sábado, 28 de maio de 2016

Notas soltas

O Special One José Mourinho sempre vai orientar o Manchester United. Classificando o Manchester United como "um clube gigante que deve estar reservado aos melhores treinadores", o treinador português de 53 anos afirmou que quer "ganhar. E preciso que os adeptos e os jogadores sintam isso também desde já". "Ser treinador do Manchester United é uma honra especial. É um clube conhecido e admirado no mundo. Tem uma mística e uma paixão que nenhum outro clube consegue igualar", disse ainda. "Estou pronto para este desafio. Estou orgulhoso. Honrado. Mal posso esperar pelo dia 7 de Julho para ir para o relvado trabalhar".

Está finalmente encontrado o sucessor à altura do sir Alex Ferguson
Vai haver amanhã (domingo) uma manifestação em Lisboa que vai juntar escolas, pais, professores e funcionários do ensino particular e cooperativo contra os cortes nos contratos de associação. Tudo gente que não quer pagar os estudos dos seus filhos do seu próprio bolso.

Mas que importa isso? A geringonça está a funcionar às mil maravilhas...
O Bloco de Esterco quer que a "mudança de sexo" possa ser feita a partir dos 16 anos e defendeu que não é nenhuma incoerência da parte do partido porque o mesmo defende que aos 16 anos uma pessoa já deveria poder votar. No entanto, para conduzir ou comprar cigarros só mesmo a partir da maioridade...

Quem quer mudar de sexo precisa de tratamento psiquiátrico, tal como a malta do Bloco
Em Almada, na zona dos Capuchos, uma jovem militar da GNR de 24 anos foi perseguida e esfaqueada por três homens (alógenos?) depois de ter saído do serviço, no passado dia 22. A militar ficou inconsciente depois do ataque, mas, segundo o comando da GNR de Setúbal, já está tudo bem com ela depois de ter sido transportada para o Hospital Garcia de Orta e os três larápios já andam a ser procurados.

Nos tempos doutra senhora é que estava-se mal e agora é que é fixe...
O parlamento japonês, Dieta, deu luz verde a uma lei com vista a combater o "discurso de ódio" e as "diatribes xenófobas" contra os estrangeiros, mais precisamente os coreanos. São qualificados como "discurso do ódio" todos "os propósitos públicos que se dirijam abertamente contra o corpo, os bens ou ainda as liberdades das pessoas originárias de países ou regiões outras que não o Japão, convidando a excluí-los da sociedade". "Os discursos de ódio, que negam a dignidade e a igualdade dos homens, fazem um número crescente de vítimas, crianças e adultos que são feridos para sempre", sublinhou o deputado que propôs o texto, Toshio Ogawa, eleito por um partido de centro-esquerda. Segundo consta, nos últimos anos Tóquio e outras cidades japonesas têm assistido a importantes campanhas xenófobas levadas a cabo por grupelhos de "extrema-direita" (ou antes se calhar da extrema oposta?). A nova lei vai agora proibir a segregação na entrada de clubes de karaoke, estádios ou outros locais públicos de diversão e lazer que ousam por vezes afixar à porta um "reservado a japoneses".

O "discurso de ódio" no Japão já chegou mesmo a preocupar a ONU
Wang Weixing, um estratega do Exército Popular de Libertação da República Popular da China (RPC), publicou na passada terça-feira um texto no jornal internacional Herald Leader que diz que a Tsai Ing-wen, a nova presidente de Taiwan, ou República da China (ROC), é uma "radical" por ser uma solteirona, ou seja, alguém que "carece de equilíbrio emocional pelo facto de nunca se ter preocupado com o amor da família e com o bem estar dos filhos". O mesmo artigo deixou, no entanto, de estar disponível por motivos desconhecidos. Segundo vários analistas, com a Tsai Ing-wen aumentará a tensão entre a RPC e a ROC, pois tanto a Tsai Ing-wen como o seu partido, Partido Democrático Progressista, não reconhecem o "Consenso de 1992" acordado entre o Partido Comunista e o Partido Nacionalista e que professa que existe uma só China, mas com duas diferentes interpretações desse princípio.

Tsai Ing-wen a fazer o juramento, na tomada de posse, perante a bandeira da
ROC e da foto do dr. Sun Yat-sen, o fundador da nação chinesa moderna
Há uns dias atrás, um professor fez sexo com uma aluna numa sala de aula da Universidade de Guangzhou, a capital da província chinesa de Cantão, em plena luz do dia. O acto foi filmado com um telemóvel através de uma janela da sala e acabou por ser divulgado na Internet. Não sabemos se o docente foi ou não punido por violação do código de conduta. Só sabemos que o estabelecimento de ensino investigou o caso...

O vídeo pode ser visto aqui
Na Índia, país que parece querer ultrapassar a China como o país mais populoso do mundo (já tem mais de 1200 mil milhões de pessoas), nasceu o bebé mais pesado do mundo: 6,8 quilos. A mãe da criança, que por acaso é uma menina, chama-se Nandini e tem apenas 19 anos, o que significa que ainda pode ter mais uns cinco ou seis filhos ao longo da sua vida, isso arredondando o número para baixo. Tanto o médico que fez o parto, Venkatesh Raju, como a ginecologista que acompanhou Nandini, Poormina Manu, ficaram admirados. Quem não ficaria?

"Ela nasceu grande e linda", disse Poormina Manu ao Metro UK
No Brasil, a mãe duma estudante denunciou nas redes sociais um caso em que a sua filha teve zero numa pergunta de um teste por ter defendido o capitalismo contra o esquerdismo! A pergunta tinha a seguinte introdução: "O processo de globalização, que vive o mundo de hoje, propõe como elemento de estabilidade social, económica e política, o velho paradigma das leis de mercado. (...) sobrevive só quem tem competência". Seguia-se a questão: "Considerando o texto acima, podemos afirmar que o capitalismo fundamenta a lógica imoral da exclusão. Justifique tal afirmativa". A estudante respondeu assim: "Não concordo que o capitalismo fundamenta a lógica imoral da exclusão. Muito pelo contrário. O capitalismo amplia empresas, gerando assim, empregos. O capitalismo dá oportunidades a todos, diferente do comunismo e socialismo que não deu certo em nenhum país. A exclusão não está relacionada ao capitalismo, porque ele não gera pobreza. Fica pobre quem quer, pois ele gera oportunidades. E também tem a meritocracia, que deve ser vista como um plus na sociedade, pois quando se recebe uma oportunidade é possível alcançá-la com mérito e dedicação".

