, foi mesmo isso que aconteceu, diz aqui. A consultora financeira Ana Mafalda Spínola Carvalho Prazeres, de 57 anos, fugiu depois do desfalque e está agora a ser procurada pela Polícia Judiciária. Antes disso esteve no Hospital da CUF Infante Santo, em Lisboa, onde se encontrava a recuperar de uma indisposição que sofrera.

E veio o dia de S. Traidor…!


E veio o dia de S. Traidor...! 
Como é próprio de uma época em que a traição, a vileza, a covardia e a abjecção são os traços dominantes, o que se censura hoje a Salazar é o que ele teve verdadeiramente de grande e elevado. Classifica-se de atitude suicida a sua oposição férrea e persistente a todos os oportunismos e a todas as diversas soluções políticas que traduziam apenas a vontade de não lutar pela integridade das fronteiras seculares de Portugal quando foi esse, ao invés, um dos seus mais belos títulos de nobreza: ter reconhecido lucidamente que a única solução política digna era combater à outrance pela grandeza da Nação que só existia esse meio de conservar o que era nosso há centenas de anos e de assegurar um futuro de prosperidade e ordem e que, assim, no caso de se perder tudo o resto, se salvava, ainda, o bem mais precioso de um povo que é a sua honra. Porque sobrevive-se enquanto Pátria a uma derrota gloriosa, mas não a um abandono ao inimigo por comodismo, medo, indiferença pelo interesse comum. (...) 
Ainda não tinha fechado os olhos e já se entrava no caminho das autonomias crescentes para as províncias ultramarinas (que – admitia-se sem rebuço – viriam acaso a produzir a independência futura das mesmas) como se a missão do Estado fosse andar a semear Brasis pelo mundo, em vez de velar pela intangibilidade do património histórico e espiritual herdado dos antepassados. Depois, os ventos semeados deram as tempestades previsíveis. Veio o dia de S. Traidor e iniciou-se, oficialmente, a construção de um país novo – ou antes de uma horda movida pelos instintos de prazer e egotismo – para o que procedeu, desapiedadamente, à destruição do que era um autêntico país – o nosso país. Em nome da edificação de um Portugal maior, reduziram-no a um inviável e anárquico rectângulo peninsular. Em nome da liberdade, impôs-se a ideologia obrigatória do antifascismo. Em nome dos direitos do homem, espancou-se, torturou-se, elaboraram-se leis penais com efeitos retroactivos, agravadas a seguir por uma triste assembleia que se chama da República. Em nome da paz, centenas de milhares de brancos, pretos e mestiços tombaram vítimas da descolonização exemplar, ao passo que milhões de outros, sem serem ouvidos e achados, foram entregues ao jugo soviético. Em nome do bem-estar dos desfavorecidos e desprotegidos, arrasou-se a economia, estabelecendo-se o princípio, que conduz à miséria geral, de que o importante é diminuir o trabalho e aumentar o ganho. Em nome da independência nacional, mendigam-se empréstimos aos capitalismos lá de fora, empenhando-se o que nos resta. (...) 
Mas enquanto os coveiros da nação se arrastam no seu carnaval, aqueles para quem a fidelidade não é uma palavra vã, para além dos vermes e pigmeus actuais, volvem as suas mentes e corações para a figura cimeira de Salazar, o derradeiro estadista nascido nesta terra para quem se pode erguer o pensamento sem se ter de corar de pejo e tristeza. 

António José de Brito in “A Rua”

Antes e depois de Abril

Antes de Abril havia fome, diz o antifascista. Agora só há dois milhões de pobres e milhares de sem-abrigo.
Antes havia muito racismo, mas o capitão da selecção portuguesa de futebol no Mundial de 1966 era um preto. Hoje, quantos deputados de cor têm os campeões do anti-racismo, Bloco, PCP e PS? 
Antes ia-se preso por escrever. Depois, quantos já foram perseguidos pelo que escreveram? 
Antes não se podia ter certos livros. Depois, já em 2006, quantos viram livros apreendidos, entre eles uma simples biografia de D. Afonso Henriques?
Antes havia prisões sem julgamento. Depois, quantos estiveram presos durante meses sem acusação (no caso de Kaúlza de Arriaga mais de um ano)? 
Antes havia tortura. Depois, quantos foram torturados (incluindo o mais condecorado militar português, africano)? 
Antes isto pertencia a meia dúzia de famílias. Agora pertence a quantas dúzias? 
Antes havia muito analfabetismo. Agora quantos analfabetos de facto existem? 
Antes podia-se ir preso por dá cá aquela palha. Agora, pode-se não ir preso mesmo sendo um corrupto de primeira água. 
Antes...


