domingo, 31 de julho de 2016

Memorabilia

Mark Owen - Clementine (Green Man, 1996)

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O gato e o Ultraman

No Japão, o dono de um gato decidiu criá-lo juntamente com um Ultraman (ウルトラマン - "Urutoraman"), um famoso herói japonês criado nos anos 60 do século passado e que é conhecido entre os chineses como o "super-homem do ovo salgado" (鹹蛋超人 - "hám tán tchiu ian") por causa dos seus olhos. Pode-se ver aqui mais fotos do gato e do brinquedo.












«Ronaldo? Por cima de Eusébio não há ninguém»

Eu confesso que nunca fui um grande fã do Luís Figo, mas ele ganhou imensos pontos na minha consideração depois de ter dito num programa da estação televisiva espanhola Univisión Deportes que o Cristiano Ronaldo não é melhor do que o Pantera Negra porque "por cima de Eusébio não há ninguém".

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Muçulmano vandaliza igreja em Hamburgo


Um alógeno muçulmano de 19 anos natural do Afeganistão vandalizou uma igreja na cidade alemã de Hamburgo "porque eu sou muçulmano". Segundo testemunhas, os fiéis que estavam na Igreja da Reconciliação (Versöhnungskirche) não o impediram porque estavam com medo, possivelmente que ele se fizesse explodir e mandar tudo para os ares.
Gente como o Papa Francisco, como foi referido na posta anterior, é capaz de não saber que, segundo o Alcorão, os cristãos estão amaldiçoados (Sura 9:29), são "criaturas malignas" (Sura 98:5), não podem ser tidos como amigos (Sura 5:50) e devem ser combatidos (Sura 9:28) até que o islão vença todas as outras religiões (Sura 48:27)...

O Papa Francisco continua burro em relação ao islão

Ignatius Youssef III Younan
O Papa afirmou recentemente que o terrorismo é uma questão económica (e ambiental), o que levou o patriarca católico sírio, Ignatius Youssef III Younan (na foto), a negá-lo e dizer que o problema é simplesmente o islão, pois ele conhece muito de perto o desespero de católicos na Síria, como eles morrem e perdem os seus bens num conflito interminável.
Em entrevista ao The National Catholic Register, o patriarca de uma das igrejas sui juris da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica disse as seguintes coisas: o Alcorão promove a violência e a morte, o problema na Síria é o conflito islâmico entre sunitas e xiítas (dos quais sobressaem os alawitas, subseita à qual pertence o Bashar al-Assad), os EUA e a Europa têm culpa por se terem juntado à Arábia Saudita e ao Qatar para destruir a paz na Síria, a democracia não pode ser exportada para a cultura islâmica, os líderes ocidentais não estão verdadeiramente preocupados com o povo sírio, o Obama mente em dizer que existe uma oposição "moderada" ao regime de Bashar al-Assad quando na verdade os opositores são terroristas, os média mentem sobre a situação na Síria e é importante que "o povo católico se levante sobre os princípios dos Santos Padres fundadores da religião e defenda a Verdade frente ao países islâmicos".
Maomé
O Papa Francisco disse ainda que todas as religiões querem a paz. Acontece que isto é uma mentira cabeluda, pois bem sabemos que o islão não é nenhuma "religião da paz".
Como escreveu Donald R. McClarey, do The American Catholic, "a característica mais marcante do pontificado de Francisco é a maneira sorridente com que o Papa diz coisas que são mentiras repetidas vezes". O autor do blogue disse ainda que "o Papa, a menos que seja um completo idiota, deve saber que nem toda a religião quer a paz. E se ele sabe disso, ele está mentindo. Se ele realmente acredita no que ele diz, depois de tantas evidências em contrário, então temos ainda mais razões para ficar preocupados".
No islão, o que sustenta quase 100% dos ataques terroristas do mundo, o ser humano perfeito, aquele que deve ser imitado por todos os muçulmanos, é um pseudo-profeta esquizofrénico, pedófilo e exterminador em massa que se chamava Maomé. Ele deve ser imitado em tudo porque ele é o muçulmano perfeito e o Alcorão segue a vida dele, seguindo o que ele disse que é certo. Alá fala por Maomé e vice-versa. Na internet, no site Wikislam, há uma lista de mortes que Maomé ordenou ou apoiou. São centenas de mortes. O site colocou a razão das mortes e a fonte (Alcorão ou Hadith, que conta a vida de Maomé). Se todos os muçulmanos seguissem o exemplo de Maomé que mundo teríamos?

Nota: informações retiradas do blogue THYSELF O LORD.

Hierarquia católica polaca contra o Papa Francisco!


Segundo esta fonte, a Igreja Católica da Polónia não está disposta a fazer a vontade do Papa Francisco, que quer que a comunhão possa ser dada aos católicos divorciados ou recasados. O arcebispo Stanisław Gądecki, o presidente da Conferência dos Bispos Polacos (na foto de cima ao lado do Papa), defendeu mesmo que todos aqueles que tiveram um primeiro casamento válido pela e para a Igreja não podem voltar a receber a Eucaristia. Isso foi dito horas depois do Papa ter chegado a Cracóvia, e o arcebispo até citou o documento do Papa João Paulo II sobre a família, documento esse que exclui claramente a comunhão aos divorciados e recasados, referindo-se também à importância de "reter a verdade do Evangelho de que não podemos deliberadamente passar por cima do preceito de Cristo contra o divórcio".


Eis a Igreja da Polónia a demonstrar o que é que é verdadeiramente o Cristianismo, defendendo-o mesmo contra a vontade deste Papa.

sábado, 30 de julho de 2016

Papa em Auschwitz


O Papa Francisco visitou ontem o campo de concentração nazi de Auschwitz, perto de Cracóvia, onde rezou sozinho em silêncio durante mais de 10 minutos. Depois, seguiu num veículo eléctrico até ao Muro da Morte, onde os nazis executaram milhares de prisioneiros com uma bala na cabeça, e acendeu uma vela antes de conversar com 12 sobreviventes. No livro de visitas do campo, o Papa escreveu em espanhol "Senhor, tem dó do teu povo. Senhor, perdoa tanta crueldade" e depois visitou a cela onde o padre polaco Maximiliano Kolber morreu depois de lhe ter sido administrada uma injecção letal após ter aceitado morrer no lugar de um pai de família. O Papa visitou ainda Auschwitz II-Birkenau, onde chegavam comboios repletos de deportados que seguiam directamente para as câmaras de gás, e onde esteve, no memorial, com o grande rabino da Polónia Michael Schudrich que leu o Salmo 130 em hebraico. A mesma leitura foi feita por um padre polaco oriundo de uma localidade onde uma família católica foi exterminada por ter acolhido e escondido judeus.

A relação entre a Europa e Israel

Eis o porquê de devermos apoiar Israel, o único bastião da liberdade no Médio Oriente. Em comum, o mesmo inimigo: o islão.

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Muslo detido em Bremen

Também na Alemanha, a polícia deteve um «refugiado» muçulmano argelino de 19 anos que ameaçou mandar um centro comercial de Bremen para a casa do alho juntamente com todas as pessoas que lá estavam.

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Enfim, mais um caso isolado que não tem nada a ver com o islão. Repitamos: mais um caso isolado que não tem nada a ver com o islão. De novo: mais um caso isolado que não tem nada a ver com o islão. Continuemos a bater nesta tecla até nos convencermos bem convencidinhos que foi mesmo mais um caso isolado que não tem nada a ver com o islão...