Depois da denúncia, o professor esquerdista foi "cobrado" pelo director...
E já que falamos do esquerdismo como o comunismo e o socialismo, então não é que até o jornal socialista de língua portuguesa aqui de Macau, o Tribuna de Macau, reconhece que, graças ao socialismo/comunismo, a Venezuela passou de um país rico a um país de rastos onde abunda o crime, a violência, a corrupção, a fome e a miséria? Vede lá mas é se a geringonça, que conta com adeptos dos regimes venezuelano, cubano e norte-coreano, não vai fazer o mesmo com Portugal...

Infelizmente nada disto é suficiente para que os esquerdistas que vivem bem abram a pestana...

Há orgulhos e orgulho

Qual é a diferença entre o nazismo, o comunismo e o islamismo?

Imagem retirada da página do Facebook da Liga de Defesa Portuguesa:

Áustria e o Partido das Melancias (por fora são verdes mas por dentro são vermelhos)

A Áustria acaba de eleger um esquerdista como presidente: Alexander Van der Bellen. É uma história que tem tudo para não acabar bem. 
Uma frase estampada num cartaz do ex-partido de Van der Bellen produzido em 2007, época em que ele era seu líder, dizia "qualquer um que diga que ama a Áustria é uma merda". O Partido Verde da Áustria é conhecido por ser contra a própria existência do país como entidade autónoma e soberana. Outro líder do partido recentemente declarou que "a Áustria é um detestável pedaço de merda e isso não é uma questão subjectiva, é facto". 
Van der Bellen e seus ex-correlegionários acreditam que a Europa deveria ser integrada num único grande país, fazendo com que a Áustria e os seus vizinhos se tornassem meros Estados de uma grande federação, algo como os Estados Unidos da Europa. 
O novo presidente é filho de russos e mostra pouca afinidade com o país. Ele é, evidentemente, um defensor ferrenho da imigração em massa de refugiados do Médio Oriente que são chamados por ele de "jovens e inteligentes trabalhadores". 
É para estes radicais do Partido Verde austríaco que toda a imprensa ocidental torceu como louca, jogando seu jogo habitual de chamar de extremista o outro lado. Com o medo despertado pelas posições dos verdes, a resposta de muitos é diminuir o papel do presidente já que a Áustria é parlamentarista, mas é inegável que Van der Bellen terá densidade política e poderá influenciar directamente os rumos do país. 
O resultado desta eleição é um país dividido por duas razões realmente preocupantes: 
  1. Numa eleição com 4,6 milhões de votos, Van der Bellen venceu Norbert Hofer por míseros 31 mil votos. Como 700 mil votos foram enviados pelo correio, há fortes suspeitas de fraude eleitoral envolvendo estes votos, o que tira ainda mais a legitimidade do vencedor. 
  2. 81% dos austríacos com nível superior votaram em Van der Bellen, enquanto 86% dos trabalhadores sem diploma votaram em Norbert Hofer. Traduzindo: enquanto a elite vota num comunista que quer literalmente acabar com o país e encher o seu território de imigrantes do Médio Oriente, o trabalhador médio está aterrorizado com a invasão e em total oposição à elite. A Áustria virou uma panela de pressão. 
O mais preocupante é que qualquer partido político na Europa que ouse emitir uma opinião contra a invasão indiscriminada de imigrantes do Médio Oriente é tachado pela imprensa e pela academia de "extrema-direita xenófoba e racista", o que pode indicar um caminho sem volta para a Europa. 
Enquanto a imprensa comemora a vitória do seu comunista (A.K.A. "ambientalista") de estimação, a Áustria começa a flertar com a ruptura do tecido social. Quem ainda não conhece a Europa, recomendo que vá logo. Em alguns anos, o velho continente que você conhece dos livros pode virar apenas uma vaga lembrança.

AB


Uma mesquita na Mouraria

A primeira notícia que li sobre o assunto saiu no PÚBLICO do passado dia 18, mas a desatenção é minha: em Outubro de 2015 já vários jornais haviam dado conta da intenção da Câmara de Lisboa em construir uma nova mesquita na Mouraria. Deixem-me sublinhar logo à cabeça, que é para não pensarem que receio a infiltração do Daesh na Baixa de Lisboa, que nada me move contra mesquitas. Aliás, se há sítio onde faz sentido construí-las é na Mouraria, como o próprio nome indica. A minha questão é muito mais comezinha, e não tem nada a ver com o papão do terrorismo islâmico. Ela resume-se a duas breves palavras e um ponto de interrogação: quem paga? 
A notícia do PÚBLICO centrava-se em António Barroso, proprietário de dois edifícios que a câmara decidiu expropriar e demolir para a construção da mesquita e requalificação da Praça da Mouraria. António Barroso quer mais dinheiro pelos imóveis – a câmara oferece 530 mil euros, ele pede dois milhões. Se valem isso ou não, não faço ideia, mas consigo identificar-me com parte das suas queixas. Argumenta o senhor Barroso que quando avançou com a recuperação dos prédios, em 2006 e em 2009, foi obrigado a cumprir uma longa lista de exigências e restrições para respeitar os traços arquitectónicos originais. Agora, que é para deitar abaixo, a câmara argumenta que os edifícios “não apresentam especial interesse arquitectónico”. Eis, em todo o seu esplendor, o típico duplo critério da burocracia pública nacional. 
Mas por muito injusta que seja a situação do senhor Barroso, a questão fundamental para o erário público não é quanto dinheiro vai ele receber, mas quem é que lho vai pagar. Todo o artigo está escrito no pressuposto de que é a própria câmara, até porque foi ela que assinou a “declaração de utilidade pública de expropriação com carácter de urgência”. Ora, vão desculpar-me: eu percebo com muita dificuldade que o mesmo Partido Socialista que no país é tão lesto na defesa da laicidade – como ainda recentemente se viu a propósito dos contratos de associação com escolas católicas –, seja tão lento na defesa da laicidade em Lisboa quando se trata de construir uma mesquita. 
Eu sei que dá certa panache percorrer a Mouraria de tuk tuk enquanto se escuta o muezim no alto do minarete. É um espectáculo bonito, sim senhor, e até poderia ser patrocinado pela Associação Turismo de Lisboa. Mas a laicidade não diz respeito apenas ao Catolicismo, pois não? É que às vezes parece. Quando se fala em católicos, a esquerda é toda laica – e quer a Igreja longe dos dinheiros públicos. Quando se fala em muçulmanos, a esquerda é multicultural – e chega-se à frente com o cheque. Alguém me consegue explicar a lógica disto, se faz favor? Ou é uma situação habitual, e a câmara também patrocina igrejas, sinagogas e templos de Shiva? 
Infelizmente, a câmara não esclareceu o PÚBLICO sobre o tema. E também não esclareceu a Lusa: “As questões têm de ser analisadas por diferentes serviços, tendo em conta a complexidade do assunto”. Contudo, em Outubro, o vereador Manuel Salgado esclareceu, ao menos, os números: 2,9 milhões de euros para expropriar, requalificar o espaço e construir a mesquita. A cargo da comunidade muçulmana ficariam apenas “os acabamentos”. O presidente da câmara celebrou o facto como uma “marca de abertura e de que todos são bem-vindos”. Eu, claro, também acho óptimo que todos sejam bem-vindos. Só acho péssimo que sejam os meus impostos a subsidiar o culto de Alá.

