terça-feira, 4 de agosto de 2015

Os ilegais querem ir para o UK!

Imigrantes ilegais parasitas  em busca dos generosos subsídios britânicos
De acordo com o Diário de Notícias, na noite de domingo para segunda-feira 1700 imigrantes ilegais tentaram entrar no eurotúnel em Calais, França, para chegarem ao Reino Unido. A mesma fonte indica que as autoridades de Kent já não têm como acolher todos esses ilegais, precisando de recorrer a lares de acolhimento temporários sobretudo para os menores de idade. O transporte desses mesmos ilegais para esses mesmos lares está a ser feito por táxis e está tudo a ser pago pelos contribuintes! Sim e estamos a falar de facturas que podem chegar às 150 libras (mais de 200 euros) por viagem!
 
Em Calais, os imigrantes ilegais comportam-se como porcos, sujando tudo...
O UK Daily Mail diz, por sua vez, que as autoridades francesas já ameaçaram o Reino Unido dizendo que vão deixar "parasitas, bandidos e potenciais terroristas muçulmanos" irem para lá. Até já falam duma "crise global de invasão de alógenos ilegais muçulmanos"! O presidente da câmara de Calais, Emmanuel Agius, acusou David Cameron de provocar depois de ter dito que a França devia ser mais assertiva em resolver o caos. "Se isto continuar assim, com provocações ultrajantes como estas, acredito que a dado momento vamos ser provocadores e dizer: 'deixem ir os migrantes', e Cameron vai ter de lidar com isso", disse Agius.

... e depois têm a lata de dizer que não são animais...
Esses ilegais só lá estão graças à maçónica União Europeia, que obrigou todos os Estados-membros a repartirem-nos depois destes terem entrado na Europa via Itália ou Grécia. Como esses ilegais sabem-na toda, querem todos ir para países onde os subsídios são mais generosos, como é o caso da Alemanha ou do Reino Unido. Além disso, são países cada vez mais multiculturalistas, o que os ajuda a sentir-se cada vez mais em casa, como se estivessem em África de onde fugiram. A diferença é que ao pé dos mauzões dos brancos colonizadores existem conceitos como "Direitos Humanos" e a Segurança Social, que é para os manter vivos que nem animais domésticos. Os contribuintes que os sustentem!

Os direitos?? Cadê esses direitos nas terras deles?
E agora, Europa? Como é que se resolve este problema que já está tão grande? Vai continuar a nada fazer em relação à destruição que já começou? "Crise de imigração clandestina"? A Austrália já a resolveu: disse simplesmente "não".

Mitos, falácias e verdades sobre o desemprego

O desemprego tem sido um dos assuntos centrais da campanha eleitoral. Com tanta informação e contra-informação, convém olhar para os números disponíveis, sem filtros. Comecemos então por olhar para a evolução do número oficial de desempregados desde 2011: 


A tendência é clara: houve um aumento do número de desempregados a partir de 2011, mais visível a partir do anúncio do pedido de ajuda à Troika. O desemprego atingiu o seu valor mais alto em Fevereiro de 2013, cerca de 20 meses depois da entrada da Troika. Desde aí caiu de forma quase contínua. Entre Fevereiro de 2013 e Maio de 2015 passou a haver menos 306 mil desempregados. A tendência foi particularmente forte até ao aumento do salário mínimo nacional em Setembro de 2014. 

Para efeitos de campanha eleitoral, tem-se comparado os valores de Junho de 2011 com os actuais, para tentar definir as culpas/créditos do actual governo. Apesar do simbolismo, esta comparação é um pouco vazia de sentido. Em primeiro lugar, porque as políticas económicas de um governo demoram alguns meses a ter efeito no desemprego (há excepções como o aumento do salário mínimo nacional, cujo anúncio em si pode ter efeitos imediatos, mesmo antes da implementação). Em segundo lugar porque ninguém com dois dedos de testa esperaria que o desemprego não aumentasse bastante depois de Portugal entrar na situação em que entrou em Maio de 2011. Independentemente da cor partidária do governo, e das políticas escolhidas, o desemprego teria aumentado bastante depois da chamada da Troika. Mesmo assim, por curiosidade, podemos fazer o exercício de olhar para a evolução do desemprego nas 5 últimas legislaturas (Guterres, Durão/Santana, duas de Sócrates e esta). 


Como se pode ver pelo gráfico, esta foi a primeira vez desde 1999 em que o número de desempregados baixou entre o princípio e o fim de uma legislatura. Mais uma vez, estes dados têm um valor apenas simbólico: nem um governo controla totalmente o nível de desemprego, nem as suas políticas têm impacto imediato. 

Quando se fala na queda do desemprego, logo aparecem alguns comentadores a falar no desemprego escondido. O primeiro argumento utilizado é o dos desempregados desencorajados, que por não continuarem a procurar emprego, são considerados inactivos e desaparecem das estatísticas do desemprego. Ou seja, pessoas que se cansaram de procurar emprego e por isso não entram nas estatísticas do desemprego. Adicionando estas pessoas ao gráfico, ficamos com o seguinte: 


Depois de acrescentar estas pessoas, o perfil da evolução do desemprego continua semelhante: um grande aumento entre meados de 2011 e início de 2013, seguido de uma forte queda. Utilizando este critério para definir desempregado, a queda no desemprego desde 2013 é ainda maior: menos 309 mil desempregados. 

A seguir à questão dos desencorajados, fala-se no subemprego: pessoas que estão empregadas a tempo parcial mas que gostariam de ter emprego a tempo inteiro. Dificilmente se poderá considerar pessoas que trabalham a tempo parcial desempregados, mas para efeitos de análise, podemos acrescentá-los ao gráfico anterior.


Mais uma vez, a tendência não só não se altera como se assiste a uma queda no “desemprego” ainda maior: menos 310 mil “desempregados” desde Fevereiro de 2013. 