Médico húngaro atacado

Na Alemanha, um médico húngaro foi atacado com uma faca pelo pai de um paciente muçulmano na passada segunda-feira em Troisdorf. O médico, que estava no meio de uma cirurgia, disse que o homem o obrigou a ajoelhar-se e pedir desculpa ao seu filho. Ah, e gritou também Allahu Akbar ameaçando cortar-lhe a cabeça...

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A sorte é que não existe nenhuma islamização nem nada do género...

Veterano de guerra negro alvejado por apoiar Donald Trump

Felizmente o senhor Paul Jones Jr. não corre perigo de vida.

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Força, Donald Trump!

Roubaram e apagaram a tocha olímpica!


No Rio de Janeiro, vários manifestantes roubaram e apagaram a tocha olímpica em Angra dos Reis durante a cerimónia de passagem da tocha pela cidade, na quarta-feira. Os manifestantes protestavam contra o encerramento da Unidade de Pronto Atendimento, a suspensão dos serviços de autocarros e os atrasos nos salários de funcionários públicos. A polícia militar teve que intervir e foram usadas bombas de gás e balas de borracha para dispersar a multidão, que chegou mesmo a atirar pedras à comitiva.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Danilo no tricampeão nacional


O médio brasileiro Danilo, de 20 anos, já foi confirmado como mais um reforço do Glorioso e quer ser o próximo n.º 8 da equipa. Visto como um jovem muito promissor, Danilo, que chegou por empréstimo do Sporting de Braga, representou na época passada o Valência e escapou à vontade do pai para poder concretizar o sonho de ser futebolista, até porque prometeu à mãe tirá-la da miséria.
"Estou muito feliz pelo convite e quero agradecer ao Benfica. Acho que tem tudo para dar certo, não tem explicação o que estou a sentir e o que representa vestir esta camisola", afirmou Danilo, em declarações à Benfica TV. "É muito bom para o ego de um jogador ter o interesse do Benfica e poder jogar por este clube. Estou à procura de um título, em 2014 cheguei a três finais e perdi. E, então, isso incomoda-me e é mais uma motivação para estar aqui".
Entretanto, o Arouca e o Rio Ave empataram no primeiro jogo de apuramento para o play-off da Liga Europa. Os estreantes arouquenses empataram a uma bola no terreno do Heracles, na Holanda, e o Rio Ave conseguiu um nulo em Praga, República Checa, frente ao Slávia local.

Os mais ricos de Portugal estão ainda mais ricos


Os homens mais ricos de Portugal ficaram ainda mais ricos no ano passado, divulgou um estudo anual realizado pela revista Exame sobre as maiores fortunas de Portugal. Os três mais ricos do país, encabeçados pelo Américo Amorim, têm quase metade do valor das 25 maiores fortunas de Portugal, que acumularam 15 mil milhões de euros em 2015, ou seja, 8,3% do PIB nacional face aos 14,3 mil milhões de 2014.
Américo Amorim, que continua a ocupar o 1.º lugar da lista dos donos das maiores fortunas em Portugal, possui uma fortuna avaliada em 3,071 mil milhões de euros quando no ano passado ela rondava os 2,5 mil milhões. Ele conseguiu manter os bons resultados e lucros graças em parte à performance da Galp Energia em bolsa, alargando ainda mais a distância em relação ao segundo da lista, Alexandre Soares dos Santos, o líder da Jerónimo Martins. Este aumentou a sua fortuna em 200 milhões de euros, tendo agora 2,078 milhões de euros devido à valorização das acções da dona do Pingo Doce. Em 3.º lugar está a família Guimarães de Mello que com os investimentos no Grupo José de Mello, Brisa, CUF e Efacec, conseguiu uma fortuna avaliada em 1,285 mil milhões de euros. Já o patrão da Sonae, Belmiro de Azevedo, que chegou a ser o homem mais rico de Portugal, desceu para a 4.ª posição, com 1,150 milhões de euros. Destaque também para a mulher mais rica de Portugal, a empresária Maria Isabel Martins dos Santos (não é a "princesa de Angola" Isabel dos Santos mas sim a prima de Alexandre Soares dos Santos), em 8.º lugar e que passou de uma fortuna de 448 milhões de euros em 2014 para 545,5 milhões de euros devido aos cerca de 10% da Sociedade Francisco Manuel dos Santos, dona da Jerónimo Martins.
Aqui o top 10 dos mais ricos de Portugal:

1. Américo Amorim: 3071 milhões de euros
2. Alexandre Soares dos Santos: 2078 milhões de euros
3. Família Guimarães de Mello: 1285 milhões de euros
4. Belmiro de Azevedo: 1150 milhões de euros
5. António da Silva Rodrigues: 1115 milhões de euros
6. Família Alves Ribeiro: 972 milhões de euros
7. Fernando Campos Nunes: 561,9 milhões de euros
8. Maria Isabel dos Santos: 545,5 milhões de euros
9. Fernando Figueiredo dos Santos: 545,5 milhões de euros
10. Dionísio Pestana: 480 milhões de euros

É bom saber que não há nada de austeridade nem sacrifícios para/com essa gente...

O Facebook é uma máquina de fazer dinheiro


A empresa dona daquela que é certamente a mais popular rede social do mundo, a Facebook Inc., esmagou todas as expectativas dos analistas e apresentou uma facturação de 6,44 milhões de dólares (5,81 mil milhões de euros) em apenas três meses e um aumento de 186% dos lucros no mesmo período, fazendo com que as acções tivessem disparado para máximos históricos na bolsa, quase 5%. Para estes resultados muito contribuíram as receitas com a publicidade nos dispositivos móveis e o sucesso das aplicações secundárias, como o Messenger e o Instagram.
O Facebook, com mais de 1,71 milhões de utilizadores activos, tem 3 milhões de anunciantes regulares, mais 2,5 milhões do que no final do ano passado.