26 de Maio de 2016

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A quem de direito

Islão: o que os outros dizem

Sputnik e Pamela Geller: foram detidas quatro pessoas na Bélgica, na passada quarta-feira, por planearem um atentado terrorista islâmico. Os quatro muçulmanos foram detidos na Flandres e levados a interrogatório, tendo já dois deles saído em liberdade condicional (pois...). O grupo é ainda suspeito de recrutar jihadistas...

Como é que os "islamofóbicos" podem esperar mais atentados
terroristas se estes têm andado a ser impedidos pelas autoridades?
Sudinfo.be: já cerca de 7% da população belga é muçulmana (781.997 vivalmas) e 23% dos muçulmanos que estão na Bélgica vivem em Bruxelas. Esta é a conclusão de um estudo realizado pelo sociólogo Jan Hertogen, da Universidade Católica de Louvain.

Ainda bem que a islamização do Ocidente e a Eurábia são um mito...
Gatestone Institute: o Estado Islâmico (EI) está agora mais perto da Alemanha depois de se ter verificado mais casos de violência muçulmana no país da Angela Merkel. O primeiro caso inspirado no EI foi o de uma menina de 15 anos que é alemã apesar da sua ascendência marroquina, Safia, ter esfaqueado e ferido gravemente um polícia em Hanover em Fevereiro passado depois do agente lhe ter pedido que lhe apresentasse os seus documentos. "A criminosa não demonstrou nenhuma emoção", disse um porta-voz da polícia. "A sua única preocupação era com o seu véu. Estava preocupada em manter o véu correctamente após ser detida. Não queria sequer saber se o polícia tinha sobrevivido". A 3 de Março, o promotor público de Hanover, Thomas Klinge, revelou que Safia tinha viajado para a fronteira entre a Turquia e a Síria em Novembro de 2015 para se juntar ao EI, mas a mãe dela conseguiu convencê-la a regressar à Alemanha. O diário Die Welt reportou que Safia era membro do movimento salafista local desde 2008, quando tinha apenas sete anos, aparecendo em vídeos de propaganda islamista ao lado de Pierre Vogel, um alemão nativo convertido ao islão e um dos mais conhecidos pregadores salafistas da Alemanha. Nos vídeos, Vogel, também conhecido por Abu Hamza, elogia Safia por ela usar um véu na escola e por saber recitar versos do Alcorão.

Esta é a "nova alemã" Safia e, de novo, ainda bem que
a islamização do Ocidente e a Eurábia são um mito...
Merkur.de: ainda na Alemanha, a polícia da Baviera está a recrutar "migrantes" sem nacionalidade alemã! Segundo o ministro do Interior, Joachim Herrmann, os de origem imigrante têm mais experiência a lidar com os criminosos de origem imigrante, pois falam a mesma língua e conhecem melhor a mentalidade deles...

Ao que chega a demência na Alemanha...
Iraqi News: o EI executou cinco espiões iraquianos por imersão em ácido nítrico, em Mosul, no Iraque. Segundo uma testemunha, os 25 homens foram amarrados e imersos, vivos, numa grande bacia até se dissolverem. O EI pretende recuperar os territórios perdidos (quase 40% no Iraque e 10% na Síria) pela coligação internacional.

O mais fixe é que o EI acolhe a simpatia de uma grande parte
dos muslos (81%), diz uma sondagem da Al-Jazeera
Amigo de Israel: graças ao apoio do Barack Hussein Obama, o Irão pôde agora afirmar que pode destruir Israel, o "regime sionista", em apenas oito minutos se o ai-a-tola Ali Khamenei, o líder supremo iraniano, emitir a ordem. No início deste mês, o Irão, que tem vindo a aumentar a sua capacidade nuclear apesar do acordo nuclear assinado com as seis potências mundiais no Verão passado, testou um míssil balístico de alta precisão que pode atingir Israel.

O terrorista Obama deve estar radiante, ele que ainda não saiu do poder
mas há quem esteja a defender que ele já está a deixar saudades!
Newsweek: um clérigo saudita proibiu as pessoas de tirarem fotos com gatos. Sheik Saleh Bin Fawzan Al-Fazwan disse que os muçulmanos que fazem estas coisas estão a querer ser como os ocidentais. Para os que não sabem, o gato era o animal favorito do Maomé. Porque então é que continua a haver barbaridades contra gatos cometidos por muçulmanos que são fotografadas??

Muçulmanos algures em África crucificaram um gato para gozarem com Jesus Cristo
por causa de um filme anti-islâmico. Claro, a culpa só podia mesmo ser dos cristãos...
Totalitarismo Universalista: uma jovem muçulmana de 15 anos estacionada na Suécia há oito e de nome Sara é, pelo que podemos ver no vídeo, vítima duma tal "islamofobia" desde que chegou ao espectacular país progressista do norte da Europa. Não sabemos porque é que a Sara, que afirmou que nunca se integrará nem tampouco aceitará a democracia, ainda não bazou da Suécia. Ah, talvez saibamos sim, ela quer ajudar a fazer a sua parte para islamizar a Suécia, coisa que muitos alucinados insistem em acreditar que é um mito...

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Este vídeo é do grupo islâmico Hizb ut Tahrir e tem como título 
"Juventude Muçulmana: Pioneiros da Verdadeira Mudança"

O Século das Nuvens: houve (mais) uma manifestação anti-islâmica na Polónia, mas precisamente em Wrocław. Mais uma de tantas evidências de que o povo polaco é "islamofóbico" por não querer muçulmanos na sua terra. O grande rei católico Jan III Sobieski deve estar orgulhoso, ele que certamente foi o primeiro grande "islamofóbico" polaco...