Finalmente, há um argumento que faz mais sentido de todos: muitos desempregados não contam como tal porque estão ocupados em programas de emprego e formação profissional. Ou seja, o estado paga a estes desempregados para estarem ocupados. O número de desempregados ocupados foi uma das marcas desta legislatura. Quando adicionamos, estes “ocupados” aos números do desemprego, temos o seguinte:


Continua sem haver uma mudança na tendência. No entanto, a queda no número de desempregados desde Fevereiro de 2013 passa de 310 para 237. Mesmo assim é uma queda substancial: nunca houve uma queda tão acentuada no número de desempregados em Portugal desde 1974 (também nunca o ponto de partida foi tão alto). 

A única verdadeira preocupação é que, ao contrário do que foi prometido, o número de assalariados do estado aumentou durante a legislatura. A redução que ocorreu no número de funcionários públicos foi mais do que compensada pelo aumento de desempregados ocupados pelo estado (é verdade que com um nível salarial mais baixo, mas mesmo assim dependentes do estado). 


Como o PS não hesita em criticar estes “empregos” e o PSD/PP realçam a importância do sector privado no emprego este será, certamente, um assunto para resolver na próxima legislatura, ganhe quem ganhar.


Carlos Guimarães Pinto in O Insurgente

Luís Botelho Ribeiro (1967-2015)

 
Faleceu no passado sábado, aos 47 anos de idade vítima de doença prolongada, Luís Filipe Botelho Ribeiro, o fundador e líder do partido Portugal Pró-Vida, um dos primeiros partidos europeus explicitamente a favor da vida. Natural de Santo Tirso e doutorado em Engenharia, Luís Botelho Ribeiro chegou a ser candidato, pela coligação PPM/PPV, à presidência da Câmara Municipal de Guimarães nas eleições autárquicas de 2013.
Requiescat in pace.

Special Olympics 2015

 
Pouca gente ter-se-á apercebido, mas os atletas portugueses com deficiência participaram nos Jogos Olímpicos do Special Oylimpics em Los Angeles, nos Estados Unidos, e trouxeram para Portugal 44 medalhas: 14 de ouro, 18 de prata e 12 de bronze. Da comitiva portuguesa, composta por 49 elementos, destacou-se Maria Taveira, de apenas 14 anos, que conquistou quatro medalhas nas competições de ginástica rítmica.
 
 
Já agora, a comitiva da minha terra, liderada por Paul Pun, o representante máximo da Cáritas em Macau, conseguiu mais de 70 medalhas, tendo igualmente conseguido um número relevante de medalhas de ouro, o que não deixa de ser um feito notável para um território tão pequeno como é Macau. E pelo menos a TDM acompanhou a par e passo a prestação dos jovens macaenses, não os deixando cair no esquecimento - e ainda bem!
 
 
Os parabéns a todos por dignificarem o nome de Portugal e também de Macau!

Benfica de Bissau campeão da Guiné-Bissau

 
Se o Glorioso original não parece estar bem, ainda que a época ainda não tenha começado, o mesmo não se pode dizer de mais uma filial benfiquista, o Benfica da Guiné-Bissau, que se sagrou campeão do pequeno país africano lusófono que na verdade de lusófono pouco tem. Os encarnados de Bissau derrotaram o Bula por 4-0 na última jornada do campeonato da primeira divisão local, com destaque para os dois golos apontados por Sumaila Djassi, que terminou a época com 27 golos marcados. O primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, assistiu ao jogo de consagração do título e no fim houve festa nas ruas de Bissau apesar da chuva. Em segundo lugar do campeonato ficou o Sporting, com menos dois pontos que o campeão.

Monterrey vence Eusébio Cup

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Os mexicanos do Monterrey conquistaram a Eusébio Cup depois de vencerem o Glorioso por 3-0 com golos de César Montes, Funes Mori (de penalty) e Rivera Molina. Foi também o jogo da inauguração do seu novo estádio, BBVA Bancomer. Com mais este desaire, o Benfica terminou a sua participação na América do Norte, tendo já regressado a Lisboa, com a sua pior exibição nesta pré-época e o pior é que perdeu, ao que tudo indica, o capitão Luisão por lesão. Já não haverá mais nenhum jogo amigável antes do primeiro confronto a sério, no próximo dia 9 frente ao Sporting em jogo a contar para a Supertaça Cândido de Oliveira.

 
O treinador Rui Vitória, já debaixo de fortes críticas, garantiu que o Benfica vai-se apresentar "forte" na supertaça. O lesionado Salvio, que não integrou o estágio norte-americano, apelou no Twitter à união entre todos os benfiquistas após mais esta derrota: "Boa semana para todos, especialmente para todos os benfiquistas. Esta semana temos de estar mais unidos do que nunca. Vamos, SLB!"
Há sensivelmente um ano atrás também houve "crise" na Luz, como podemos ver na foto debaixo.
 

Antes de se realizar a 8.ª edição da Eusébio Cup, a primeira fora de portas, Luisão não se esqueceu do grande Eusébio e escreveu o seguinte no Instagram: "Além de um craque e eterno, uma pessoa incrível de coração gigante!"
Recordemos que Eusébio chegou a alinhar no clube mexicano já na fase descendente da sua carreira.


Costuma-se dizer que até ao lavar dos cestos é vindima. Mas confesso que estou muito preocupado com o que tenho andado a ver nesta pré-temporada benfiquista. Até agora ainda ninguém viu a tão "propalada aposta na formação" nem tão pouco uma equipa já formada e a jogar com garra. Além disso, ainda há muitas lacunas por colmatar no plantel... e muito, mas mesmo muito, trabalho pela frente. Entrar com o pé esquerdo no jogo oficial da época pode significar ter toda a época em causa, ainda para mais para um treinador acabado de chegar. O Fernando Santos foi despedido logo no início de uma época por bem menos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Feira de Cantão & Macau

 
Terminou ontem a Feira dos Produtos de Marca de Cantão e Macau que se realizou no Centro de Convenção e Exibição da Doca dos Pescadores, em Macau. Os organizadores do evento foram o Instituto para a Promoção do Comércio e Investimento de Macau e o Departamento de Comércio da Província de Cantão em parceria com a empresa de publicidade Macau Creation.