(Des)Culpa Ateia

Que semana atroz. A degolação de um padre católico ontem em França introduziu na Europa aquilo que tem sido uma característica do extremismo islâmicos nos últimos tempos: perseguir os cristãos. Um dos primeiros raptos do ISIS, ainda grupelho desconhecido, foi de um padre jesuíta. Ora, sem surpresa, ontem o atentado de Rouen causou uma reacção pavloviana da nossa esquerda jacobina. 
Ou falta de reacção, em alguns casos, e igualmente sintomática. Por exemplo o primeiro-ministro, que não reagiu mesmo depois de o ISIS reivindicar a bela acção durante uma missa. Um ataque directo à religião maioritária dos seus governados não lhe mereceu comentário oficial. Nem no Twitter, onde se embaraça com frequência a propósito de demasiados assuntos: durante a noite do atentado de Nice perorou em francês; disse a correr umas banalidades sobre amor inspiradas em Corín Tellado depois do atentado de Orlando; e – a mais estonteante – escreveu do atentado de Munique que o terror veio ‘do nada’. 
(Se faz favor ninguém informe António Costa do avião que explodiu por cima de Lockerbie. Ou que a 11 de Setembro de 2001 morreram quase três mil pessoas nas Torres Gémeas. Porque, por um lado, Costa tem todo o ar de ser pessoa para apreciar viver feliz na ignorância. E, por outro, está muito calor, e a notícia assim de chofre do terror islâmico não surgir do nada em 2016, pelo contrário, já matou muitos milhares de pessoas, ainda lhe provocava uma indisposição. O que, em calhando, o poderia levar a tornar-se ainda mais emocionalmente carente do que o habitual, e o senhor já nos envergonha o suficiente em estado normal a pedir ‘palavras de carinho’, em vez de sanções, à instituição hiper-burocrática que é a União Europeia, habituada a que os políticos discutam impostos, fundos e indicadores económicos em vez dos seus devaneios emocionais.) 
Já Fernanda Câncio, que funciona como uma espécie de definidora de tendências da esquerda socialista (por quem é absolutamente reverenciada, talvez pela sua destemida defesa das mais absurdas e ruinosas políticas socráticas), reagiu. Dizendo no Twitter que uma notícia, dando conta do reconhecimento de que os atacantes de Rouen eram tropa do ISIS, era ‘fazer a propaganda do Daesh’. Como se trata de uma jornalista – pelo que se pode presumir que vê como um bem as populações estarem informadas do que de relevante se passa no país e no mundo – que, tanto quanto sei, não sugeriu a sonegação de informações sobre os atentados de Orlando, Nice, Paris ou Bruxelas, ficamos desconfiados que o desconforto repentino com as notícias da brutalidade do ISIS se deve à qualidade de religioso católico do degolado e não à seita de assassinos islâmicos. 
De facto, em certos meios um padre brutalmente assassinado por islâmicos é algo que mais vale ficar nas gavetas da polícia, não vamos incomodar as pessoas com estes assuntos tão sem importância. Ainda se fosse ao contrário, imaginem lá bem a comoção que seria por toda a comunicação social, os êxtases que teria a facção jacobina de esquerda, se um católico ultra-conservador assassinasse um clérigo muçulmano numa mesquita europeia. Isso sim, mereceria ser noticiado até à exaustão. Agora apresentar os católicos como vítimas? Era o que faltava. O jornalismo (jacobino) não foi feito para isso. 
Na semana passada teci umas considerações sobre os europeus que se tornam cúmplices dos islâmicos violentos ao tão obcecadamente denunciarem quem enumera os perigos para a Europa da imigração muçulmana, ao mesmo tempo que encontram as justificações mais alucinadas para os actos dos terroristas islâmicos e pregam. Esta semana houve acrescentos. Agora, pelos vistos, a culpa dos atentados é das notícias sobre os atentados. Pessoas (por acaso islâmicas) perfeitamente normais, integradas, amigas do seu amigo e amantes de fotografias de gatinhos ouvem na TV que um maluco muçulmano disparou sobre este e aquele. Vai daí, são tomadas – assim com Ben Gazzara num dos meus filmes preferidos, Anatomia de um Crime, de Otto Preminger – por um ‘impulso irresistível’ e quando dão por elas mataram meia dúzia a eito. É uma explicação perfeitamente plausível para o terrorismo islâmico. 
Peguemos no degolador de Rouen. Estava referenciado como extremista islâmico perigoso e em prisão domiciliária com pulseira electrónica. Já tinha tentado juntar-se ao ISIS na Síria. Donde: é evidente que assassinou um senhor de 86 anos por causa das notícias que leu no tablet. 
A morte do padre católico também nos lembra que para a esquerda jacobina não interessa se existem tribunais da sharia na grande Londres, dispensando justiça (muita tosse) à margem da lei britânica. O que lhes dá ataques de nervos é, por exemplo, usarem dinheiro dos contribuintes para pagarem um bom projecto educativo que uma ordem religiosa disponibiliza a uma população de miúdos carenciados. Se os islâmicos ajudarem a escaqueirar o que sobra da cultura judaico-cristã (ou greco-cristã, como alguns preferem) – que é a nossa e que não por acaso permitiu a emergência da sociedade mais livre e tolerante de todos os tempos – em boa verdade então são companheiros de armas da esquerda jacobina. Que, de resto, adora abusar da alegada necessidade de não ofender o islão (no seu pedestal) para atacar, até, as celebrações católicas de Páscoa e Natal
Duas coisas são certas. Uma: para responder ao terrorismo não podemos confiar nos líderes políticos que escancararam as portas aos refugiados (Merkel), ou que diziam que os terroristas viajavam de avião (Guterres). (O bombista do festival de Ansbach foi um migrante que supostamente fugia da guerra). Duas: a falta de garra na oposição às barbaridades islâmicas várias na Europa – por exemplo as burqas, símbolo da mulher-que-vale-menos-que-gado – é filha do desprezo jacobino pela cultura europeia, que inclui a herança cristã.

27 de Julho de 2016

O paganismo é «um passo para a auto-destruição»


A Igreja Ortodoxa Russa aproveitou o aniversário do Baptismo dos Rus, uma federação esparsa de tribos eslavas politeístas que deram origem aos russos, para alertar contra a algo preocupante popularidade crescente de grupos neopagãos, pois estes representam um "desafio directo" ao Cristianismo trazido para terras russas pelo apóstolo Santo André. A cristianização do chamado Kievan Rus fez ontem 1028 anos.
Vakhtang Kipshidzem, o vice-líder do Departamento de Relações da Igreja com a Sociedade e os Média do Patriarcado de Moscovo, sublinhou numa conferência recente que o povo rus deixou a prática pagã depois do Baptismo e que há hoje uma tentativa de ressuscitar a quase-religião pagã. "O Baptismo foi para nós uma escolha histórica e um facto irrevogável. As tentativas de o rever, mesmo citando argumentos de apologética pagã, são beaseadas numa invenção de representação pagã da realidade", disse Kipshidzem, que acrescentou que regressar ao paganismo é "um passo para a auto-destruição". 
A adopção do Cristianismo por parte dos russos é simbolizada pelo Baptismo do príncipe Vladimir em 988. E o que vale é que o Vladimir Putin e os seus camaradas não permitirão que a irracionalidade (pagã) prevaleça, em nome da coesão nacional (cristã) da Rússia. Na verdade, estes grupelhos neopagãos não são nada comparados com a escória islâmica (que também é pagã) que existe no país, isso sim bem mais perigoso e preocupante...

O Papa caiu durante a celebração


Isso aconteceu ontem enquanto o Papa Francisco incensava o altar no santuário de Jasna Gora, em Częstochowa, por ocasião do 1050.º aniversário do Baptismo da Polónia e perante milhares de fiéis. O Papa levantou-se logo de seguida, ajudado por outros clérigos, e vai hoje estar no famoso campo de concentração de Auschwitz e Birkenau para relembrar a morte de 1,1 milhões de vítimas do regime nazi.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Declaração do Papa Calisto III na sua consagração como Sumo Pontífice (1455)

Eu, Papa Calisto III, prometo e juro à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, a sempre Virgem Mãe de Deus, aos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, e todo o exército celestial, que farei tudo em meu poder, mesmo se for necessário, com o sacrifício da minha vida, auxiliado pelo conselho dos meus irmãos dignos, para reconquistar Constantinopla, que, em punição para o pecado do homem, foi tomada e arruinada por Maomé II (o sultão turcomano), o filho do diabo e inimigo do Nosso Crucificado Redentor. Além disso, eu me comprometo a libertar os cristãos definhando na escravidão, a exaltar a verdadeira fé, e a extirpar a seita diabólica deste réprobo sem fé, o Maomé do Oriente. Pois no Oriente, a luz da fé está quase completamente extinta. Eu não irei esquecer-me de ti, ó Jerusalém, que a minha mão direita seja esquecida. Que a minha língua fique presa dentro das minhas mandíbulas se eu não me lembrar de ti. Se eu não fizer de Jerusalém o começo da minha alegria, Deus e Seu santo Evangelho me ajudem. Amém.

Papa Calisto III (1378-1458, Papa entre 1455 e 1458), o espanhol Alfonso Borja que compreendia perfeitamente a crueldade da expansão islâmica e a necessidade de combatê-la (The Glory of Christendom, 1100-1517, A History of Christendom, Volume 3, de Warren H. Carroll, Christendom Press, 2004).

Papa Francisco pede à Polónia para receber refugiados...