As verdadeiras razões que levaram à revolução do 25 de Abril! Aquilo que nunca te contaram


A revolução do 25 de Abril de 1974 serviu para derrubar um governo ditador, para proteger os cidadãos, foi o que nos ensinaram sempre na escola. No entanto a VERDADEIRA “verdade” foi revelada AGORA por um dos capitães envolvidos numa reportagem ao Canal História, e é REVOLTANTE! 

Confesso que me vieram vómitos à boca quando vi a reportagem, vómitos de revolta pelos motivos que levaram à revolta dos militares que podia ter terminado em tragédia para os cidadãos inocentes, mas ainda mais vómitos de revolta por durante todos estes anos estes “burgueses” terem ocultado a realidade dos factos, “pintando” a história “bonitinha” para o povo português engolir. 

Passo a citar: 

Para o ‘capitão de Abril’ Otelo Saraiva de Carvalho bastam 800 militares para derrubar um governo, mas «um novo 25 de Abril» só deverá acontecer com a perda de direitos dos militares. 


Em entrevista à agência Lusa, a propósito do livro ‘O dia inicial’, que conta o 25 de Abril «hora a hora», Otelo reconhece que, ao contrário da sociedade em geral, os militares não têm demonstrado grande indignação pelo estado do país, e justifica: «os militares pertencem à classe burguesa, estão bem, estão bem instalados, têm o seu vencimento, vão para fora e ganham ajudas de custo, são voluntários e os que estão reformados ainda não viram a sua reforma diminuída». 

Mas, na perspectiva deste obreiro da ‘revolução dos cravos’, «a coisa começará a apertar, no dia em que os militares perderem os seus direitos». «Se isso acontecer», sublinhou, «é possível que se criem as tais condições necessárias para que haja um novo 25 de Abril». 

Otelo Saraiva de Carvalho lembrou que o movimento dos capitães iniciou-se precisamente por «razões corporativistas», nomeadamente quando «os militares de carreira viram-se de repente ultrapassados nas suas promoções por antigos milicianos que, através de um decreto-lei de um governo desesperado por não ter mais capitães para mandar para a guerra colonial, permite a entrada desses antigos milicianos». 

«Esses capitães são rapidamente promovidos a majores e ultrapassam os capitães que estavam a dar no duro e tinham quatro anos de curso», adiantou. 

Otelo lembra que, «quando tocam nos interesses da oficialidade, ela começa a reagir. Há 37 anos, essa reacção foi o movimento de capitães», que culminou no derrube de um regime com 48 anos. 

Este ‘capitão de Abril’ chama a atenção para a mudança de circunstâncias que se registou nos últimos 37 anos, nomeadamente o facto das forças armadas ao nível das praças – soldados, cabos e sargentos – serem hoje voluntários. 

«Se a esta gente voluntária cortarem direitos adquiridos, então o caldo está entornado», avisou. 

Questionado sobre a existência de condições para os militares protagonizarem uma revolução, Otelo é peremptório: «para derrubar um governo basta, como se viu, 800 militares. chegam, desde que estejam empenhados nisso». 

Fonte: lusa/sol (http://www.sol.pt/noticia/16656) 

Os governos que se seguiram sempre souberam a verdade por detrás do 25 de Abril, a revolução NUNCA foi orquestrada para proteger o povo e livrar-nos de uma ditadura, isso foi o “peixe que sempre nos venderam”. O verdadeiro motivo foi PORQUE MEXERAM NOS VENCIMENTOS DE UNS CAPITÃOZINHOS BADAMECOS! 