 
Como não podia deixar de ser, fui a tempo de visitar a feira bem no último dia (durou entre os dias 30 de Julho e 2 de Agosto) e aproveitei para comprar alguns produtos em promoção: leite japonês (da ilha de Hokkaido), leite de côco, algas condimentadas, sardinhas da Porthos, uma garrafa de ginja do Algarve, chá chinês e também umas comeizanas típicas chinesas como as famosas bolas de peixe (fishballs) com molho de caril.

 
Havia de tudo na feira como se fosse um enorme mercado: desde carne assada, a produtos secos, almofadas, máquinas de sumos, roupa interior ou vinhos e azeites. Estiveram presentes no certame cerca de 30 produtores portugueses, com a Associação de Jovens Empresários Portugal-China (AJEPC) em destaque e que vendeu as suas iguarias, como o azeite Vale da Fonte ou o mel da B Sweet. O evento serviu como uma forma dos empresários expor os seus produtos e, da parte de Cantão, estiveram representantes de várias cidades como Guangzhou, Foshan, Jiangmen, Yangjiang, Dongguan ou Zhongshan.

 
E pronto, foi assim um domingo muito bem passado. Quanto mais não seja por ter finalmente ido ao Centro de Convenção e Exibição da Doca dos Pescadores.

Barça despede-se da International Champions Cup sem brilho

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Depois de ter perdido com o Arsenal, o Chelsea vai defrontar, na próxima quarta-feira, a Fiorentina no derradeiro jogo da International Champions Cup. Os italianos derrotaram, em casa e para a mesma competição, o Barcelona por 2-1. Para os pupilos do português Paulo Sousa bisou Bernardeschi e tudo o que os culés conseguiram foi reduzir por intermédio do uruguaio Luis Suárez. O Barcelona, ainda sem poder contar com Lionel Messi e Neymar, saiu assim da International Champions Cup com três derrotas (Manchester United, Chelsea e Fiorentina) e apenas uma vitória (LA Galaxy). Já a Fiorentina somou a sua segunda vitória depois da vitória nas grandes penalidades sobre o Benfica.

Arsenal vence Community Shield

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Ufa, à 14.ª foi de vez: Arsène Wenger conseguiu finalmente vencer José Mourinho e logo para conquistar a 14.ª Supertaça de Inglaterra (Community Shield) pelo Arsenal de Londres! No Estádio da Wembley, os gunners venceram o jogo com um golo apontado por Alex Oxlade-Chamberlain aos 24 minutos, permitindo assim ao Arsenal ganhar a sua segunda supertaça consecutiva. Ainda assim, tanto os gunners (14 títulos) como os blues (quatro) estão muito atrás do recordista Manchester United (20).

 
No final do encontro, José Mourinho afirmou que o seu homólogo mudou a filosofia do Arsenal. Mesmo dizendo que o Chelsea foi "a melhor equipa", "é a equipa que defende bem, aquela que deixa a sua filosofia de jogo no balneário, que muda a atitude, é a equipa que merece vencer. O futebol é assim, isso é boa organização táctica". Em relação à medalha que recebeu e que depois atirou para a bancada (um rapaz de 10 anos e de nome Bobby Gil ficou com ela), Mourinho disparou: "Era a medalha do derrotado. É uma boa lembrança para ele (Bobby Gil)". Arsène Wenger, que não apertou a mão a Mourinho no fim da partida, disse que a primeira vitória sobre o Mourinho foi boa para a sua equipa.

Coentrão no Benfica (de novo)?

Parece que a cada ano que passa o Benfica - que perdeu a Eusébio Cup no México frente ao Monterrey por 0-3 (notícia que fica para amanhã) - vai tentando o regresso do lateral-esquerdo português Fábio Coentrão. De acordo com o CM, Fábio Coentrão não entra nos planos de Rafael Benítez, mas um eventual regresso ao clube da Luz seria sempre possível apenas por empréstimo. Sabe-se que o português já chegou várias vezes a manifestar o desejo de voltar a vestir a camisola do Benfica - e assim colocaria Eliseu no banco -, mas o Manchester United e o Mónaco de Leonardo Jardim também estão interessados nele. Coentrão não parece estar disposto a continuar no Real Madrid e se regressar ao Benfica terá que aceitar uma substancial redução salarial (no Benfica quem mais ganha é o capitão Luisão, com 1,5 milhões de euros por ano, menos um milhão que o Coentrão no Real).

Como pode o aborto não ser crime?


Quem faz um aborto comete um crime capital: homicídio, ainda por cima contra uma vida indefesa.

Quando é a própria mulher que quer fazer o aborto então é a mãe que quer matar o seu próprio bebé.

Para a generalidade dos defensores do "direito ao aborto" aplica-se o ditado "o que os olhos não vêem, o coração não sente", e lava-se as mãos como fez Pôncio Pilatos.


O ser humano deve ser respeitado e tratado como uma pessoa desde a sua concepção e, por isso, desde esse momento devem-lhe ser reconhecidos direitos da pessoa, entre os quais e primeiro de todos, o direito inviolável de cada ser inocente à vida (Papa João Paulo II).

A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana e, mais ainda, o assassinato de um ser humano indefeso e inocente, nunca poderão gerar felicidade nem a paz (Papa Bento XVI).

O aborto e o infanticídio são crimes abomináveis (Papa Francisco).

Islão: o que os outros dizem


Informa o blogue Roman Catholic Imperialist que no México, um país onde mais de 90% da população professa a fé católica, um muçulmano espetou um camião contra a procissão de Jesus Nazareno na cidade de Mazapil, do estado de Zacatecas, matando 30 pessoas e ferindo 140, no passado dia 27 de Julho. Segundo o mesmo blogue, o muçulmano gritou "Allahu Akar" antes de ir contra os fiéis...
Agora até no improvável México, enfim... Foi mais um maluquinho que na verdade não tinha nada a ver com a "religião da paz"...