... mas felizmente parece que ele não vai ter muita sorte porque o governo nacionalista polaco, extremamente católico e conservador, sabe perfeitamente bem que perigos é que o islão traz e acima de tudo sabe que a Polónia já tem neste momento os seus problemas que cheguem.
No seu primeiro discurso depois de ter chegado ao país do Papa João Paulo II para a 31.ª edição das Jornadas Mundiais da Juventude, o Papa Bergoglio apelou à "solidariedade e ao espírito cristão" e ao acolhimento de "pessoas que fogem da guerra e da fome" (sim, mas muitos não fogem da guerra nem da fome), podendo ter dado a entender que se referia aos cristãos perseguidos quando disse também que é preciso ter "solidariedade com aqueles que estão privados dos seus direitos fundamentais, designadamente o de professar com liberdade e segurança a sua fé" (sendo assim o caso muda de figura, mas só mesmo na condição dos refugiados serem cristãos que são perseguidos e não muçulmanos hostis para com a superior civilização ocidental). O Papa demonstrou também novamente a sua ignorância acerca do islão ao dizer que "todas as religiões querem a paz", apesar de ter reconhecido que o mundo "já está em estado de guerra" (sempre esteve, por causa do islão).
O que o Papa parece não saber é que um muçulmano iraquiano de 48 anos, que está na Polónia depois de ter sido expulso da Suécia («refugiado»?), foi detido na posse de explosivos e sob a suspeita de preparar um ou mais do que um atentados terroristas, quem sabe para receber o Papa.
Nós já bem sabemos que este Papa quer dar uma mãozinha à Nova Ordem Mundial e ao mesmo tempo também à islamização (deve ser para ver a qual das duas coisas o Ocidente chega primeiro), mas não, Sua Santidade, a catolicíssima Polónia já mostrou que não anda a papar grupos, daí não andarmos a ouvir falar de atentados terroristas (islâmicos) no país do Papa Karol Wojtyła como andamos agora a ver com frequência em França, onde até um padre idoso foi recentemente decapitado por não querer submeter-se a Alá, ou na Alemanha. Refugiados sim, mas primeiro e fundamentalmente os cristãos perseguidos (morrem em média 11 deles a cada hora que passa), pois estes pertencem à mesma civilização do Ocidente, e não gente que tem ódio ao Cristianismo e aos valores ocidentais. Porque é que, já agora, o Papa não pede ao seu país, a Argentina, para receber refugiados, como recebeu no passado refugiados... criminosos nazis?
Outra coisa que eu também ainda não consegui entender, ó Papa. Porque é que o Donald Trump, que Sua Santidade não quer que ganhe as eleições lá na América, foi criticado duramente por querer erguer um muro para defender as fronteiras dos EUA da entrada de terroristas (o calvinista foi mesmo acusado de não ser um cristão, lembrai-vos?) já que de muros percebe muito bem o Sumo Pontífice, rodeado que está de muros no Vaticano precisamente por causa dos... sarracenos muçulmanos?
Posto isto, vamos esperar que as Jornadas Mundiais da Juventude corram bem e que os polacos continuem firmes na defesa da sua nação.

O «refugiado» afegão de 17 anos que atacou gente com um machado num comboio na Alemanha e foi abatido esteve recentemente numa festa de boas-vindas aos refugiados

«Refugiado» da Eritreia violou uma idosa!



PS. Welcome, refugees rapefugees que nem as idosas perdoam!

Ups, não foi este o excelente discurso que a Michelle Obama fez recentemente sobre a Hillary Clinton na Convenção Nacional Democrata?

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Torino conquista Eusébio Cup


Mais um jogo para a nossa Eusébio Cup, mais uma vitória forasteira. Um futebol típico da pré-época, lento e pouco imaginativo, terminou num empate a uma bola por causa de uma asneira do guarda-redes do Torino e depois por causa de um erro do nosso Fejsa. Na lotaria das grandes penalidades acabou por ser o Torino a sorrir - Lindelöf acertou na barra - e a conquistar a 9.ª edição do troféu benfiquista. Mesmo assim, não é nada que abale, e bem, a confiança dos tricampeões: o treinador Rui Vitória afirmou que tem "muita qualidade nas mãos", que "foi uma enorme alegria voltar a casa" e que "pensar no tetra é natural no Benfica".

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ciganos vandalizaram quartel dos bombeiros


Na madrugada do dia 26, o quartel dos bombeiros voluntários de Campo Maior, no Alentejo, foi vandalizado por um grupo de mais de 30 pessoas e um bombeiro acabou por ficar ferido, diz a SIC Notícias. O órgão informativo, contudo, fez questão de ocultar a etnia dessas pessoas, pois o politicamente correcto é sempre aquela base (código deontológico dos senhores jornalistas e tal...). No entanto, se fordes ao link e visionardes o vídeo, podereis ouvir o que disse um bombeiro entrevistado: "Vieram pedir socorro e depois... eles não têm regras. Eles... é um tipo de pessoas que só têm direitos, não têm deveres. (...) Esse grupo de pessoas, sabemos onde pertence, sabemos quem são, de que raça são..."
O comentador que assina com a alcunha Punisher escreveu assim: "30 pessoas????? Mas que merdda de atitude cobarde é esta da SIC, ao não atribuir nomes correctos aos suinos que fizeram isto??? CIGANOS!!!! Foram 30 CIGANOS!!!! Sim, os mesmos porcos parasitas que vivem á nossa e vossa custa, Srs. Jornalistas!!! É por causas destas atitudes do politicamente correcto, que isto está como sabemos..."; já Paulo A. Andrade escreveu: "Quais investigações? Vão concluir que os selvagens responsáveis por estes atos são os coitadinhos do sistema, para não variar!"
É sabido que em Campo Maior existe uma grande comunidade de ciganos...

O que os «refugiados» querem

Uma famelga de «refugiados», ou melhor, parasitas islâmicos na Escócia
Na Escócia, algumas famelgas de «refugiados» sírios foram colocadas numa ilha remota, a ilha de Bute, e apesar de terem tudo o que precisam, como casas de borla, comida halal, subsídios, tradutores e até uma igreja católica local que foi transformada num centro para as crianças «refugiadas» poderem brincar, dizem que não estão felizes porque a ilha é só cotas que vão para lá para morrer. "As pessoas tratam-me bem aqui, mesmo muito bem. Mas não há movimento aqui, não há nada. Eu já não estou mais aborrecido. Eu estou deprimido. Sinto que não tenho mais nenhuma opção aqui - é morrer aqui. É só morrer aqui, nada mais", lamentou o patriarca de uma dessas famelgas, Abd, de 42 anos. "Não esperava vir para esta ilha. Pensávamos que íamos para Londres ou Manchester. Mas sempre que dizemos algo sobre mudarmo-nos daqui, dizem-nos 'Nós tivemos de pagar muito dinheiro para vos trazer para cá'. Sinto que é uma residência obrigatória. Sinto-me humilhado. Não vim cá para alguém me controlar".

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Muitos locais estão chateados com os «refugiados». Queixam-se que os seus filhos não podem aprender outras línguas na escola por causa da falta de professores e que esses «refugiados» têm direito a tradutores e explicadores de graça. Uma mãe queixou-se do comportamento de um jovem «refugiado», que foi mal educado para com ela fazendo-lhe um gesto obsceno. Uma jovem disse que uma mulher síria gritou com ela e pediu-lhe para tapar os ombros que ela tinha à mostra. Uma senhora de idade garantiu que a população da ilha de Bute não foi consultada sobre a vinda desses «refugiados».