Porque é que os governos sucessivamente continuam a mandar-nos a nós, e às crianças na escola, serradura para os olhos, ocultando os reais motivos da revolução? Simples. Sem 25 de Abril aquela corja de chupistas não tinha emprego! 

Infelizmente não consegui gravar a reportagem que vi no Canal História, onde se deu esta entrevista, agradecia que alguém que tivesse condições de o fazer que a gravasse para publicarmos aqui, já procurei no Youtube e não achei…

Perante estes factos, estás à espera que uma nova revolução derrube o governo? Achas que os militares estão preocupados com os cidadãos? Faz o teu dever e partilha isto, isto É UMA VERGONHA NACIONAL, TODA A GENTE PRECISA DE SABER ISTO!


Fonte: Portugal Glorioso

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Portugal começou a morrer há 42 anos

Faz hoje 42 anos que uma revolução de uns tais cravos perpetrada por militares interesseiros de tendência esquerdista lixaram Portugal e a Pátria. Dizem os abrilescos, que ainda hoje em dia procuram fazer a cabeça das pessoas, principalmente logo desde a tenra idade, que foi para mandar uma horrível ditadura abaixo porque o povo estava cansado do fascismo e queria uma democracia, quando na verdade o intuito era mandar a ditadura de Direita abaixo para instaurar uma ditadura estilo soviético idealizada pelo pulha traidor Álvaro Cunhal. A coisa para os comunas, no entanto, correu mal (25 de Novembro, convenientemente ocultado pela história globalista), mas isso agora não interessa a ninguém, pois os comunas adoram agora a versão inventada de que foram eles que lutaram pela "liberdade" contra o maldito fascismo, destruindo todo um império entregando as colónias aos traidores e resultando naquilo que Portugal hoje desgraçadamente é: um país sem futuro e em muitas coisas ainda pobre e atrasado.

Ah, dizem, mas hoje em dia há democracia! Pois há, mas queixam-se na mesma! Dizem que os políticos são todos iguais, que são uns corruptos, que estão-se a cagar para o povo! Querem um político honesto? O dr. Salazar! Mas este não serve, pois era fascista, certo? Ah, mas, como dizem, há democracia! Pois há, tanto assim é que muitos portugueses desprezam-na, não indo nunca votar, preferindo antes ir à praia ou aos shoppings nos dias das eleições... Foi para isso que se lutou pela democracia?

Uma das falácias usadas pelos pró-25 de Abril é o facto de Portugal ser pobre e que se demorava imenso tempo para de ir Lisboa até ao Porto ou outras localidades. Ou que não havia muitos bombeiros. Ou hospitais. Sinceramente só não sei porque é que não acusam também Portugal pré-25 de Abril de não ter a Internet, telemóveis ou a TV por cabo! O que é que o desenvolvimento tem a ver com o regime? Pensam os idiotas que em França vivia-se melhor há 30 anos do que agora? Ou que em Inglaterra já havia as autoestradas que há hoje há 50 anos atrás? Que na Alemanha o poder de compra dos alemães não melhorou muito nas últimas décadas? E até mesmo em países não-democráticos controlados pelo comunismo como a República Popular da China, não melhorou muito o nível de vida das pessoas com o passar do tempo? Reparem na suprema ironia: os únicos países do mundo onde não existe democracia são todos países controlados pelo comunismo! Não são os comunas que lutam pela liberdade?