Enquanto o mundo chora a morte do leão Cecil, abatido afinal por um dentista americano que adora caçar, os idiotas úteis vão continuando a esquecer-se da perseguição aos cristãos em continentes como o africano, como o massacre contra os cristãos no Quénia em 2013 por parte dos muçulmanos do al-Shabaab. Mas, de acordo com o Frontpage Magazine, o al-Shabaab financia quase 40% da matança dos elefantes - já morreram mais de 30 mil elefantes em África no ano passado por culpa dos traficantes de marfim (a população de elefantes reduziu para metade na África central desde 1995 e 2007) -, pois o marfim é considerado "o ouro branco da jihad". A Africa Review acrescenta que os jihadistas árabes usam os lucros do negócio para continuarem a matar cristãos negros em Darfur, no Sudão.
Se tiverdes estômago, podeis ver fotos de elefantes chacinados aqui.


A merda da Amnistia Internacional (AI) afirma que, na República Centro Africana, os muçulmanos estão a ser obrigados a converter-se ao Cristianismo sob pena de morte. De acordo com o sítio informativo AP, os cristãos juntaram-se para depor o presidente muçulmano que os rebeldes da organização terrorista muçulmana Seleka colocaram no poder, em 2013. Estes cristãos formaram uma força militar conhecida como Anti-Balaka e que já encetou uma cruzada para correr com os muçulmanos para fora do país, tendo um presidente de transição católico sido colocado no poder em 2014. A merdosa organização dos supostos Direitos Humanos, de origem católica (ou melhor, «católica»), acusa os católicos locais de obrigarem os muçulmanos a converter-se - mas os cabrões da AI nunca falam da conversão forçada dos cristãos ao islão para salvarem a vida! - e pede para que os muçulmanos da região sejam protegidos (abaixo a AI e já! Párem de dar donativos para esta merda de organização esquerdista!).
Força, Anti-Balaka!!


Segundo o blogue anti-islâmico Bare Naked Islam, desde que a Austrália avisou que as embarcações ilegais, carregadas na sua maioria de muçulmanos, interceptadas seriam devolvidas à procedência, os imigrantes ilegais já desistiram de tentar lá chegar. Isto aconteceu dentro de um mês a partir do momento em que as primeiras embarcações foram reencaminhadas.
Bravo, Austrália! De que é que os países ocidentais estão à espera para seguirem este belo exemplo marsupial?

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O utilizador do Youtube BIRMINGHAM CRUSADER ENGLAND colocou o pequeno vídeo de cima. Nele podemos ouvir um muçulmano a dizer para os muçulmanos multiplicarem as suas esposas e os seus filhos, dizendo que 20 filhos é um número aceitável para cada mulher, ou seja, cada muçulmano deve no total ter 80 filhos.
Já agora, quem é que vai sustentar essa carneirada musla toda?? Sim, os contribuintes dos países generosos como o Reino Unido. Dizer que a imigração por si só contribui para a Segurança Social e esquecer-se que muitos imigrantes são parasitas, sobrecarregando, isso sim, e ao invés, a Segurança Social, só pode mesmo ser coisa de mentecaptos.

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A agência Reuters colocou no Youtube um vídeo que fala da vedação que a Hungria está a construir para impedir a entrada de alógenos, na sua maioria muçulmanos, no país. Até agora têm entrado no país dos magiares cerca de 1000 alógenos por dia, pelo que é urgente que a vedação esteja concluída o quanto antes! A mesma fonte indica que a vizinha Sérvia teme que com esta maneira de impedir a entrada de alógenos na Hungria o país vai enfrentar uma "catástrofe humanitária".
Penso que a Sérvia, que aspira entrar na União Europeia (para quê?), deveria também pensar em fazer o mesmo que a Hungria. E, já agora, todos os restantes países ocidentais. Nada como haver novamente controlos fronteiriços.


Segundo o UK Daily Mail, a obrigatoriedade de aceitar os refugiados muçulmanos imposta pelas elites merdosas reinantes da maçónica União Europeia, repartindo-os entre os Estados-membros, está a fazer com que na Alemanha, o país que mais refugiados recebe - pode vir a receber este ano de forma recordista o número de meio milhão de refugiados! -, os alógenos muçulmanos estão a enfrentar a ira da população local, com constantes ataques contra eles e também contra os refúgios onde estes se encontram. Este ano já se verificaram pelo menos 200 fogos postos em refúgios enquanto que a PEGIDA - Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente - não pára de ganhar cada vez mais apoio popular. A mesma fonte diz que já há mesmo alógenos que já não aguentam mais o "racismo" (mas que puta de raça é que é o islão??) e que desejam voltar para casa (sim, isso mesmo!). "Eu quero regressar para a Síria - muito medo aqui", disse um alógeno, Taher, que fugiu da Síria precisamente por ter medo, mas na Alemanha "big afraid (grande medo)".


Segundo o NY Post, a top model brasileira Gisele Bündchen usou uma burqa em Paris para poder passear e ir até a uma clínica para fazer cirurgias plásticas nos olhos e nas mamas. O momento foi captado durante o Ramadão e criticado por um comentador do sítio Public: "C'est ridicule (É ridículo)!!". "Especialmente desde que é proibido em França usá-la (burqa)", escreveu outro comentador. Até os próprios muçulmanos ficaram ofendidos com o que aconteceu. "Ela está (estava) a usar uma coisa sagrada (lol) com um mau propósito", disse um "clérigo" islâmico, Shazia Raheel.
Então e a lei francesa deixou passar isso em claro??

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O já famoso usuário do Youtube Paul Joseph Watson colocou um vídeo que fala sobre a detenção de cidadãos britânicos por parte da "polícia da sharia". Tudo porque estes pensavam ir assistir a um evento que podia ser ofensivo para os muçulmanos!
Portanto, deixai-me ver se eu percebi: existem "crimes de pensamento" no Reino Unido, cada vez mais submetido à islamização...