Nem todos os «refugiados» são terroristas. Muitos querem apenas boa vida de graça
Entretanto, cerca de 150 «refugiados» do Paquistão e do Afeganistão, países que devem fazer parte do império sírio que se encontra em guerra com o Estado Islâmico ou algo assim do género, começaram a fazer uma grave de fome junto à fronteira entre a Sérvia e a Hungria, exigindo a entrada no espaço comunitário europeu, pois eles sabem bem que se conseguirem entrar na Hungria terão livre acesso a países apetitosos como a Alemanha ou a Suécia. Eles são quase todos jovens do sexo masculino em idade de cumprir serviço militar.

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Cadê as mulheres e os filhos deles? Vão depois ter com eles quando a guerra na terra deles acabar, né? Ainda serão «refugiados» assim?

Viktor Orbán elogia Donald Trump

Enquanto os imbecis do politicamente correcto continuam a meter um imenso nojo por desejarem que a encornada da Hillary Clinton - que foi comprovadamente favorecida durante as primárias em detrimento de Sanders, fora o gritante caso dos e-mails enquanto era secretária de Estado -, seja eleita a primeira presidente de sempre dos Estados Unidos apesar de já ter sido ultrapassada nas sondagens pelo Donald Trump, o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, que foi o primeiro a sugerir construir vedações nas fronteiras como resposta às quotas impostas pela maçónica União Europeia - exemplo já copiado por outros países -, elogiou o candidato republicado à Casa Branca e pediu apoio ao magnata.

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Entretanto, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o tal que disse que chegou a falar com os líderes de outros planetas que ficaram preocupados com o Brexit e que quer a vitória da Hillary Clinton, declarou que por mais que o terrorismo piore, "as fronteiras têm de permanecer abertas" por ser uma das "quatro liberdades fundamentais do Tratado de Roma" e "um princípio inviolável", favorecendo a imigração como uma das suas prioridades de topo. 
Pois é, é preciso seguir em frente com o projecto do multiculturalismo vibrante nem que continue a haver cada vez mais vítimas mortais do terrorismo (islâmico) em solo europeu, pois isso é apenas um pequeno preço necessário a pagar tendo em vista o supremo ideal maçónico desejado por gente que manda no povo sem ter sido por este eleita...

O escritor britânico católico Hillaire Belloc sobre o Islão

[Os ocidentais] esqueceram tudo sobre o Islão. Eles nunca entram em contacto com ele. Eles têm como óbvio que ele é decadente e que, de todo modo, ele é só uma religião estrangeira com a qual eles não vão preocupar-se. Ele é, na verdade, o mais temível e persistente inimigo que a nossa civilização já teve e pode, a qualquer momento, tornar-se numa ameaça tão grande no futuro quanto foi no passado... Sempre me pareceu possível e mesmo provável que haveria uma ressurreição do Islão e que os nossos filhos e netos veriam o renascimento daquela tremenda luta entre a cultura cristã e o que é, há mais de mil anos, o seu maior oponente.

Hillaire Belloc in The Great Heresies

Terrorismo numa igreja em França!

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A perseguição mortal aos cristãos já foi transportada do mundo islâmico para o Ocidente: dois terroristas ligados ao Estado Islâmico entraram dentro da igreja em Saint-Étienne-du-Rouvray, na Normandia, durante a Missa, fizeram cinco reféns, gritaram Allahu Akbar e degolaram o padre antes de serem abatidos!


O padre assassinado chamava-se Jacques Hamel e tinha 86 anos. Estava reformado há 10 anos e tinha sido pároco daquela comunidade durante mais de 20 anos. Escolheu depois ficar a viver na localidade, cumprindo o seu desejo de permanecer ao serviço da Igreja. Estava lá a celebrar a Missa porque o actual pároco da igreja, que por acaso já estava referenciada como um alvo do Estado Islâmico, Auguste Moanda-Phuati, estava em Cracóvia, na Polónia, para as Jornadas Mundiais da Juventude, tendo já regressado a França. Também o arcebispo de Rouen, monsenhor Dominique Lebrun, já regressou de Cracóvia. "Estarei a partir desta noite na minha diocese, junto das famílias e da comunidade paroquial em choque", revelou ontem o monsenhor.
O Papa Francisco, que estará a partir de hoje em Cracóvia, disse, num comunicado oficial do Vaticano, que "Estamos particularmente impressionados pelo facto de esta violência ter acontecido numa igreja, um lugar sagrado". O Papa juntou-se assim ao luto condenando "da forma mais radical" este "bárbaro assassinato de um sacerdote".
François Hollande, o inútil do presidente súcia francês, já confirmou que se tratou de um acto terrorista. O problema é que os dois terroristas já estavam mais que identificados pelas autoridades e até usavam pulseira nos tornozelos para que os seus movimentos fossem detectados! Um deles até era um francês, ou «francês», que tentou ir para a Síria e tudo...
Enfim, que o mártir Pe. Jacques Hamel descanse em paz.

Notas soltas

O actor britânico Michael Caine, de 83 anos, passou a ser oficialmente conhecido como Michael Caine. O seu nome de baptismo, Maurice Micklewhite, deixou de existir... por causa do terrorismo. Segundo o próprio, sempre que viajava de avião perdia muito tempo nos controlos de segurança porque todos o conhecem pelo nome artístico. "Podia lá ficar uma hora. Por isso mudei de nome", contou o veterano actor ao jornal The Sun.

Maurice Micklewhite passou a ser Michael Caine por causa do filme The Caine Mutiny
A esquerdista BBC fez questão de não dizer às pessoas que o responsável pelo tiroteio em Munique, o alemão de origem iraniana Ali David Sonboly, tinha o nome Ali. O nome David Sonboly, para quem não viu a fronha do criminoso, pode levar qualquer um a pensar que se tratou de um alemão nativo, de extrema-direita e eventualmente católico ou luterano praticante, e não "apenas" mais um "maluquinho" da seita do Maomé. Não é por acaso que o facto dele ser "alemão" foi logo usado como trunfo por parte do politicamente correcto, como que a insinuar que afinal não era um imigrante ou refugiado. Pois, o David Sonboly (sem o Ali), até podia não ser um imigrante ou refugiado, mas talvez os pais dele sejam?

Porque é que a esquerdista BBC ocultou o nome Ali, hem??
O bombista-suicida de Ansbach, Mohammad Daleel, natural de Alepo, apresentou-se como um "pacifista" quando pediu asilo, dizendo às autoridades alemães que tinha fugido da Síria porque não queria empunhar armas contra outros seres humanos...

A taqiya (dissimulação islâmica) como pretexto para o asilo
Foram detidos pela PSP do Porto seis assaltantes georgianos - e viva o multiculturalismo! - que assaltaram em grupo organizado 25 moradias. Os seis alógenos têm idades entre os 30 e os 40 anos, planeavam os furtos ao pormenor, entravam nas moradias sem arrombar as fechaduras e não deixavam vestígios.

Entretanto, em Fafe, houve um assalto armado no LIDL com clientes na loja.
É só acontecimentos vibrantes em Portugal depois do maravilhoso 25 de Abril!
Na Indonésia, aquele que é o rapaz mais obeso do mundo, Arya Permana, deu início há uns dias atrás a uma dieta forçada por, obviamente, razões médicas e também porque a obesidade mórbida o estava a impedir de levar uma vida normal. O rapaz de 10 anos e de 192 quilos já até deixou de ir à escola e só tem com quem brincar quando os seus amigos o visitam. O seu sonho é ser magro.