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A Polónia insiste em não querer aderir à demência da maçónica União Europeia

Bare Naked Islam: e por falar em "islamofobia", ahá, eis aqui a solução para ela! O grupo terrorista islâmico norte-americano CAIR (Conselho para as Relações Islâmicas e Americanas) criou uma campanha em jeito de anúncio publicitário com o Islamophobin, o "medicamento" para a "islamofobia"! Isto só pode ser um bom sinal lá nos EUA, pois deve querer dizer que a "islamofobia" está em crescendo por lá...

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Depois de curado, o ex-"islamofóbico" vai passar a querer decapitar pessoas,
praticar "crimes de honra", perseguir cristãos, queimar igrejas, violar "infiéis", etc.

As novas da engenharia social neomarxista no Ocidente...

Na Austrália, «o chefe do Executivo do estado da Victoria, Daniel Andrews, pediu oficialmente desculpas por leis antigas que criminalizavam a homossexualidade e que enviaram para a prisão milhares de pessoas.» 

No Reino Unido, uma mulher decidiu casar consigo própria: «Sophie Tanner tinha 36 anos e estava solteira. Desde criança que o seu sonho era casar e, mesmo sem namorado, a britânica não desmoralizou. No ano passado decidiu casar consigo própria.» 

Ainda no Reino Unido, um professor universitário defendeu, numa entrevista, que os pais não devem poder ler histórias infantis aos seus filhos, porque «isso coloca em desvantagem as crianças cujos pais não lhes lêem as mesmas histórias». A conclusão do "professor" é a premissa central do marxismo cultural: «devíamos abolir a família» como forma de «resolver este problema de justiça social». Mas atenção, caros leitores, o marxismo cultural é uma teoria da conspiração perpetuada por extremistas de direita! 

O mais insólito é que todas as notícias anteriores parecem quase normais quando se lê a nova tara do Al-Guardian: defender o "estilo de vida alternativo" dos homens que escolhem viver como cães! Não, não estou a gozar, ora vejam só:


A "crónica" do Al-Guardian começa assim: «É fácil rir de um homem adulto dentro de um fato de cão feito de borracha que mastiga um brinquedo que guincha. Talvez fácil demais, porque rir é descartar, é denegrir, é ignorar o facto de que muitos de nós, em algum momento das nossas vidas, encontrámos conforto e alegria em fingir sermos animais.» 

... E este, por incrível que pareça, é o parágrafo mais normal do artigo. Porque depois encontram-se pérolas como esta: 

«Trata-se de nos darmos licença para nos comportarmos de uma forma que sentimos como natural, até mesmo primal. Quando somos cães, não nos preocupamos com dinheiro, comida ou trabalho. É simplesmente uma oportunidade de desfrutarmos da companhia uns dos outros de uma forma muito simples.» 

Eu cá desconfio que eles também devem cheirar o cú uns aos outros! E para aqueles que eventualmente ainda estiverem a esfregar os olhos de incredulidade:

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Trudeaus caídos

Sabe quem é Justin Trudeau, o formoso, não sabe? Esse: o primeiro-ministro do Canadá. O que tem uma franja com os milímetros que cobre a testa tão detalhadamente calculados quantos os centímetros para a direita da cara de José Sócrates aquando do anúncio na televisão do resgate da troika. O que se tuitou numa imagem exibindo a sua força de braços ao suspender-se em prancha sobre uma mesa (chamam-lhe, li, a pose do pavão, que nunca ninguém disse que a realidade não tem um sentido de humor cáustico). E que oferece, com encenação de improviso que consegue convencer crianças de vinte meses e seis dias, lições de computação quântica (baralhando tudo, mas quem quer saber?) 
Justin é – como faz parte da descrição obrigatória do líder de esquerda – avassaladoramente maravilhoso. Bonito (ou assim o dizem), jovem, progressista, um coração de manteiga para os refugiados sírios. Com pedigree familiar (que a esquerda que se diz igualitária nunca deixa de apreciar): é filho de um outro ex-primeiro-ministro canadiano. Ah, claro, e com uma mulher gira, Sophie, que foi à Casa Branca rivalizar no guarda-roupa com a fashionista Michelle Obama, também nova, antiga estrela de televisão, mãe de família moderna. 
De acordo com a peculiar forma a preto e branco de ver o mundo do lado esquerdo da vida, o casal Trudeau não pode ser apelativo apenas politicamente. Por decreto é também bonito, sofisticado, culto, moderno, bem vestido, lido, uns pais formidáveis, arrebatadores, estonteantes, enfim, acrescentem aqui todos os adjectivos bons e cintilantes que há no mundo. Uma reedição dos santos de altar para a esquerda convencida que é iconoclasta. 
Mas a beatitude progressista transporta, helás, inúmeros perigos. Supor-se do lado do bem, das pessoas bondosas que transpiram justiça social, imaginar-se como colocando os interesses dos mais desfavorecidos à frente dos seus (enquanto aproveita, no casos benignos, todos os gastos sumptuários que o orçamento pago pelos contribuintes lhe permite; nos malignos trata de engordar a conta bancária nas Ilhas Virgens Britânicas) – e, por cima disto, ser apaparicado pela nata da esquerda da comunicação social, é um veneno poderoso para os egos por regra susceptíveis à lisonja e insuflados. A hubris trata do inescapável tropeção na natureza humana. 
Trudeau já sarapintou a sua reputação celestial. Vejamos. Há dias agraciou-nos com uma exibição deslocada do seu mau feitio – adorável, claro, que ele é um progressista de esquerda – ao puxar com violência um deputado no meio do parlamento. A agressividade foi tanta que deu uma forte cotovelada no peito de uma deputada, aparentemente sem intenção. A seguir fez aquele número em que os políticos se especializam: o de pedir desculpas sem efectivamente pedir. Em vez de se assumir que se fez mal, ponto, e se está arrependido, enrola-se um ‘Se ofendi/magoei/o-que-calhar alguém, peço desculpa’. 
Como os Trudeau são um casal cúmplice que gosta de disparatar junto, Sophie veio reclamar publicamente por um maior staff para se poder dedicar a fazer aquilo que ocupa todo o tempo das pessoas boas de esquerda de coração puro e alma cristalina: ajudar os que a solicitam. 
Quando li a notícia ainda pensei tratar-se de uma discussão relevante: como muitas mulheres conseguem conciliar família e profissão por terem a tremenda sorte (eu agradeço-a todos os dias) de contarem com uma boa estrutura familiar de apoio e empregada doméstica. E como as que não podem pagar pelo serviço doméstico, que outras mulheres lhes prestam, terminam com uma dificilmente ultrapassável barreira à progressão profissional – desde logo pelo cansaço acrescido da sobrecarga de tarefas e usufruírem de menos tempo de descanso. Por fugazes momentos pensei que Sophie Gregoire nos permitiria reconhecer, e conversar sobre isso, que a igualdade de oportunidades ainda só está disponível (e mesmo assim) para as mulheres das classes que podem pagar ajuda doméstica. 
A seguir veio o que a esquerda traz sempre: a desilusão. Afinal Sophie, apesar de não ter sido eleita para nada e de o seu marido não a ter nomeado para qualquer cargo público, entende que os contribuintes lhe devem pagar um staff para poder dedicar-se a uma vida de benemérita sustentada com o dinheiro alheio. 
Bom, podia aqui referir que a mulher do primeiro-ministro canadiano não tem (e muito bem), como ocorre pela maioria do mundo civilizado e até por civilizar, papel oficial a desempenhar. Pelo que este serviço de Gregoire seria só mais um exemplo da tendência da esquerda para se suportar em mecanismos políticos informais, com todos os abusos e cinzentos que estas ambiguidades trazem. Costa também tem o seu dilecto amigo a facilitar negócios, primeiro pro bono (e padeci agora de um ataque de tosse perante tanto altruísmo) e depois por um valor insignificante que é ainda mais suspeito. 
Mas vou ficar-me pela tão evidente traição ao progressismo dos Trudeau. Afinal uma mulher tão moderna e independente aceita ter uma carreira (no caso de benemérita profissional) à pendura do marido? Onde está a exibição orgulhosa de que valemos por nós em vez de pelos pais, irmãos, maridos, namorados? 
Um marido agressivo e uma mulher que depende profissionalmente dele. Que casal mais convencional e entediante. Em suma: um bom retrato da esquerda progressista. Ou dos caídos do Olimpo socialista.