O semanário católico macaense O Clarim publicou recentemente uma entrevista feita à irmã Myri, uma monja contemplativa portuguesa que está há sete anos na Síria, em Qarah, bem perto do centro do conflito com o Estado Islâmico (EI). Falando bem do ditador sírio Bashar al-Assad - "quando cheguei o país era pacífico (...) as pessoas viviam muito bem. Os hospitais eram gratuitos, a educação era gratuita, havia senhas de alimentação para as famílias, o governo ajudava muito a população. Agora é o caos... (...) É preciso uma mão forte para que não haja ódios acesos e se faça guerra. (...) É por isso que é preciso um Estado um bocado forte, para manter a ordem e a união" - e defendendo que a guerra foi provocada e alimentada pelo exterior (ah, mas é claro que foi, agradeçam à Primavera Árabe!), a portuguesa afirmou que a violência do EI "não vem deste mundo". O lado bom é que ela e as restantes monjas do convento de São Tiago Mutilado, vindas directamente de Fátima, acreditam que os muçulmanos que as procuram para serem ajudados vêem "até que ponto pode ir a religião deles, a violência a que pode chegar. É uma boa época para evangelizar, porque os corações estão mais disponíveis e abertos".
Um grande bem-haja às monjas contemplativas portuguesas do convento de São Tiago Mutilado!

domingo, 2 de agosto de 2015

Coelha ataca cobra para salvar as suas crias

Encontrei o seguinte vídeo no blogue Lura do Grilo. Infelizmente parece que uma das crias não sobreviveu.

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Mãe é mãe. Seja de que espécie for.

Médicos estagiários cortam pénis em vez do cordão umbilical


No México, uma equipa de médicos estagiários enganou-se e cortou o pénis de um recém-nascido em vez do cortão umbilical e tentou resolver o grave erro com uma cirurgia de emergência, mas só acabou por piorar a situação. "Quando começaram a coser o meu filho causaram duas novas lesões com quase dois centímetros de profundidade", disse o inconformado pai da criança, Diego Izaguirre. A mãe, Zulem Contreras, disse ao The Sun que o hospital nunca deveria ter deixado o seu filho nas mãos de estagiários. Apesar do Instituto Mexicano de Seguro Social ter justificado o sucedido em defesa dos estagiários, a polícia investiga o caso.
Com futuros médicos destes o México vai estar mesmo muito bem entregue...

Índios americanos chegaram todos juntos e há 23 mil anos

Os Lenca das Honduras
Segundo novos estudos, genética dos povos da Amazónia está mais próxima das populações da Austrália do que de África ou da Eurásia. Alasca foi porta de entrada. 

Ainda nem Pedro Álvares Cabral ou Cristóvão Colombo sonhavam nascer e já o Brasil e a América tinham sido descobertos por índios siberianos. Foi há 23 mil anos por uma única onda migratória de índios com a mesma ascendência dos aborígenes australianos, segundo o mais recente estudo genético realizado pela Universidade de Copenhaga. O trabalho confirma ainda outros estudos que haviam concluído que a porta de entrada das populações foi o Estreito de Bering, ligação entre Alasca e Sibéria, que na época não estava submersa, e que é improvável que a sua origem seja africana ou eurasiana, como se previu. 
Com base em dados genéticos de indivíduos antigos e modernos das Américas, da Sibéria, de África, da Oceania e da Europa, o professor Maanasa Raghavan, da academia dinamarquesa, e os seus colegas investigadores concluíram que os primeiros ameríndios chegaram da Sibéria todos de uma vez 23 mil anos antes de Cristo. 
No artigo publicado na revista americana Science, é revelado que nos primeiros oito mil anos os migrantes ficaram pela região mais a norte das Américas, o Alasca e a Sibéria Oriental, antes de descerem para as regiões central e sul do continente americano.


Fonte: DN

Angolanos celebram o 40.º aniversário da independência em Portugal!


Mais uma celebração da independência de uma ex-colónia africana portuguesa em Portugal: depois dos caboverdeanos no Centro Cultural de Belém, cerca de 200 angolanos vindos do norte a sul do país estiveram, no sábado, reunidos no Instituto Superior de Gestão, em Lisboa, a convite do embaixador angolano José Marcos Barrica, onde cantaram o hino angolano com "notória emoção" ao fim de 40 anos de independência daquela que já foi uma das províncias africanas mais prósperas antes do 25 de Abril de 1974, juntamente com Moçambique e imediatamente atrás da África do Sul, um país onde então vigorava o sistema "desumano" e "racista" conhecido por Apartheid.


A cônsul-geral de Angola em Lisboa, Cecília Baptista, deu as boas-vindas a todos os que disseram presente à convocatória pedindo que o dia fosse de "reflexão sobre os 40 anos de independência e os caminhos que deve seguir a grande nação, que é Angola", esse país que está agora a ser afectado por uma crise provocada pela queda nas receitas do petróleo, o que já está a motivar o regresso em massa de trabalhadores portugueses a Portugal. Sobre este assunto, o embaixador angolano disse, à margem das comemorações, que "só de trabalhadores ligados à construção estão, desde há cerca de três meses, a regressar de Angola 500 por mês e isto vai aumentar muito mais se não forem tomadas medidas. Há muitos mais de outros setores também a regressar".


A filho-da-putice reina em Portugal de forma vibrante. Mas não foi precisamente contra Portugal que Angola lutou pela independência? Têm agora a suprema lata estes desgraçados de celebrar mais um ano de independência no país colonizador que os acolheu? Do mesmo modo que Portugal está a acolher de volta os portugueses que estão a sair de Angola sem trabalho, Angola também devia acolher todos os angolanos chupistas que estão em Portugal, pois a reciprocidade devia ser bonita e fazer crescer. O El Dorado angolano pelos vistos já era e, de modo a não irem novamente para a ruína como foram após a independência, os angolanos já sabem ir pedir ajuda à China. O problema para eles é que a China não é a Europa e se eles pensam que podem fazer dos brancos parvos, coisa que o branco já demonstrou saber muito bem ser, com os chineses eles não fazem farinha. E isso é o que vale à China, provavelmente a futura super-potência mundial...