Arya tem seis vezes mais quilos que a média de uma criança da sua idade
A modelo americana Ashley Graham, que era uma modelo plus size, foi acusada de ter "traído os seus" depois de ter partilhado fotos no Instagram em que ela aparece muito mais magra do que era. "Onde estão as tuas curvas?", perguntou um utilizador da rede social. "Eu sabia. Tu perdeste muito peso. Já não sou tua fã, tu traíste muita gente", escreveu outra. "Porque estás a mudar-te? Eu pensei que estavas confortável contigo mesmo e com o teu tamanho", disse uma outra. Ashley, de 28 anos, que foi vítima de body shaming por causa do seu peso desde muito cedo, respondeu à medida: "As pessoas vêm à minha página e humilham-me porque sou muito grande, porque sou muito pequena, porque não sou boa o suficiente para os padrões deles. Mas no final do dia, eu sou boa o suficiente para mim. Ângulos fazem qualquer um parecer maior ou menor e eu sei trabalhar com os meus".

Ter peso a mais não é saudável, pá! Qual traição, qual carapuça!
O inglês Oliver Pugh é capaz de ser o "homem mais azarado do mundo" da actualidade. Natural de Buxton, o jovem de 26 anos, pai de duas crianças, já teve três vezes meningite, já teve uma infecção provocada pela bactéria MRSA, já chegou a sofrer um ataque cardíaco, já teve um género de cancro que o deixou paralisado e ficou sem parte de um polegar num acidente. Como se tudo isso não bastasse, a sua mulher, Grace, traiu-o e trocou-o pelo padrinho do casamento deles, o melhor amigo do Oliver...

Bem, a melhor parte da sua história é que ele sobreviveu a tudo isto...
Em Minsk, capital da Bielorússia, um jovem casal foi apanhado a fazer o amor na rua em plena luz do dia. Os dois, que estavam supostamente a voltar para casa depois de uma noite de festa, já foram identificados.

A foto do casal já foi partilhada ad nauseam nas redes sociais
O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou que a economia mundial não pode depender apenas da China para o salvar de um abrandamento provocado pelo Brexit por ser um "fardo muito pesado". "É impossível carregar o fardo de todo o mundo nos nossos ombros", disse dias antes da China acolher um encontro entre os ministros das Finanças do G20 e após o encontro em Pequim entre responsáveis de seis organizações económicas internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

Em 2015, a economia da segunda maior potência económica do mundo cresceu 6,9%
Começou ontem o campeonato da Bolinha no campo sintético do Colégio D. Bosco, este ano mais cedo porque a Associação de Futebol de Macau decidiu dar início pela primeira vez a um torneio-campeonato de futsal em Outubro no Pavilhão do Estádio de Macau. Como tal, o Benfica de Macau, que joga no dia 28 com o Chong Wa, terá mais tarde que adiar uns jogos devido à sua participação na pré-eliminatória da Taça AFC, no Quirguistão, em Agosto. A filial macaense do Futebol Corrupto do Porto, o fcp de Macau, não participa nesta Bolinha porque não se inscreveu, dando os seus responsáveis a entender que o projecto futebol já terminou (a equipa de futebol de 11 acabou já há quatro anos) devido à falta de patrocinadores, algo que já se tem feito sentir há vários anos (ninguém tem interesse em patrocinar a filial macaense dos corruptos, lol). "Estamos cansados de procurar, sem sucesso, empresas que patrocinem o FC Porto e de pôr dinheiro do nosso bolso e, mesmo com os jogadores a não beneficiarem de qualquer prémio de jogo, havia sempre despesas a fazer e eram sempre os mesmos a ter de manter este projecto de pé. Cessei o meu mandato de presidente há seis ou sete anos e ainda estou no activo porque não apareceu ninguém para assumir a liderança da direcção do FC Porto. Neste cenário não é possível continuarmos no futebol, pelo menos por enquanto", sublinhou o dirigente Andrade António Aguiar. Já em relação às outras equipas, os "patrões" geralmente apostam forte neste "futebol em miniatura", contratando para o efeito jogadores de Hong Kong e também da China. Este ano a Bolinha conta com as seguintes equipas: Sub-23, Lam Pak, Sporting, Night Walker, Ka I, Polícia, Chiba, Lai Chi (grupo A), Benfica, Cheng Fung, Monte Carlo, Tu Si, Kin Wa, Kei Lun e Chong Wa (grupo B).

O Benfica de Macau já não defrontará mais os Andrades locais

terça-feira, 26 de julho de 2016

O "verdadeiro" Islão


Versão portuguesa do artigo The "True" Islam, escrito por James V. Schall, S. J., e publicado em The Catholic World Report, a 24 de Janeiro de 2016. 
O artigo contém uma discussão interessante sobre o islamismo e as diferenças fundamentais com as bases da civilização ocidental.


"Os escritos de Rémi Brague (vencedor do Prémio Ratzinger de 2012) sobre o Islão oferecem o tipo de análise firme e detalhada sobre o assunto." 