Maria João Marques
25 de Maio de 2016

Poderoso detergente chinês!

Isto, meus amigos, se fosse no Ocidente, aqui d'El Rey, seria racismo, que é, há quem diga convictamente, algo que não existe...

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Uau, os BTS vêm a Macau!!


Tenho uma boa notícia e uma má notícia para a pitalhada aqui de Macau. A boa notícia é que a banda sul-coreana BTS (방탄소년단 - Bangtan Sonyeondan, ou seja, "Putos à prova de balas"), composta por sete jovens borrachos, vai actuar no próximo dia 18 de Junho no Studio City pelas 19:00. A má notícia é que os bilhetes, postos à venda na Internet no passado dia 18, esgotaram-se num ápice.
Vá, às pitas que não puderem ir, aqui fica o videoclipe de uma das canções mais recentes da boysband, 화양연화 Young Forever, que é para não choramingarem:

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Dia 9 de Maio é o dia do Son Goku

Agora o Son Goku também já pode ficar com o cabelo azul (Dragon Ball Z: Ressurrection "F")
Foi criado no ano passado, com carácter oficial, o dia do Son Goku, a personagem principal da série Dragon Ball, no Japão (claro, onde mais?): dia 9 de Maio. Foi escolhida essa data por causa dos números 5 (Maio é o mês cinco) e 9 que em japonês se diz "go" e "kyuu", ou seja, é um som parecido com Goku. O início da celebração dessa data contou com a participação de Masako Nozawa, a mulher que dá a voz ao Son Goku, num evento para assistir ao filme Dragon Ball Z: Ressurrection "F" (ドラゴンボールZ 復活の「Fエフ」) lançado em Abril de 2015. Masako recordou que sempre recebeu muitos papéis masculinos para interpretar e que de início não gostava de dar a voz ao Son Goku (mais tarde também a Son Gohan e Son Goten, os filhos do Son Goku), mas quis o destino que ela ficasse para sempre associada a um dos mais famosos desenhos animados japoneses de sempre.

Masako Nozawa cuidou de toda uma geração dos Super Sayanjin, ou, entre nós, Super Guerreiros

Leões em vias de extinção capturados na Índia


E isto porque os leões asiáticos, uma espécie ameaçada que vive numa floresta do oeste da Índia, no "santuário" de Gir, Estado de Gujarat, têm andado a atacar pessoas. Depois de terem atacado, na semana passada, um rapaz de 14 anos que dormia num pomar de mangueiras na aldeia de Ambardi, perto do último habitat destes animais, as autoridades indianas decidiram capturar uns quantos desses leões para lhes fazer análises e saber porque é que andam a sair do seu habitat e a atacar pessoas, algo que é, defende o chefe de conservação de florestas de Gujarat, J. A. Khan, algo muito raro. Os leões asiáticos são ligeiramente mais pequenos que os seus primos africanos, têm uma dobra na pele ao longo da barriga e felizmente têm vindo a aumentar, com 523 registados nos últimos recenseamentos. Os conservacionistas já sugeriram que alguns dos leões asiáticos fossem transferidos para um lugar diferente para reduzir o conflito com os humanos e evitar que sejam extintos por causa de doenças ou desastres naturais.

O islão é uma ideologia totalitária igual ao nazismo e ao comunismo

Foi isto que disse a advogada checa Klára Samková num debate com o tema "Devemos ter medo do islão?" no senado checo, no passado dia 18. E quem fala assim não é gago. Ou gaga, neste caso.

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A vida de alguém que se simpatiza com a extrema-direita não vale um chavo para os mé®dia


E não só. Para os anormais (na verdadeira acepção da palavra) também.

Tiros entre os manifestantes anti-Trump num comício do Trump em Albuquerque (Novo México)

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Além de tiros, houve também pedras e garrafas arremessadas, na passada terça-feira, mostrando-nos uma vez mais o quão democrática a escumalha anti-Trump é! Que cambada de terroristas! Os liberais são os novos nazis que querem acabar com a liberdade de expressão! Mas afinal porque é que esses carneiros se comportam como neandertais? Foi por os mé®dia e os idiotas úteis terem passado todo este tempo, principalmente desde o início da campanha de Trump, a dizer que o magnata não tinha qualquer hipótese de vencer a nomeação do Partido Republicano por ser um populista, um racista, um tretas, ter um cabelo manhoso, etc. e agora já até ter apanhado a Hillary Clinton nas sondagens??