A comida portuguesa é boa e ponto final


O segundo restaurante do norte-americano luso-descendente George Mendes, natural do Connecticut e filho de beirões, conquistou a crítica norte-americana nos três meses desde que o abriu, em Nova Iorque. Segundo a revista New Yorker, as sardinhas foram consideradas por muitos clientes como as melhores coisas que alguma vez já comeram. Além das sardinhas, também o "molho dos caracóis", os "carabineiros" vindos de Portugal que "têm um perfume quase floral" e o atendimento foram também elogiados. O restaurante Lupulo, nome escolhido pelo chef luso-americano por ser o nome em português do ingrediente para dar amargo e aroma à cerveja, foi considerado pela New York Times uma "homenagem à herança" de George Mendes, que já tinha aberto em 2009 o restaurante Aldea que detém uma estrela do guia Michelin, que distingue os melhores restaurantes do mundo, e é autor do livro My Portugal: Recipes and Stories. "Mendes opta por uma abordagem iluminada de snacks de bar antigos, elevando-as até à glória através de uma técnica de mestre, como com os pastéis de bacalhau que são misturados até uma rara e cremosa consistência", escreveu Steve Cuozzo, do New York Post. O Lupulo fica no bairro de Chelsea, no cruzamento da Rua 29 com a Sexta Avenida, e representa um regresso às origens para Mendes numa altura em que Manhattan estava sem restaurantes exclusivamente portugueses. A Bloomberg lembra esse facto, escrevendo que "a comida portuguesa não é bem representada em Nova Iorque e o Lupulo vai além do que lhe é exigido para mostrar uma cozinha portuguesa simples e rústica, como é o caso da açorda com um delicioso sabor a camarão".
Os parabéns ao chef George Mendes que pelo que se vê tem um enorme orgulho das suas raízes!