Lumen Gentium, Constituição dogmática sobre a Igreja do Vaticano II, afirma que os maometanos "professam a sua fé como a fé de Abraão, e como os cristãos adoram o Deus único e misericordioso, que vai julgar os homens no último dia". À primeira vista, essa afirmação parece amigável e leva a crer que a "fé" dos muçulmanos é semelhante à cristã, ou seja, que ambas as religiões estão "de acordo" sobre um juízo final e um Deus misericordioso, que é um único. Esta forma de colocar a questão argumenta uma origem comum ao Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, todas oriundas de Abraão e tendo cada uma das quais "aparecido" na história em diferentes momentos - Novo Testamento alguns 1200 anos depois de Abraão e o Islão alguns 700 anos depois do tempo de Cristo. 
Mas quando examinamos o que cada tradição (cristã e islâmica) entende por unidade, culto, julgamento e misericórdia, constatamos que elas não querem dizer as mesmas coisas com as mesmas palavras. E o acordo assumido que Deus é um só fornece pouca base para um maior acordo sobre o que flui a partir dele. O Islão confronta a religião e a política com questões de vida e morte e nas suas atitudes diárias mostra que o conceito de Deus, unidade, culto, julgamento e misericórdia, diverge totalmente do conceito cristão, ou não veríamos como resultado deste conceito milhares de cristãos decapitados diante dos nossos olhos da maneira mais brutal. O grande Mosteiro de St. Elias perto de Mosul no Iraque, que data do 600s AD, foi recentemente não apenas destruído, mas pulverizado, não por qualquer motivo militar, mas para apagar qualquer sinal da presença cristã histórica lá. Esta é uma antecipação do que vai acontecer com outras igrejas e edifícios cristãos se esta expansão islâmica continuar. 
Essas mortes e destruições são consideradas um julgamento, por isso é reivindicado, numa sociedade que se recusa a aceitar a vontade de Alá como a norma de como viver. Também ouvimos de mulheres molestadas mesmo em frente de catedrais europeias como se tais actos fossem "direitos". De facto, as mulheres são consideradas as "causas", porque não se trajam como a lei muçulmana exige em todos os lugares. As vítimas, assim, seriam as culpadas pelos crimes cometidos contra elas e não os criminosos que cometem os crimes, pois estes seriam os "verdadeiros crentes" ao "serviço de Alá". 
Sabemos também da discriminação flagrante contra os não-muçulmanos em todas as terras muçulmanas. Mas, novamente, este é dito ser um "direito" de cada povo, decidir quem é ou não é um cidadão e quais são as suas leis e portanto, perante o pensamento muçulmano, estas atitudes não seriam actividades brutais ou injustificadas, mas sim corroboradas pela sociedade islâmica. Tais costumes, actos, comportamentos, sempre estiveram presentes, de uma forma ou de outra, desde que o Islão começou no século VII. Há uma consistência filosófica sobre eles. Há muitas maneiras de se chegar a um acordo com essa conduta permanente, no entanto, estão actualmente propostas para torná-lo menos violento. Muitos, inclusive o Papa Francisco (Evangelium Gaudium # 253), sustentam que o "verdadeiro" Islão é "pacífico"; a "violência" é apresentada como uma aberração sem relação com o Islão, e não a norma. 
Quando se trata de compreender as implicações desta filosofia islâmica, ninguém é mais perspicaz do que o filósofo e historiador francês, Rémi Brague, vencedor do Prémio Ratzinger de 2012, professor em Paris e Munique, e autor de livros como "A Lei de Deus", a "Lenda da Idade Média" e o "Deus dos cristãos". Num ensaio na revista francesa, Commentaire (2015), intitulado "Sur le 'vrai' islam", ele dirigiu-se a uma consideração feita pelo Papa Francisco de que o "verdadeiro Islão é uma religião pacífica". Brague observou que nenhum Papa é uma "autoridade" dentro do Islão para definir o que é o Islão. 
Pode-se destacar, porém, que um Papa é uma autoridade dentro do Catolicismo. Nessa qualidade, ele tem a responsabilidade de identificar o que não é o Catolicismo. Esta autoridade deverá incluir pronunciar-se sobre a compreensão do Cristianismo encontrada no texto do Corão, assim como da Trindade e da Encarnação de Cristo são negadas no Corão. 
Os islamistas e escolares afirmam que as escrituras judaico-cristãs são uma farsa, uma falsa interpretação de um Corão "original" que existiu apenas na mente de Deus antes do Corão ter sido escrito; portanto, o Corão seria o livro mais antigo. 
Os Papas raramente exercem esta responsabilidade que lhes cabe como autoridades católicas, a responsabilidade de defender a Trindade e a Encarnação de Jesus como verdadeira . O Papa Bento XVI, na "Aula de Ratisbona", abordou sobre a questão da violência recorrente proveniente de fontes islâmicas e fez pressão contra isso, mas o Papa Francisco em momento algum fez o que lhe cabia como líder religioso católico: defender a Trindade e a Encarnação de Jesus como verdadeira frente aos islamistas e escolares islâmicos. 
Para entender o que está em jogo, Brague propõe certas distinções que vou tentar explicitar de uma forma mais geral. Algumas questões sobre o Islão lidam com a verdade, outras com a lei. No que diz respeito aos factos, todas as seitas e movimentos dentro do Islão sunita, xiíta, sufista, Wahabi, mesmo quando entram em conflito uns com os outros, é devido a intenção de representar o "verdadeiro" Islão. Os chamados "terroristas" reivindicam, utilizando-se de provas do Corão e da história legítima, ser a voz real do Islão. Eles acusam aqueles que não seguem o seu exemplo agressivo de serem "traidores" do Islão. Aqueles muçulmanos que rejeitam a compreensão do Islão segundo a ótica do ISIS, não podem afirmar que a sua visão é a única visão legítima, pois sobre a questão de direito, muitas abordagens são igualmente possíveis. 
Samir Kalid Samir SJ, nas suas "111 Perguntas sobre o Islão", observou que a violência é justificada tanto no texto e na tradição. Negar esta justificação da violência é ir contra e negar muitos pontos bem atestados no Alcorão e na história islâmica. Neste sentido, não se pode simplesmente dizer que o "verdadeiro" Islão não é violento. Tal afirmação não faz justiça à complexidade da questão.  

II

Quem tem autoridade, em seu próprio nome, para afirmar definitivamente que é o Islão? Certamente um Papa por não ser uma autoridade oficial designada para resolver as questões de facto e de princípio sobre o Islão. Por isso, Brague defende que é importante proteger-se contra a ambiguidade do termo "verdadeiro Islão", principalmente quando se é um Papa. Vale a pena examinar o que o termo "verdadeiro Islão", pode significar. Qual é o significado da palavra "Islão"? Como o Islão pode ser considerado como uma "religião", uma "civilização", e uma "população"? 
Como uma religião, o Islão significa abandonar por completo toda a sua vida nas mãos de Alá e submeter-se aos desígnios deste. No Ocidente, o Islão refere-se à religião pregada na Arábia por Maomé, no início no século VII. Mas os próprios muçulmanos consideram a sua religião muito mais velha do que Maomé. Na verdade, é dito que o Islão é uma religião que veio directamente de Deus, passando por nada, nem mesmo pela interpretação de Maomé. 
Neste sentido, o autor do Corão é Deus e portanto o Corão é superior à Bíblia, pois esta última foi escrita por evangelistas que eram homens, ao passo que o Corão foi escrito por um Deus. 
Como uma civilização, o Islão começou num determinado momento e num determinado lugar, assim, os muçulmanos têm o seu próprio calendário que começa em 622, quando Maomé deixou Meca e foi para Medina. Dentro dos limites geográficos sob controlo do Islão temos a área de "paz". Fora isso, tudo está no domínio de "guerra". O ISIS ainda usa esta terminologia paz/guerra; outros tendem a usar termos como "terra de missão". Mas todas aquelas pessoas na arena de "guerra" são consideradas como "inimigos" de Alá. Portanto, elas estão sujeitas à lei e vingança de Alá (Deus). Neste mundo, não há "inocentes". 