quarta-feira, 25 de maio de 2016

História da civilização: os povos bárbaros

Os bárbaros infiltram-se no Império 

Os gregos e romanos davam o nome de bárbaros a todos os estrangeiros. Na História, porém, ficou este nome especialmente para designar as tribos selvagens ou semi-selvagens que, fora das fronteiras romanas, viviam uma vida extremamente rude e primitiva, e que fizeram diversas tentativas para vencer o 1.º Império ou a república, apoderando-se dos seus tesouros e conquistando a zona de clima ameno em que Roma estava estabelecida.
A primeira grande invasão dos bárbaros deu-se no tempo de Mário. Os invasores (cimbros), depois de terem invadido a Itália, só não venceram Roma graças aos prodígios de valor militar dos romanos, que fizeram recuar os bárbaros até além do Reno e Danúbio, e estender até esses rios os limites do Império. Mas, mesmo derrotados, os bárbaros constituíam um permanente perigo. Os romanos nunca conseguiram estabelecer duravelmente o seu poderio além das margens desses rios, e frequentemente eram rechaçados, sendo invadidas pelos bárbaros as margens renanas ou danubianas pertencentes aos romanos. 
Roma, porém, absoluta na fruição do seu luxo e dos seus prazeres, não percebia o perigo. Acumulou erros sobre erros. Ela foi, muito mais do que uma vítima dos bárbaros, uma vítima de sua própria incúria. O primeiro erro que cometeu consistiu em colocar o trono imperial à disposição das legiões, que o conquistavam à força ou o vendiam em leilão. De uma só feita, chegou a haver dezasseis candidatos à púrpura imperial. Para vencerem os seus concorrentes, os candidatos ao trono imperial estabeleciam alianças com os povos bárbaros, fazendo-os combater lado a lado dos legionários contra os demais candidatos. Assim os bárbaros foram aprendendo a táctica de guerra dos romanos, e infiltrando-se no seu exército. 
Por outro lado, os romanos e italianos, descendentes dos heróicos soldados que haviam construído a grandeza de Roma, já não queriam mais combater. Por isto foi concedida a isenção de recrutamento à Itália, e os exércitos romanos começaram a constituir-se, não mais de cidadãos altivos, patrióticos e livres, mas de escravos, gladiadores e bárbaros. É fácil compreender que esses elementos não tinham interesse em sacrificar-se até a última gota de sangue, para defender a riqueza romana. Por cúmulo de erro, os romanos chegaram a confiar até os próprios cargos de general aos bárbaros. Finalmente, até imperadores havia, em cujas veias corria o sangue bárbaro. Muito antes de os bárbaros terem invadido o Império com as armas nas mãos, eles já tinham realizado uma imensa infiltração, desde o trono imperial até os ínfimos graus da hierarquia militar. De romano o exército só tinha o nome.

As invasões bárbaras 

Em meados do século IV, quando houve outra invasão de povos bárbaros, o imperador Valentiniano cometeu o erro supremo, abrindo-lhes as portas do Império. 
Na Ásia tinha havido uma grande série de guerras. Os chineses chocaram-se com os topas, e os fizeram recuar. O recuo dos topas atirou-os sobre os tártaros orientais. Acuados pelos topas, os tártaros orientais vieram a chocar-se com os hunos, que invadiram a Europa. Os hunos, por sua vez, atacaram pela rectaguarda os povos bárbaros. Estes então, chefiados pelo bispo Úlfilas, pediram ao imperador autorização para penetrar no território do Império. Dada a autorização aos godos, eles atravessaram o Danúbio em número superior a um milhão, e vieram a estabelecer-se na Trácia. Aí começaram a cultivar terras, etc. Não tardou que os godos entrassem em choque com os romanos. Terríveis represálias de parte a parte pioraram a situação. Os inúmeros godos semi-latinizados, do exército romano, simpatizaram com os godos recém-vindos. O perigo era imenso. 
Finalmente travou-se uma batalha em Adrianópolis, em 376, em que o exército romano sofreu uma tremenda derrota. Dois generais, Estilicão e Rufino, ambos bárbaros, ainda tinham elementos para resistir. Rufino era general e tutor de Arcádio, Imperador do Oriente. Estilicão era tutor e general de Honório, imperador do Ocidente. Ambos os imperadores, muito jovens, eram meros "fantoches" nas mãos dos respectivos generais. Rufino e Estilicão eram rivais. Para se vingar de Estilicão, Rufino cruzou os braços e permitiu que os bárbaros invadissem a Itália e atacassem Roma. Em 410, ela caiu pela primeira vez em poder dos bárbaros. O mundo inteiro teve um grito de horror diante deste espectáculo. 
Quando os hunos caminharam contra Roma, Teodósio II, imperador do Oriente, celebrou com eles um tratado e manteve-se inerte. Na tremenda batalha de Chalons, em que os romanos venceram Átila, os vencedores tiveram medo dos vencidos, e por isto não lhes tolheram o caminho de Roma, onde finalmente Átila chegou. Embora tolhido no seu caminho pelo Papa, Átila era o vencedor. Quando ele morreu, o mundo romano estava destroçado. 
Um importantíssimo factor da vitória alcançada pelos bárbaros sobre Roma foi a crueldade para com as províncias conquistadas. Roma taxava o mundo inteiro com impostos, para alimentar o seu luxo. Cobrava impostos por cabeça. Os pais não podiam, muitas vezes, pagar a quantia exigida, por isto vendiam os seus filhos como escravos e entregavam as filhas aos lupanares. Um historiador disse que, quando chegava o momento da cobrança dos impostos, o mundo romano inteiro enchia-se de lágrimas e de prantos. Um dia apareceu um cobrador de impostos honesto. Era o pai do imperador Vespasiano. As cidades da Ásia ergueram-lhe, por isto, um monumento com a inscrição "ao publicano honrado", a tal ponto os publicanos eram ladrões. Nem os deuses escapavam. Muitas vezes, a título de impostos, cobravam-se os próprios deuses, que eram carregados para Roma, e os templos ficavam vazios. Compreende-se, pois, o fraco empenho dos habitantes dessas províncias em defender Roma contra as invasões bárbaras. 
Átila morreu em 453. Enquanto isto, os bárbaros assolavam as províncias do Império e apoderavam-se delas. Os alanos, vândalos e suevos tomaram a Espanha, onde lutavam uns contra os outros. A Lusitânia foi conquistada pelos alanos, e depois arrebatada a estes pelos suevos. Os vândalos invadiram depois o norte da África, então florescente, onde praticaram crueldades até hoje famosas. Mais tarde entraram em Espanha os visigodos. Os bretões estavam em guerra com os anglo-saxões. Os hérulos criaram uma monarquia na Itália. Rômulo Augusto teve uma pensão concedida por Odoacro, rei dos hérulos, e morreu numa prisão. Os francos, os gauleses, os borguinhões, dividiram a França. Por toda parte, cenas de sangue e de crueldade alucinantes ensanguentavam a Europa. Desse dilúvio ia sair o mundo moderno. 