Quando uma relação aberta tem um preço


Durante a faculdade, passei algumas noites maravilhosas a namorar com um poeta de cabelos compridos. Passei algumas semanas na brincadeira com um estudante de religião carinhoso e divertido. Cheguei até a sair por pouco tempo, se bem que inconscientemente, com um estudante do ensino secundário. (Desde quando os jovens de 17 anos têm barba?)
Isto é o que se faz na faculdade. Sem a prisão das rotinas da infância e livre dos julgamentos e preconceitos das pessoas que nos conhecem melhor, exploramos e experimentamos, testamos novas ideologias, novos pontos de vista. Novas pessoas. 
Assim sendo, experimentei de forma livre e feliz. Mas a minha situação era diferente da maior parte das pessoas: eu também tinha um namorado sério no momento. Tão sério que vivíamos juntos. Tínhamos dois gatos. No entanto, eu não estava a quebrar nenhuma regra. Nós tínhamos uma relação aberta. 
Foi um desastre completo. 
Conheci o meu namorado em Introdução à Filosofia. Ele tinha o cabelo escuro, era encantador e estranho, mas de uma forma enternecedora, um daqueles rapazes apaixonados e fluentes que vivem a vida em superlativos. A música que ele ouvia era a melhor de todas as músicas. Os livros que lia estavam no topo da literatura. Ele próprio iria ser o maior filósofo da sua geração. 
Eu sei, eu sei. Mas eu tinha apenas 18 anos! Não conseguia resistir, e continuo a não conseguir, a um pensamento perspicaz, a uma gargalhada estridente e a uma grande cabeça. Além disso, o meu namorado era generoso com as suas grandes convicções: as pessoas de que se rodeava estavam destinadas à grandeza também. Amada por ele, sentia-me envolta em glória.
Inseparáveis desde o início, explorámos o novo mundo da nossa universidade em conjunto, assistindo a leituras, peças de teatro e concertos. Comíamos tartes e sushi. Bebíamos gin e limonada. Passei o Verão na sua cidade natal, deixando-me enfeitiçar pelo seu pai cortês e pela sua atenciosa mãe. De regresso à universidade no Outono, fomos viver juntos, mobilámos um apartamento a cair aos bocados com cartazes de música e móveis de lojas em segunda mão.
A vida doméstica era um estímulo. Os gatos eram um estímulo.
Ou melhor, não eram. O meu namorado estava decidido a viver a sua vida de acordo com princípios intelectuais rigorosos e, para ele, a liberdade pessoal era primordial. O amor não poderia exigir restrições, reclusão ou privação. Ele dizia que mesmo estando a planear um futuro em conjunto, nós deveríamos sempre permitir um ao outro fazer o que nos apetecesse, incluindo sair com outras pessoas.
Uau, desculpa, o quê? Eu era de uma pequena cidade do Illinois. A minha ideia de romance era o mais convencional possível, envolvia o meu namorado e eu "sentados no ramo de uma árvore a beijarmo-nos", como diz a canção infantil. Primeiro vem o amor, depois o casamento, e assim por diante.
Essa canção infantil é também uma promessa: a exclusividade leva à segurança, aos votos, ao "felizes para sempre". Não havia espaço na nossa árvore para outras pessoas.
Ou havia? Eu já não estava no recreio da escola. Era suposto estar a explorar, a experimentar, a testar novas perspectivas. Eu não era filósofa como o meu namorado, mas estava a estudar Literatura Inglesa, incluindo Percy Bysshe Shelley.
Tal como ele escreveu: "Ao contrário do ouro e do barro, o verdadeiro amor, dividido, não diminui."
Shelley protestou contra a moralidade vigente que exigia aos amantes casarem-se e serem monogâmicos, e, assim, percorrerem "a vasta estrada do mundo.../ Com um amigo acorrentado".
Um amigo acorrentado. Parece divertido.
Eu não tinha qualquer desejo de algemar alguém a mim, principalmente não a pessoa que eu mais amava. Eu não queria admitir - sendo possessiva, exigindo fidelidade - que o meu amor era menos do que um V maiúsculo, Verdadeiro. Se era necessária uma relação aberta para provar como eu amava o meu namorado, não me importava de aceder.
Assim partimos para a nossa grande aventura romântica.
O poeta de cabelos compridos e eu tínhamos uma aula juntos. Ele era sincero e sensível. Escrevia poemas em folhas rasgadas de blocos de apontamentos e deixava-os à nossa porta no meio da noite. A poesia dele era terrível, mas era sobre mim, o que a melhorava imensamente.
O meu namorado estava divertido, talvez um pouco impressionado com o facto de eu ter inspirado os versos, mas basicamente indiferente. A atitude dele parecia ser: vai divertir-te.
Assim fiz. Mas não em demasia. Eu continuava presente, ainda era uma boa e carinhosa namorada. Só que, às vezes, eu estava noutro sítio, com outra pessoa.
Depois, a atitude do meu namorado mudou. Ele começou a emergir do seu estudo com perguntas quando eu chegava a casa. Quem era esse sujeito? Qual é o curso dele? De onde é que ele é? O que é que ele leu? É inteligente?
As perguntas transformaram-se em críticas. Aquela poesia era horrível. A caligrafia dele também não era assim tão bonita. Olha para aqueles "tês".
Então, o meu namorado teve um vislumbre do rapaz, ao que se seguiu uma indignação sem limites. Estás a gozar comigo com aquele cabelo? Ele não parece sensível; parece obstipado! Porque é que estás a perder o teu tempo com este palhaço?
Era exactamente o que eu estava a fazer: a perder o meu tempo, de uma maneira muito agradável. Mas não valia os interrogatórios do meu namorado e a sua dúvida, a sugestão implícita de que ao escolher mal eu me tinha tornado menos interessante aos olhos dele.
Assim, corri com o poeta e perguntei-lhe se precisávamos de repensar os nossos termos.
Claro que não. Não havia nada de errado com os nossos princípios, somente com a maneira como eu os tinha implementado. Eu era livre para continuar a ser livre. Apenas teria de o fazer melhor. Ou uma coisa do género.
Eu segui em frente. Passei algum tempo com o meu amigo que estudava religião. Com o meu estudante liceal barbudo. Com uma mulher que vivia no nosso edifício.
Surgiu um padrão. A princípio, o meu namorado reagia com indiferença. A seguir ficava levemente curioso. Depois, subtilmente crítico. Por fim abandonava a subtileza.
Acabava sempre da mesma maneira: ofendido, incrédulo e depreciativo com os meus interesses românticos pelas suas falhas óbvias, e comigo pela minha aparente cegueira em relação a elas. Ele estava tão convencido da sua própria verdade e era tão hábil na defesa das suas posições que contra-argumentar era sempre um exercício fútil. Assim, eu capitulava e abandonava cada novo interesse amoroso, causando muita dor imerecida.
Como é que estavam a evoluir as aventuras do meu namorado no amor livre? Não estavam. Ele não saiu com qualquer outra pessoa enquanto estivemos juntos. Porquê? Nunca me deu uma resposta clara. Muito ocupado. Muito exigente. Eu sentia-me como o alvo de uma piada rebuscada. A liberdade romântica era um princípio dele, mas, no entanto, eu era a única a vivê-la.
A meio do nosso terceiro ano, ele mudou-se. O peso de outras pessoas não tinha feito que o nosso ramo se quebrasse, mas não tinha ajudado certamente. Não estando já subjugada pela sua argumentação extremamente persuasiva a favor das relações abertas, eu percebi porque tinha ele reagido como reagiu.
Ele estava com ciúmes. Tinha medo de me perder. Eu achava que estava a viver segundo os seus princípios, mas, na verdade, eu só tinha experimentado um dos lados de uma relação aberta - o lado divertido e fácil. Como teria eu reagido se tivesse sido ele o único a andar na brincadeira? Suspeito que não muito bem.
Parei com os testes e a experimentação. Não queria que ninguém se sentisse ameaçado ou inseguro. Eu não precisava de uma multidão. De agora em diante, iria limitar-me a um amigo de cada vez. Sim, as correntes são pesadas, as correntes enferrujam e desgastam, mas também nos unem e mantêm-nos seguros.
Depois de me formar, namorei, sucessivamente, um sueco que vivia em Itália, um colega editor no meu primeiro emprego de verdade e um homem da publicidade insatisfeito. De todas as vezes o amor floresceu. Depois desvaneceu-se. Excepto o meu amor pelo homem da publicidade insatisfeito. Casei-me com ele e o nosso amor está ainda muito vivo.
Todos os amigos em meu redor estavam a fazer o mesmo. A encontrar um parceiro. A assentar. A casar. A gravar a sua fidelidade em alianças e a proclamá-la em votos. A domesticidade era estimulante. O "felizes para sempre" era estimulante.
Ou não. Assisti e ouvi alguns desses amigos a reconhecerem como o fascínio desaparece. Como a realidade pode embotar a felicidade. Os olhos deles começaram a vaguear ou os seus corações. Eles traíram. Ou separaram-se. Ou traíram e depois separaram-se. Ou mantiveram-se fiéis e casados, mas agora sentem-se encurralados e paralisados. Estão todas à minha volta, essas pessoas que disseram "tu e mais ninguém" e falavam a sério. Até que deixaram de o fazer.
De volta a Shelley, que escreveu: "Eu amo o Amor - embora ele tenha asas,/ E tal como a luz pode fugir". É triste, mas praticamente diz tudo. 
Eu tinha fugido de uma relação aberta, optando pela segurança de um círculo fechado. Mas os destroços das relações monogâmicas estão todos à nossa volta. A noção de que elas são de alguma forma mais estáveis do que as abertas é uma ilusão. Não porque a monogamia seja insegura, mas porque todo o amor romântico o é. É poderoso e emocionante. É também aterrorizante. 
O casamento não é o lugar para experimentar e explorar, como eu fiz na faculdade. Mas mesmo aqui, o amor romântico é mais complicado do que na antiga canção infantil. Continua a ser uma experiência - de confiança, compreensão e comunicação. Como qualquer experiência pode falhar. Não há garantias. Como mulher, e agora como mãe, percebo que dar o meu coração a apenas uma outra pessoa pode ser a maneira mais arriscada de amar de todas. 

Eliza Kennedy, autora do romance "I Take You"

sábado, 1 de agosto de 2015

Outdoor do PS



Cortesia do blogue O Insurgente.

PS. Parece que o candidato socialista a primeiro-ministro, António Costa, avaliou como "muito negativa" a prestação do publicitário.