III 

A civilização islâmica inclui aqueles que não pertencem à religião muçulmana, mas vivem dentro do seu ambiente e por isso eles devem pagar um preço para serem deixados em paz (sob protecção); eles devem aceitar a cidadania de segunda classe. Muitos daqueles que, no início, eram de facto cristãos foram forçados a converter-se ao Islão e por isso nas terras conquistadas pelo Islão, actualmente, a maioria é de muçulmanos, pois tais povos foram forçados à conversão e hoje a totalidade desses povos já trocou tanto de religião como de civilização. O renascimento moderno do Islão (Primavera Árabe), especialmente o seu nacionalismo (inspirado por tendências políticas ocidentais), também incluiu os cristãos que esperavam que um "estado" moderno fosse dar-lhes status e igualdade independente da lei islâmica. 
No entanto, os poucos cristãos restantes, estão sendo expulsos de terras muçulmanas que fizeram a revolução na Primavera Árabe. O Ocidente faz a distinção entre o Cristianismo (uma religião) e a Cristandade (uma cultura), mas esta distinção não existe no Islão, e se feita é inclusive considerada blasfémia, e é isto que precisa ser entendido pelos ocidentais que não são muçulmanos. 
Neste sentido, não se pode facilmente distinguir entre o "verdadeiro" Islão como uma religião daquele Islão que é uma civilização. Ao examinar a noção de um "verdadeiro" Islão, Brague espera mostrar a dificuldade em usar essa frase de tal forma a ser capaz de dizer que é ou não é, em princípio, "pacífica". Uma coisa é entender o Islão como o entende seus seguidores, outra maneira de ver o Islão é a partir da perspectiva de especialistas académicos não-muçulmanos usando os seus próprios métodos científicos. Tais métodos científicos só podem mostrar o que os métodos permitem. A crença, como tal, não é um objecto directo da investigação científica. 
Tudo está aberto a múltiplas interpretações. É por isso que o Islão parece tão errático. Na verdade, é a partir deste conjunto de práticas contraditórias e crenças no Corão e na história islâmica que os próprios estudiosos islâmicos tiveram que desenvolver uma "teoria" que justificasse estes fenómenos contraditórios e, assim, com isso, pudessem salvar a religião da sua incoerência evidente. Esta é a origem real do "voluntarismo" que subjaz vistas do cosmos, do homem e de Deus. Para o voluntarista, Alá pode exigir o oposto do que ele ordenou antes, ou ele não seria todo-poderoso. E a vontade de Alá está na origem de toda a realidade. 
Com esta afirmação de que Alá é todo poderoso e que a sua "vontade" é soberana, explica-se todo o contraditório que existe no Corão e na religião islâmica, pois, a contradição é a regra e justifica-se pela vontade de Alá, sem mais explicações, ou análises, e ou questionamentos. O "voluntarismo" é a base da teoria das "duas verdades" que permite que a revelação e a razão mantenham pontos de vista contraditórios. O Corão foi pensado e escrito por Deus em pessoa e esta origem não deixa margem para uma interpretação coerente. "Interpretar" isso implicaria que uma autoridade humana fosse capaz de ser Alá, o que seria uma blasfémia. 
O Corão também relativiza o Antigo e o Novo Testamentos como documentos defeituosos que foram roubados ou mal interpretados a partir do texto original do Corão que estava localizado na mente de Deus. Tal comentário de escolares islâmicos e de fiéis muçulmanos é uma inversão, o oposto, do que realmente aconteceu, portanto um revisionismo histórico para justificar e corroborar a supremacia islâmica (sempre feito pelos islamistas). O Corão é em si uma selecção e interpretação de fontes judaicas e cristãs anteriores, mas aí os islamistas desenvolveram essa distorção da realidade e da história para que com essa "teoria desenvolvida" justificassem que o Corão é anterior à Torá e à Bíblia, e nesta época existia na mente de Deus que séculos mais tarde ditou os seus pensamentos para Maomé. Esta visão tornou-se o dispositivo para economizar a incoerência islâmica. 
Com essa "teoria" afirma-se que um Islão puro ou autêntico podia ser encontrado antes das influências judaicas e cristãs e que estas de forma alguma influenciaram a criação do Islão e que o Corão não seria uma selecção do de conquistas militares do Próximo Oriente, assim como uma selecção do Velho e do Novo Testamento. 
O Islão não sustenta que inicialmente apareceu com a primeira pregação de Maomé, em vez disso, o Islão pensa em si como primeiro enraizado na mente de Deus, antes da história e é por isso que afirma ser mais velho do que o Judaísmo ou o Cristianismo. Já "existia" inalterada na mente de Deus antes mesmo da criação deste mundo terreno. Neste ponto de vista, o Judaísmo e o Cristianismo são corrupções do Islão original, e não vice-versa. Assim, se este ponto de vista sobre a origem do Islão na mente de Deus é verdade, todo mundo nasce muçulmano. Se alguém na história não é um muçulmano, é porque ele foi corrompido pelos pais, escolas ou outras religiões. É por isso que o Islão não tem por si mesma quaisquer datas de início oficial da história. 
Ao estudarmos a história da humanidade, porém, temos uma imagem do "real" sobre o Islão e sobre as civilizações e as nações. Ao estudar sobre Maomé, não se sabe quando ele apareceu pela primeira vez. Assim, Robert Spencer escreveu um livro intitulado "Será que Maomé existiu?" (ISI Books, 2012). As muitas biografias de Maomé repetem os mesmos contos. O certo é que os arqueólogos nunca foram autorizados a investigar Medina ou Meca e portanto não se tem provas da existência de Maomé. E é baseado nisto que temos a visão de Brague, de que não podemos facilmente chegar a um "verdadeiro" Islão. 
O Islão tem um verdadeiro talento tanto para empréstimos quanto para se apoderar de feitos que não lhe pertencem. A tensão entre o Islão como uma religião e Islão como uma civilização pode ser grande. O governo e a religião em diferentes Estados muçulmanos normalmente chegam a algum tipo de harmonia e trabalham no sentido de se reforçar mutuamente. A missão de submeter o mundo a Deus e, dentro dessa sujeição, de ter o seu governo e o seu lado religioso em harmonia, é uma esperança prevalente em todo o Islão. 

IV

E quanto a uma reforma em si do Islão para suavizar seu ímpeto violento? Robert Reilly, numa carta recente ao Wall Street Journal (5 de Novembro de 2015) observou que esta "reforma" é o que agora já existe no Islão. Mudança e Reforma eram coisas constantes em ambos o Protestantismo e o Catolicismo, Brague observa. Mas no Islão, as primeiras conquistas militares não eram muito diferentes das conquistas actuais, pois os terroristas islâmicos de hoje recuperaram esses métodos anteriores utilizados nos primórdios do Islão sob o comando de Maomé. As terríveis cenas de conquistas muçulmanas são aceites como factos da história de Maomé e portanto aplica-se à história de vida de cada muçulmano fiel, pois o profeta é o modelo, um bom exemplo a ser seguido. Assim, pode-se invocar os factos e actos do profeta, actualmente, no século XXI, pois o profeta é um escolhido por Deus e fez o que fez a mando de Alá. 
A justificativa de bombistas-suicidas pode ser citada pelo próprio Maomé, que deu conselhos sobre como entrar no céu. Este é o fundamentalismo, os fundamentos do que é realmente o Islão, pois estão presentes desde o início do Islão. 
Podemos considerar o Islão, como uma alternativa, de um movimento puramente espiritual? Obviamente que não! A tradição sufi existe no Islão; é espiritual. Mas a pergunta na mente de Brague é esta: Será que é mais representativo do "verdadeiro" Islão do que as outras visões do mesmo assunto? Estudiosos ocidentais muitas vezes consideram esse "Islão espiritual" como um "Islão legal", e o "Islão fundamentalista" como algo a se menosprezar, mas os próprios muçulmanos não costumam considerar o "Islão místico (espiritual)" como um "bom". Dentro do Islão, há uma tradição de oposição a ele e os seus seguidores são considerados infiéis. Esta tradição mística tem sido limitada a pequenas seitas consideradas uma "aberração moral" dentro da ideologia islâmica. 
E quanto à tolerância? Suponha que os seguidores do Islão, as pessoas, desejem uma multiplicidade de ideias. A estrita observância da lei impediria qualquer expressão de dissidência em público, pois a religião inclui uma legislação pública e a separação da mesquita e Estado não é concebível. E é com este conceito que o Islão entra na Europa, como uma civilização em que essas relações de religião e política já estão incluídos e são indissociáveis. 
O problema surge quando pensamos que estes pontos da lei muçulmana (Lei Sharia) são meramente questões do nosso direito civil. Os muçulmanos consideram a Lei Islâmica ou Lei Sharia a Lei inquebrável de Deus. Assim, um "verdadeiro" muçulmano, diante de um Estado de direito secular ocidental, tem de escolher entre um costume mutável e a Lei de Deus contida no Corão. Ou seja, ele não pode estar em paz em qualquer sociedade que não estabelecer a Lei do Islão como a sua lei civil. Assim, no final, parece claro que o "verdadeiro" Islão é realmente uma religião "pacífica" somente quando ele atingiu o controlo político e religioso da Lei que rege os nossos pensamentos, acções e sistemas políticos." 


Sobre o autor, James V. Schall, S. J. 
James V. Schall, S. J. ensinou filosofia política na Universidade de Georgetown por muitos anos até recentemente se aposentar. Ele é o autor de numerosos livros e inúmeros ensaios sobre filosofia, teologia, educação, moralidade, e outros tópicos. O seu livro mais recente é http://www.ignatius.com/Products/RP-P/reasonable-pleasures.aspx?=cwr (Ignatius Press). Visite o site, Another Sort of Learning, para saber mais sobre os seus escritos e trabalho. 

**agradecimentos a Cláudio M. C. pela sugestão do texto, e a A.L. pela versão em português.