Costumes dos bárbaros 

Quais eram os costumes desses bárbaros? Em geral altos, musculosos, de olhos azuis injectados de sangue, longos cabelos e barba que chegava ao peito, saltando como cobras e pintando-se como animais e feras, davam uma impressão tremenda. Em cima dos capacetes, colocavam ainda cabeças de animais selvagens. Em geral, só se "enfeitavam" para aterrorizar o inimigo. Os arios combatiam com os corpos pintados de preto e vermelho. Os getas e sármatas atiravam flechas embebidas em veneno de cobra. Os catas usavam longas cabeleiras, envolvendo completamente os rostos. E só descobriam o rosto depois de ter morto um inimigo, pois só então se sentiam dignos de mostrar a cara à luz do sol. Os que eram tímidos passavam a vida inteira com a cara coberta pelo cabelo. Muitos bebiam água em crânios humanos, e coleccionavam os crânios dos adversários como os caçadores de hoje coleccionam as cabeças de veado ou peles de tigres. Os moços eram instruídos no roubo. No momento do combate, davam urros tremendos e clamores infernais, atirando-se então sobre os inimigos.
Desprezavam a instrução. Os reis godos, que eram os mais cultos entre os reis selvagens, nem sabiam ler. 
Os hunos, ao passarem pela Gália, incendiaram setenta cidades, degolando os respectivos habitantes. Na batalha de Chalons o sangue corria com tanta profusão, que os feridos saciavam a sede nos riachos ensanguentados. Os hunos, embora cavalheirescos, eram mais cruéis do que os demais bárbaros. Quando morreu Átila, em sinal de pesar os guerreiros hunos apunhalaram as próprias faces, em honra ao defunto. 

A religião dos bárbaros 

A religião dos bárbaros era pura e simplesmente uma série de superstições. Adoravam florestas, pássaros, águas, pedras sagradas, árvores sagradas, fontes sagradas, etc. Prestavam juramento sobre a cabeça de algum boi ou javali, em lugar de o fazerem como nós, sobre um símbolo elevado como a Cruz. 
As punições para quem tivesse cometido profanações contra os lugares sagrados eram tremendas. Quem roubasse um objecto sagrado era conduzido ao mar e abandonado lá na praia, ao fluxo e refluxo. Era castrado, cortavam-lhe as orelhas, era então imolado aos deuses. Os francos tiravam augúrios do espirro, do vôo dos pássaros, do modo de andar dos cavalos, da baba das vacas. Ou então um sacerdote cortava um galho de árvore em pequenos pedaços, colocava-os sobre uma toalha e atirava-os três vezes ao ar, vendo depois os desenhos que se tinham formado, e interpretando segundo eles os acontecimentos. 
Havia mulheres — alrumen — que habitavam grutas afastadas e moradias subterrâneas, onde faziam predições. Também se dava o nome de alrumen a pequenos ídolos de madeira, feitos às vezes com raízes de certas plantas, e que representavam a parte inferior do corpo humano. Eram guardados em caixetas e tratados como crianças. Deitando-os sobre acolchoados macios, eram banhados, alimentados e vestidos com o máximo desvelo. Diz-se que às vezes falavam. 
Havia também mágicos que curavam moléstias com palavras misteriosas, ou com talismãs suspensos ao pescoço. Havia bruxas que se encontravam no alto das montanhas, e que realizavam banquetes com carne humana, em torno de fogueiras acesas. Depois faziam bebidas venenosas, para esterilizar as mulheres, perturbar a inteligência ou debilitar o corpo. Nas festas do deus da guerra, eram regados os altares com sangue animal ou humano. Um texto antigo conta-nos de uma princesa, nora do rei franco Sigmund. O filho do rei Siegfried, marido da princesa, foi queimado depois de morto. A princesa resolveu também morrer. e por isto matou-se e fez-se queimar juntamente com dois escravos e dois falcões. 

As leis bárbaras 

Os povos bárbaros — os francos, por exemplo — já conheciam certos processos selvagens usados na Idade Média, como as torturas para apurar a culpabilidade, o duelo judiciário, etc. Às vezes era o acusado atirado a um recipiente cheio de água, com a mão direita atada ao pé esquerdo; quando sobrenadava, era inocente. Outras vezes era forçado a procurar argolas de ferro entre brasas ardentes. Ou então devia carregar um ferro em brasa, por certo tempo, ou andar sobre ferro em brasa. 
Quando alguém era morto, o seu herdeiro tinha a obrigação de por sua vez vingá-lo. E quem recusasse isto tinha que romper eternamente com todos os seus parentes. Quando aceitava o encargo de fazer a vingança, havia uma verdadeira declaração de guerra à família do outro, do agressor. Quando a vítima era finalmente apanhada, era morta com crueldade e infamada, pendurando-se a sua cabeça no alto de estacas, mutilando-se o seu cadáver ou deixando-o aos corvos e às feras. 
O direito penal era tremendo. Um assassino devia, segundo as leis dos bretões e escoceses, pagar 150 vacas. Um pé valia um marco; uma mão, um marco; um olho, meio marco; para ferimento no rosto, uma imagem de ouro. Mas um rei da Escócia valia 1000 vacas. Por um conde ou filho de rei, 150 vacas; por um filho de conde, 100 vacas; para um "thane", 100 vacas, o seu filho 66, e o seu sobrinho 44 vacas; para um ser, 16 vacas. A mulher casada valia a terça parte do seu marido, ao menos (Henri Robert, Bani Macbeth, 220). 
(...)
Quando se entra em contacto com a Idade Média, duas notas que impressionam muito desfavoravelmente são a crueldade das leis e o vigor das superstições. É isto um facto histórico incontestável para o qual chamo a atenção dos senhores, porque não quero ser, em relação à Idade Média, nem um detractor sistemático nem um apologista incondicional. Muito frequentemente, encontra-se um destes estados de espírito entre os escritores que se ocupam da Idade Média. Mas ambas estas tendências são extremadas e parciais. A verdade é que a Idade Média, ao par de coisas dignas do mais alto louvor, teve graves defeitos. Cumpre-nos estudar uns e outros, verificando no que consistiam, investigando as suas causas e observando as suas consequências. 
A crueldade das leis e a propensão do espírito popular para aceitar as superstições eram muito salientes na Idade Média. Fazendo o estudo das leis penais de então, verificamos que, a princípio, elas eram extremamente rigorosas, e só com o curso do tempo foram-se tornando mais benignas, sendo notável a melhoria verificada neste sentido nos últimos séculos da Idade Média. 
Estudando as disposições cruéis do direito penal medieval, verificamos ser ele uma revivescência das leis penais extremamente desumanas dos bárbaros, sendo que grande número das penas que hoje nos parecem excessivas eram exactamente as mesmas que adoptavam os bárbaros antes de se cristianizarem e de se civilizarem. De onde se chega à consequência de que a crueldade das leis penais na Idade Média era um fruto da influência bárbara, e não da influência cristã. A tal ponto é isto verdade que, à medida que a influência cristã, com o correr dos séculos, foi-se tornando mais profunda na Idade Média, as leis foram-se tornando mais benignas. Era o paganismo que agonizava e o Cristianismo que crescia em influência. 
O mesmo deve-se observar quanto às superstições. As superstições medievais eram, muito frequentemente, velhas crenças anticristãs, datando do paganismo bárbaro. O hábito dos povos medievais, de praticarem durante séculos a fio uma religião supersticiosa em extremo, como era a que eles professavam antes de se cristianizarem, fez com que o Cristianismo tenha encontrado uma dificuldade imensa em desalojar do espírito dos homens da Idade Média a tendência para a superstição, tendência esta peculiar às religiões pagãs, e combatida constantemente pela Igreja. Conhecem-se inúmeras actas de concílios, realizados na Idade Média, em que todas as superstições são energicamente condenadas em nome da Igreja, afirmando-se serem vãos os velhos fantasmas da religião bárbara, os seus amuletos e os seus ritos grotescos, devendo o cristão crer tão somente na religião católica, que é incompatível com tais rebaixamentos do espírito humano. 
Com isto, fica claramente estabelecido que, se bem que a Idade Média realmente mereça censura quanto aos dois pontos de que tratei, esta censura não se deve à influência cristã, mas aos restos de paganismo que, laboriosamente, a Igreja foi extirpando. Eram bem menores do que nos primeiros séculos que se seguiram às invasões dos bárbaros.