Violações nas noites lisboetas

O Afonso de Portugal abordou lá no seu blogue os "casos estranhos de violação" que têm acontecido nas noites lisboetas, algo que parece estar a tornar-se cada vez mais numa espécie de moda na capital portuguesa. Em regra estas violações são colectivas e cometidas por «jovens» oriundos de bairros problemáticos. Segundo esta fonte, que cita uma fonte judicial, "deverá haver na realidade muitos mais porque muitas das vítimas destes crimes não chegam a apresentar queixa por vergonha da família ou por questões culturais" e falou dum caso recente que envolveu dois portugueses, ou talvez «portugueses», emigrados na Suíça e mais outros dois não-portugueses igualmente radicados no país helvético. Estes quatro jovens, ou «jovens», meteram-se com duas turistas britânicas, ou, sei lá, «britânicas», de 20 e 23 anos, na famosa discoteca Luanda - para quem não sabe, este é o nome da capital de Angola, país esse que parece ser um El Dorado que já entrou em colapso e que se está a pôr a jeito para a colonização chinesa -, levaram-nas para um apartamento da linha de Sintra, onde vivem muitos africanos ou descendentes destes. Alcoolizadas, foram ambas violadas em grupo, apresentaram queixa e a Polícia Judiciária foi a tempo de deter os quatro alógenos, com idades entre os 16 e 23 anos, antes deles regressarem à Suíça.
Não posso deixar de dar razão ao Afonso de Portugal. Quando uma notícia dos mainstream mé®dia diz coisas como "questões culturais" a propósito de uma violação, repete sistematicamente a palavra "jovens" e faz referência a discotecas como a Luanda e sítios como a linha de Sintra, enfim, penso que não precisamos de desenhos para percebermos do que é que se trata. E para não sermos catalogados de racistas o melhor é ficarmos por aqui.

Não há argentinos negros?


Quando ainda estava em Portugal, já há uns bons anitos atrás, um colega negro de Angola que eu tive quando trabalhava na Sonae disse-me, na altura pensei eu em tom de brincadeira, que não há argentinos negros. O facto é que eu não me lembro de facto de alguma vez ter visto um argentino negro e digo isso porque nunca vi negro nenhum numa selecção desportiva argentina. Vi e vejo mestiços de índio, como o próprio Maradona, mas negro mesmo realmente nunca vi.
Recentemente deu-me vontade de investigar se existem ou não argentinos negros. Como é que um país, rodeado por vizinhos com muitos negros como o Brasil, a Colômbia ou o Uruguai, pode não ter negros entre a sua população nativa?
Tratando-se de uma antiga colónia europeia da América do Sul, no caso espanhola, normal era ter tido escravos provenientes de África. De facto, uma notícia do ABC do ano passado indicou que em 1810 pelo menos 1/3 da população argentina era escrava negra. Naquela época, disse o historiador Diego Valenzuela, ter um negro em casa era sinónimo de distinção. "Podiam ser comprados, vendidos, alugados e até hipotecados". Os amos violavam as suas escravas e produziam com elas mulatos, palavra que vem de "mula", um animal com o qual se identificavam as mulheres negras. "No primeiro censo de 1778 havia cidades que tinham uns 35% ou 40% de escravos", assegurou Valenzuela.
O que se passou então para que no século XIX se tenha instalado o mito de que todos os argentinos são descendentes de europeus? "As guerras da independência, a febre amarela e a mestiçagem", afirmou o historiador, à qual se junta a abolição da escravatura em 1853, impedindo assim a entrada de mais negros no país. Com o fim da escravatura, os negros que já lá estavam foram entregues à sua sorte, morrendo vítimas de epidemias. Durante as guerras da independência, e principalmente durante a guerra do Paraguai, o exército argentino recrutou muitos negros pobres para serem carne para canhão, contribuindo também aí drasticamente para a redução do seu número. A mestiçagem acabou por fazer o resto, "branqueando" a população ao longo de 200 anos. Não é, no entanto, verdade que não existam negros na Argentina, é claro que há, mas segundo dados tratam-se de menos de 4% da população total argentina. Ou melhor, muitos destes são antes descendentes de negros, o que não quer dizer que sejam efectivamente negros. Segundo alguns historiadores da cultura, a cultura africana deixou influências no tango e também no castelhano argentino.
Eis assim o porquê de se dizer que não há argentinos negros.

Cristão convertido decapitado e crucificado

E por falar em pagãos, os adoradores do ídolo lunar árabe de Meca pré-islâmica do Estado Islâmico (EI) cortaram a cabeça a um jovem na Síria pelo crime de ridda (ردة‎), isto é, apostasia, por alegadamente ter deixado o islão e abraçado o Cristianismo. Não contentes com a decapitação, os jihadistas penduraram a cabeça e o corpo do jovem como se este estivesse preso a uma cruz. O EI emitiu depois um comunicado em que diz que o rapaz também blasfemou contra Alá.
Aqui temos mais um belo exemplo do quão pacífico é o islão, a "religião da paz". O que os jihadistas do EI fazem é simplesmente cumprir na íntegra aquilo que a "religião da paz" tão claramente lhes pede, isto é, cumprir de forma literal os preceitos do Alcorão e também dos hadiths.
Que o convertido ao Cristianismo descanse em paz.

Mais um toureiro toureado

O toureiro espanhol Lorenzo Sanchez está entre a vida e a morte depois de ter sido empalado no peito e no pescoço durante uma tourada na Praça de Touros de Las Ventas, em Madrid, no passado dia 26 de Julho.




Nestas tradições bárbaras pagãs nem sempre o animal de duas patas é o que fica a rir-se no fim...

Saltadora austríaca fica paraplégica


Uma triste notícia para a recordista austríaca de salto à vara, Kira Grünberg, de apenas 21 anos: durante um treino para os Mundiais de Agosto de Pequim em Innsbruck na passada quinta-feira, e sob a supervisão do seu treinador que é também o seu pai, a atleta caiu sobre a cabeça e o pescoço na caixa de salto e fracturou várias vértebras cerebrais. "Depois de termos diagnosticado paraplegia antes da operação, a paciente foi sujeita a intervenção cirúrgica de emergência de modo a estabilizar a coluna vertebral e evitar maiores danos", disse a clínica universitária de Innsbruck em comunicado.

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