Não é possível falar do fatídico 25 de Abril de 1974 sem falar do dr. Salazar. O que os idiotas não querem contar à malta, muito certamente porque lhes foi imposto um enxerto de esterco dentro das suas cabeças quando eram novos, é que o dr. Salazar fez milhares de obras públicas de grande interesse para Portugal: estradas, edifícios públicos (escolas, pontes, hospitais, quartéis, tribunais), bairros sociais para os pobres (foi com o Estado Novo que nasceu o conceito de Estado Social), barragens (como a espectacular barragem dos Conchos, na Serra da Estrela), etc. O dr. Salazar nasceu pobre e nunca ninguém veio dizer que ele roubou o que quer que seja do país (o próprio Mário Soares garantiu que o dr. Salazar não roubava e o Otelo Saraiva de Carvalho concordou que o dr. Salazar era honesto, ao contrário deles, é claro), tendo até deixado toneladas e toneladas de ouro nos cofres do país. E fica aqui uma pertinente questão para os pró-25 de Abril: como é que estava Portugal antes do dr. Salazar pôr as mãos no país? Não estava falido, seus totós? Em 36 anos Salazar fez mais pelo país que qualquer governo eleito. Acusam-no de ser um maldito ditador por ter defendido o país de tudo o que é escumalha: comunas, maçons, instigadores ao caos ou os que tinham inveja do nosso império (EUA, a URSS, a China, etc.). Se o dr. Salazar, por ter sido honesto, governado com grande lucidez e zelado pelos interesses de Portugal, foi horrível, pois então que haja mais gente horrível assim, que é dessa gente que Portugal precisa urgentemente!

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Se foi para isto que se fez o 25 de Abril, então só me resta dizer: "não, obrigado". O mais engraçado é haver patetas que dizem que é necessário um novo 25 de Abril, ou que Abril afinal não se concretizou ainda, mas ainda assim gritam na mesma todos contentes "25 de Abril, sempre! Fascismo nunca mais!", o que demonstra que essa gente mete nojo. E o povo, básico por ser ignorante, ainda bate palmas... Devemos mas é comemorar sempre o dia 24 de Abril, pois fez ontem 42 anos que Portugal viveu o último dia em que era do tamanho da Europa, não tinha dívida pública, tinha um crescimento de 9% e era verdadeiramente independente...


Sim, não há dúvida que Portugal agora é que está mesmo muito bem, pelo menos melhor, ou muito melhor, mas é que nem sequer tem comparação!, que dantes. Enfim, cada qual tem o que merece e Portugal infelizmente pelo visto merece mesmo isto...

O Papa Francisco era para levar cristãos sírios com ele mas mudou de ideias?

Os refugiados cristãos são verdadeiros refugiados, mas o Ocidente "cristão" não quer saber deles
Os refugiados cristãos sírios Roula e Malek Abo, que são irmãos, disseram que eles eram dois dos 12 refugiados que o Papa Francisco levaria para Roma, mais precisamente para comunidade de Santo Egídio. Tinha-lhes sido prometido na ilha grega de Lesbos que eles iriam ter uma vida nova em Itália, mas algo entretanto mudou e no lugar deles foram uns compatriotas seus da seita islâmica.

Está por acaso a haver alguma guerra no Paquistão?!
Os dois irmãos chegaram à Grécia três dias depois do entendimento entre a União Europeia e a Turquia para a deportação dos refugiados e não sabem ainda se vão ou não ser encaminhados para a Turquia. O porta-voz da comunidade de Santo Egídio, Massimiliano Signifredi, disse desconhecer o motivo que levou o Vaticano a mudar de ideias depois da selecção já ter sido feita e o Vaticano recusou-se a fazer comentários sobre isso.

Chico, olha só o que diz aqui: "São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria,
ainda quando o mesmo Messias disse: ó israelitas, adorai a Deus, que é meu Senhor e vosso. (...) Se não
desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles" (Sura 5:72-73)
Estes cristãos sírios são mesmo refugiados, ao contrário dos falsos refugiados que são na sua esmagadora maioria muçulmanos. Muitos deles são migrantes económicos e nem sequer fogem de zonas de guerra ou de conflitos. "Eles mataram os cristãos em Raqqa, nós ouvimos isso, portanto é claro que nós tínhamos de ir embora", disse Roula, de 22 anos. Malek, de 28, acrescentou: "Nós ficámos o máximo de tempo possível porque não é fácil arranjar dinheiro para sair da Síria. Leva-se 50 anos para comprar uma casa portanto não se decide sair num minuto".

Este Papa não é cristão mas sim uma enorme fraude!!
E assim o Papa Francisco abandonou estes cristãos, irmãos da sua fé, desiludindo-os e deixando-os incertos quanto ao seu futuro...