Plínio Côrrea de Oliveira

Em 2013 os cristãos no Iraque eram 2 milhões. Agora são cerca de 200 mil.



Ups, é verdade, já me ia esquecendo, o Iraque já não é mais nada disso, aliás, já não existe mais perseguição islâmica aos cristãos em lado nenhum, pois o Papa Francisco já esteve reunido com o grande imã sunita Sheik Ahmed el-Tayyib com quem estabeleceu a paz mundial entre os muçulmanos e os cristãos através do diálogo interreligioso. Acabou-se o martírio dos cristãos! Viva o Papa Francisco, o pacifista!

Muçulmanos promovem encontro com nacionalistas e acabam por insultá-los

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O Conselho Central dos Muçulmanos na Alemanha promoveu um encontro num hotel em Berlim com membros do partido nacionalista AfD para um diálogo, ou melhor, para acusar e ofender os nacionalistas alemães, comparando a AfD ao partido nazi (outra vez a mesma cassete... esses muslos não deveriam adorar o Hitler e o nazismo por detestarem os judeus?? Vede isto, istoisto e isto). A reunião durou menos de uma hora, com Frauke Petry, da AfD, a dizer, por sua vez, que não havia mais nada para conversar com quem não quer debater assuntos como a aplicação da lei da sharia (isto demonstra bem que os muçulmanos não querem integrar-se no modo de viver ocidental). A AfD, criada em 2013 e que desde então tem vindo a crescer em termos de popularidade contando já com representação parlamentar, é anti-islâmica e pretende banir minaretes, o chamamento muçulmano para as preces e o véu que cubra totalmente a cara de uma mulher.
Como é possível esses nacionalistas alemães serem tão burros ou ingénuos ao ponto de terem pensado que é possível dialogar com os muçulmanos? Dialogar com muçulmanos é como jogar xadrez com um pombo: ele derruba as peças e depois caga em cima do tabuleiro...

Dados curiosos sobre o avião da Egyptair que caiu


De acordo com o Sputnik e a Liga de Defesa Norueguesa, o avião comercial egípcio tinha sido vandalizado e antes da queda do mesmo alguns empregados do aeroporto do Cairo que são adeptos da Irmandade Muçulmana fizeram a inscrição "Nós vamos abater este avião" na fuselagem do aparelho. Consta ainda que o piloto, o capitão Mohammed Shakeer, tinha transformado o interior do avião numa espécie de mesquita, indicando aos passageiros a direcção de Meca para que estes pudessem "rezar" e dizendo-lhes que se preparassem para morrer.

Existe pedofilia em Hollywood!


É o que diz o actor norte-americao Elijah Wood, que interpretou a personagem Frodo Baggins da trilogia 'O Senhor dos Anéis', uma das maiores obras do britânico católico J. R. R. Tolkien. O actor de 35 anos, que começou a trabalhar quando era criança, diz que os pedófilos dentro da grande indústria cinematográfica têm sido protegidos por figuras poderosas e que a mãe dele conseguiu protegê-lo deste tipo de abusos quando chegou a Hollywood, com apenas três anos. "Era tudo bem organizado. Os caminhos obscuros que me foram expostos levam-me a crer que estes abusos provavelmente ainda estão a acontecer. Há muitas víboras na indústria de Hollywood, pessoas que apenas olham para os seus interesses. Se és inocente, se tens pouco conhecimento sobre o mundo e queres ser bem sucedido, pessoas com interesses parasíticos vão olhar para ti como a sua presa. O que me entristece nestes casos é que as vítimas não conseguem falar mais alto do que aqueles que estão no poder", frisa o actor, acrescentando, mais tarde, que apesar das afirmações nunca presenciou nenhum crime.
O quê, pedofilia na conhecidérnima indústria cinematográfica?? E eu aqui a pensar que só existiam pedófilos na Igreja Católica, vede só vós! Parafraseando os totós, acabei agora mesmo de deixar de acreditar... em Hollywood!

Tricampeão de Macau continua invencível

Não, não me esqueci da Liga de Elite: o Benfica de Macau, que já conquistou o tricampeonato, venceu no passado dia 20 o clássico com o Ka I, que dependeu muito da velocidade dos ex-benfiquistas brasileiros William Carlos Gomes e Fabrício Lima, por 1-0, autogolo de Jonathan Batista aos 44'. O Benfica aumentou assim para 13 pontos a vantagem sobre o Ka I, que se mantém no segundo lugar, pois o Sporting perdeu com o Chao Pak Kei por 0-2.